A comunidade de amor: Ante a idolatria e as consequências do Culto de ídolos “Aspirai aos dons mais altos, (I CO, 13,1)”

Louvores ao Senhor, pois a noite para dia, se luz! Estamos na graça e dom da vida. O mistério da ressurreição de Jesus, e profética da vida eterna para todos, para ao magistério da Igreja, tem e busca nas primícias de todos os tempos e hoje, exortam nos para ao seguimos Jesus entronizados no Evangelho, e Plano de Salvação – Reino de Deus, de forma na caminhada de fé, ajuda – nos a galgar os passos do Senhor e PF do Cristianismo, como crentes, dignificar em nós e avivando o Amor de Cristo, aderindo ao Senhorio, de evangelho (Vida e Boa Nova), mais consciente e testemunho e segurança com vigor em cada tempo para Santidade[ Renuncia fragilidades humanas perante a conversão diante das tentações; Seduções e inclinações, E E, pf.].

Irmãos(as), fiquemos atentos, pois a nossa Cultura católicas diante de Cristãos e não, permeiam e podemos estar comungando e vida e práticas de e x – comunhão ao corpo místico de Cristo, e consideramos normal, pois não colocamos nossos dons espirituais diante dos discernimentos: Bem e mal. Sabemos os furtos da fé entre as controvérsias de princípios religiosos de credos e espiritualidade de vida. A entronização de filosofias com cunho e práticas antigas pagã, que estão permeando para a idolatria de pessoas de poder político, ante a dever de gestão aos poderes públicos, para caminhos éticos a servir público pelo dom pessoal a serviço.

A idolatria é ao endeusamento de pessoas na humanidade de Cristo, mais não Deus. Uma gestão, pelo dom e missão em missão em um poder público, que são Homologados e Ortogados por um determinado tempo, pelo poder democrático Brasil Constituição vigente pelo voto cidadão, para os representantes a serem eleito(as), ou escolhido e indicados conforme regras e normas. Podemos e devemos analisar e avaliar os pros e contras, portanto recolher os dons aperfeiçoados e específicos que todos temos cada um, e especial a cada um batizado ou não – Dom divino. Não somos absolutos, mais criaturas dotadas de fragilidades humanas a caminho da perfeição.

Precisamos estamos conscientes de que o nosso Sistema constituído Democrático, emana pelos poderes do povo cidadãos libérrimo as escolhas de nossos representantes legais, e diante de atuação do dever e direitos de: Poderes – Executivo; Legislativo e Judiciário.

A comunidade de Jesus, e o Senhor, e A Boa Nova , nunca negava ante presença de toda hierárquica constituída política da sociedade, em tempos de “…anúncio da vinda do Reino acarreta uma conduta humana que em Mateus se exprime sobretudo pela busca da justiça e pela obediência à Lei, e a vontade de Deus, mais que o dom Divino do perdão que ela significa, em São Paulo…(BJ, Evg,.p.1690). ”

Por que somos e podemos sermos idolatras? Neste caminho, de espiritualidade e leigo missionário e religião, a sociedade comunitária, imanada pela fé, pela concepção e ação de admiração exacerbada e exagerada da prática do hedonismo, onde criamos contornos de endeusamento – Perfeição ante a pessoas por idolatria tendo por ídolos que semeados, funde-se nos corações enquanto homens e mulheres. Portanto os contornos dos eixos de imagens de laboro em prática livre de conversão e espiritualidade e fé, para cristãos(a), desviamos do Criador – Deus, para a criaturas (Filhos(a), nos posts de idolatria ante artificies de criatura, aos carismas divinas: Dons; exemplos e atitudes de caridades. Mas em tempos Contemporâneos, os ídolos do mundo: Tecnologia digital; arte do artista; as peças culturais perfeitos trabalhados, com esmero; a política de gestão e os dons de servir ao público instituído de missão em missão, se chefe ou não. Com os cuidados de zelo, não podemos confundir e fazer ou criar confusão pela práticas de concepções pagã em conceitos de filosofias Não – cristã, por se por disseminação e difusão em contornos tipo, [Fack News] de redes sociais (Difusão de mentiras compartilhadas), para intuitos de criar repercussão, não – divinas e os discernimentos mundanos, os desígnios de pura idolatria, em pessoas.

O caminho de perfeição, Jesus em vida pública: A revelação para todos, veja para todos. A ressurreição Volta de Cristo Triunfante – Paresia será para vivos e mortos, a vitória da vida. Triunfo glorificado de Jesus. A conversão de todos, diante de contornos controversos ao Evangelho (Boa Nova). Enquanto cristãos (a) em trilha de Santidade e Não – Cristã, muitos de nossos pecados, adentram a idolatria, a Deus. E não aos dotes virtudes dos dons divinos. Atitudes e práticas da pequenez humana, nos faz pecadores, não nos apresentam Deus, mais a criatura no altar de Deus.

A alegria da ressurreição, são caminhos para perfeição. “A volta do Filho do homem”. Os testemunhos de nossa Senhora Maria, em todos os tempos sempre presente e nunca distante. A mulher sempre fez parte deste projeto divino de Salvação, pois dela nasce a vida.

A consequência do culto aos ídolos, (Sb 14,20): “…perseguição dos justos, esquecimento dar gratidão, impureza das almas, inversão sexual! Desordem no casamento, adultério e despudor…!” Somos criados para a perfeição enquanto filhos(a) de Deus, para coisas de alto e divinas e dignas em nossas vidas. Essa é alegria da Renovada vida em Jesus Vivo. A plenitude do amor. Portanto não criados para idolatria em si e entornos enquanto irmãos(a).

A saída do povo Hebreu, para Terra prometida, profética em Moisés, diante das revelações do Pai, para o profeta, pela intimidade que O mesmo tinha, com o Senhor, nem todos tinham. A demoras de Deus, e tempos de encontros com o profeta eram particulares e de deserto. Isto, seu povo, em afluências para depois distribuídas por 12 Tribos de Judá, em pessoas designadas e escolhidas para direcionarem de êxodo, para impedir maiores perigos no Deserto (Cada tribo um escolhido, e missão diferente).

E em geração de frutos da carne e não divinos, foram plantados nas aldeias ainda em Moisés e seu Deserto: Inveja; ciúme; contendas; adultérios; dúvidas; morte e violências; confusão; mentiras; brigas; e negação de fé. E a idolatria, a pessoa de Deus, as esperas da profecia em Moisés. Os frutos não foram muitos prósperos, mais destruidores. O culto, a imagens, tomou o lugar de Deus, a profecia e humanidade divina, chorou… pois diante dos milagres vividos o povo hebreu esqueceu: O maná no deserto à fome; A água manada desértica a sede, às curas e moléstias; vitorias e batalhas e exército sem armas dos Judeus.

Segundo diversas Exegeses Contemporâneas – Estudos hebraicos, aramaicos e gregos, para A.T., de textos seguidos massoréticos, ou seja, nos mesmos contextos hebraicos de documentos Ero grifos e rolos papiros e outros de uma gênese documental, entre VIII e IX d.C. A prática da construção e culto a imagem, no lugar de Deus e Deuses, provinda da cultura Egípcia na vida de escravidão dos Judeus, adentrando em espaços abertos pessoais e comportamentos das pessoas e Nação, querendo enraíza-se a nossa Cultura Ocidental, no Brasil, em tempos da política aberta, que significativamente pretendem exterminar a cultura que caracteriza-se principalmente: Na negação na fé em Deus e as virtudes da religião de Cristãos Católicos Apostólicos Romanos; Princípios éticos morais; As virtudes e reconhecimentos, e respeito a sua ordem política, social e econômica constituída e seus poderes exercidos.

História revista, encontrou o povo de Deus, processo de espera – Tábuas e mandamentos da lei de Deus” revelados a Moisés para colocar ordem e orientações para seu povo escolhidos (Pelos afastamentos e falta fé e práticas errôneas), em meios as situações de encaminhamentos futuros, em êxodo. E buscas pseuda de afirmação da fé de uns poucos, apressam -se , e veredas urgências dos falsos profetas á incutir nas fragilidades e pouca fé no povo, em Deus, ganham adesão e o povo a figura e imagem do primogênito Boi como perfectos de adornos minério Ouro[A imagem em altar do boi, na cultura Egípcia, traziam aspecto religioso e no sentido econômico muita prosperidade] e passam para prática idolatria: Pronta – se ; reverenciam, culto e fé; colocam e fazem oferendas, em lugar de Deus.

Voltemos irmãos(ã) ao primeiro amor. Essas infinitudes e mentiras, não nos apresentam o perfeito, mais o imperfeito humano, frágeis. O humanismo, pelo humanismo e negação de um Deus divino, não encontra introjetadas e morada em nossa cultura. O que é cultura? O simples contexto conceitual, significa tudo que nasce no meio do povo: língua, artes, alimentação, o conhecimento e seus inusitados fatores em destaques.

As nossas orações e discernimentos ao projetar nos em buscas por caminhos totalmente diferentes e errôneos que trazem comportamentos e atitudes em práticas a versas a nossa cultura. Não nos enganemos, o que geram paz e outras fontes de violências não são raízes divinas, que geram e proliferam violências e maldades, características de vidas sem Deus, sem amor que não Une enquanto próximos filhos(as) de Deus. Não separa…A morte separa, mais Jesus apresentou, o retorno de ressurreição de todos – Reino dos Céus, a então Vida Eterna. “Se crês verás a glória de Deus”. Quem disse que aquele, que perdemos, ou já estais dormindo, ou no purgatório, ou “Eu ou Você”, não verás a ressurreição? (Jo, 5, 21). Todos somos convidados, e abraçando a fé, seremos instruídos por Jesus e em nome do Senhor, todos somos dignos ouvintes, ouvidos e atentos as revelações da palavra, a uns concepção rejeição e por indignos, mais para todos:” … luz das nações…portador de Salvação… (A.T. 13,48)”.

E se estivemos com 300 anos, quando acordamos da morte a temporárias cronológicos, em Vida eterna. E minha Genealogia estiver na 1ª. ou 8ª. Geração vivos. Todos ressuscitados. A perfeição se faz vida plena e plenitude!

Milagres divinos, hoje existem muitos e a todo instante, em nossas vidas e de outrem, mais pouco é difundido e praticado. Não esquecemos fomos criados para Vida, e para morte. A herança da morte, foi profetizada em Cristo – Vida plena, e caminho em retorno ao primeiro amor.

Que “Nossa Senhora Maria”, apresente – Nos, em intimidade de oração e intercessão, com o Senhor, esta contemplação de Vida eterna! Não fazemos estes sonhos de espiritualidade…e como deverá ser? E como será? Mas começa aqui, o Reino dos Céus, com certeza. Pois aqui, assim, O Senhor nem trilhou estes provérbios práticos, mais sabia e conhecia, apenas pouco tempo teve, revelando – Os… e depois o anúncio dos princípios fundamentais de Cristo (Discípulos e apóstolos e seguidores), com nossa Senhora. Queremos caminhar a eternidade, mais não queremos ser testemunhos em Jesus, que é amor. Outros deuses, em seu lugar…infelizmente são enganadores buscando abrigo e onde esconde-se, anjos entristecidos e amarrados. Fiquemos atentos…E olhos abertos…O evangelho com Espírito Santo semeiam Paz…E outros sem Deus, simplesmente, tentam desfazer, as obras do Senhor e ganhar seu lugar em nossas vidas, pois somente quer o lugar de Deus, nas raízes plantadas e semeadas. Deixa Joio (Planta daninha), semeados, ao amor…. somente inveja, ciúmes e escuridão. Se estivessem em Jesus, seriam amor submissos e tementes, e não querendo primeiro lugar e altar em seu coração e vida.

Jesus e o Pai são Um. Foi glorificado para Glória de Deus…Venceu os martírios do corpo e chagas abertas, a morte, e por então, ressurgiu, triunfando ressurreição, e ascendeu aos céus!

Ave cheia de graças…

[Colóquio: A comunidade de amor: Ante a idolatria e a consequências do culto de ídolos – “Aspirai aos dons mais altos”. Jusenildes dos Santos. Tecnologia da Ciência e Informação. University Europeia Atlantic – Ibero. Docência CTGC – UFSC. Teologia e política – FCP. 06.07.2019]

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jusenildes

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