Diálogo do corpo – Perspectivas: A presença do corpo na história da arte – Visão Charliston Pablo do Nascimento “Novas percepções com sem Tecnologias Inovadoras” Jusenildes dos Santos

I – INTRODUÇÃO

De início á abordagem desenhou uma introdução do pensamento entorno da temática do I Colóquio – Diálogos sobre o corpo. A percepção dentro de uma evolução apoteótica para as paralelas entre: A visão filosófica sobre o tema do corpo e das realidades, tendo o corpo como ator congruente em relação a uma discussão para o diálogo com a arte, a psicanálise, a medicina e a psicologia. “E em correlação com arte degenerada, o percurso da “mesa” trafegou-se a própria ideia do ascetismo idealizado do corpo na censura ás manifestações artísticas [Nascimento, 2018]”. È uma á proximidade correlativa a temática, abordagem: A recusa do Espírito sem corpo: Sobre apropriação e hierarquia, [Ornelas, 2018]. Continuando neste percurso construtivo do pensamento para a temática, que insiste por contornar paralelos inter-relacionados: Nas trilhas da criação: Reflexões sobre o corpo, autoria e discurso [Lessa, 2018]. Traduzido num desenho construtor e introdutor para o formato do minicurso, o contorno então traçado. Objetivando referenciais respectivos para o contexto para: “A presença do corpo na história da arte – [Nascimento, 2018]”.

Introduziu – se, em construção dos conhecimentos: a) Arte e informação [Signo]; E linguagem? b) Arte e artefato?  c) Arte é objeto criado? Arte é a expressão que passa versus artefato. Os referentes de origem, para trilhar a tese. Neste fio de abordagem entornou a um histórico na trajetória vinda ao perfil Grego: Sexo heterose e homo, para concepção de anel? A imagem para desenho do pensamento numa linha crítica – “Imagem pornô” – Fotográfica, para situação contextual de sugestão a priori: Algo ou alguma coisa de sexualização. A imagem de artefato com expressão de arte, realmente e que perpassa um signo e linguagem, e por uma vez a interpretação traça uma informação e representação da sexualização do indivíduo, e não do objeto. Configurar para qualquer síntese e que a forma de canalizar que vai além de projeção, em questão. A imagem é uma mensagem – Informação e linguagem? Realmente abrimos questionamentos, em relação à vivência do sexo ou da sexualidade? Portanto a sexualização da imagem, é a expressão do Belo, na busca pela perfeição em sua representação em todos os elementos essenciais da estrutura e fundamentos da arte expressada, uma superação artística do artificialista, a ser expressar, pela ideia de Belo, obra prima parida e gestada, por tanto a imagem ganha contornos de nudez, que não seja pornô – A desconstrução da nudez e arte, ainda que seus traços sejam de extrema composição e sem expor a nudez [Roupas e adornos]. A linguagem existe e outra ótica, o de transpor além do desejo praticado. O que vai além da vida do sexo praticado, em anelamento e unido, que apresenta leitura da filosofia de virtudes para a vivacidade de uma sexualidade homem ou mulher. Esta linguagem cultural para os gregos, que sugeriram sexo e outras culturas? O que sugere? Uma imagem de sexo e cultura Ocidental? Transportando outras culturas não terrenas? Pode a imagem de sexo [Sexualidade] não supor o que ê? O que sugere? A arte expressiva é livre enquanto artefato considere de culturas dominantes contraditórias, a arte expressiva, de origem ativa de uma cultura. A arte de fato, não é livre, pois entra em certos conflitos e questão se for para quebrar paradigmas centrados em suas: Filosofias, leis, comportamentos e costumes e crenças, pelo qual o expressionista não esteja em inserção. A arte de fato não é livre, pois entra em contradição com culturas, criticadas por fechadas, em suas filosofias políticas e religiosas para a interpretação do contexto – Imagem [Artefato, é arte ?] expressão de artista em adornos de busca pela transcendência espiritual de picos altíssimos de percepção desenhada em uma leitura imaginativa na práxis [Artefato em expressão]. Podemos transpor uma imagem de linguagem Grega [Sexualização], com uma flor? Numa leitura Pós-moderna e Clássica. A arte pode surgir e imitar um objeto in natural, para artefato – “A flor”.

II – DESENVOLVIMENTO

2.1 –  Á ARTE É LIVRE?

Em consideração ao estado da Arte, pela afirmação de seus fundamentos e princípios para afirmar é livre, totalmente livre e sempre. Para a ótica e linguagem objetiva em contornos de representação de signos para uma informação. É necessário ao representa-la unir e verificar parâmetros, num conjunto de uma estrutura: a) Criatividade, suportes tecnológicos do artefato; filosofias e ou ideias em seus diversos aspectos que, direcionam e apresentam sugestão e interpretação, embora, o artista ao adornar “mensagem” intrínseca, desenha uma contextura e morfologia de uma linguagem, que quer e pretende passar e introduzir a construção do pensamento expressão de inovação expressão de arte; b) Artefato em tentativa e sugestão de leitura criativa com expressão de liberdade, para entronizar-se a uma cultura que contextualizam sua performer de arte, não são a arte e artefato livre? c) Quando entra – O artefato e arte num embate com a cultura [Conflitos]? Questões de comportamentos de contextos de exclusão ou inclusão? Aspectos políticos? Aspectos éticos positivos ou por impulsionar para quebra de regras e paradigmas ao contorno de interpretação e embates repercuti-vos reativos a expressão para uma compressão de trajeto de repressão, e diminuta do Belo. O artista na entronização de sua expressão, neste perfil, a história desenhada e refletida em projetos artísticos sociais, no encontro dos entornos provocativos, triângulo intercultural de uma sociedade, no conjunto de respeito reciproco: Arte, artista, artefato, linguagem/representação e culturas, numa perspectivas de leitura presente ou futurista. O artista, a crítica é um acento a considerar para o desenvolvimento de outras criações do mesmo, e perfil de sua personagem situada, se aceita ou rejeitada, a exposição de suas obras, é importante e imprescindível, para arte de inserção da cultura ou afirmação do artista.

  1. 2 – ARTE E INTERPRETAÇÃO SOCIAL – ASSÉDIO PELA SEXUALIZAÇÃO

Existe a figura representação e sugerida do assédio na ideia, provocação e perfil de um ambiente criado ou reproduzido para a sexualização, algo comparado á ordem de [“Galinha”] no momento errado e numa sugestão que não transpõe o outro. O respeito a “Outro” – Ser humano.  A construção do pensamento mira e traduz só o corpo é pouco, para o ser pensante – HOMEM OU MULHER, na conotação de situação de assédio vivida, e confirmada que provoca invasão da liberdade de uma sexualidade livre, e aberta a sua afirmação pessoal de formação cultural construída e de expectativa em que se vive e acredita-se. A liberdade do livre arbítrio, em que o homem – mulher é livre mais na inserção de uma cultura, não somos livres aos “desrespeitos” – Desvirtuares e morais pessoais a considerar, sim, nesta via de imposição ao outro. Não somos livres, se uma cultura de politicas jurídicas de direitos humanos, não penetra e nem introduza pela proteção do individuo: Criança – adolescente, Jovens, adulto e idoso na construção da personalidade de uma consciência, a de uma sexualidade [Nossa] ou do outro (a). O sexo [Gênero na conotação do pensamento de ciências do comportamento entorno Séc. XXI introjetada], não pode ser considerado como afirmação de poder. Somos todos construídos numa sexualidade do Homem – Mulher, em seu integral, para uma mutualidade existencial, e não para centralidade do genital, numa perspectiva do genitalíssimos, que por face de escolhas, e sociedade de não aptidão e adenso psicologicamente, que sempre impositiva, ao cria-se a conotação de vida sexual idealizada e não opcional. Creio que cada um sua existência de uma sexualidade e de como usar suas genitálias, de livre arbítrio – Uma educação construtiva integral de percepção [EU] e [Outro], e do [EU com o Outro], ambiente sistêmico para sexualidade, também é essencial.

2.3 – ARTE E SENTIDO PLENO NUMA EXPRESSÃO

Arte é expressão representada por uma linguagem, o rigor do Belo, ao expressar o artista em seu artefato. A criatividade exige-se esforço em traduzir sua ideia representada, por signos o cunho e curso imaginativo ilustrado na linguagem origem utilizante. O Belo medieval é a expressão e rigor do artista que chegava aos últimos escrúpulos de artefato adornado, principalmente na pintura, que ganhava detalhes: Sinuosos, minuciosos, minúsculos adornos, traços caraterísticos e pessoais – A imagem do eu, como objeto. A exigência de um Eu e superações para transpor sua ideologia da representação objeto. Atingir certo grau de transcendência espiritual plenamente, ao esgotar a lógica e práxis no artefato criado e procriado. Raízes e origens da vida expressamente no trabalho de um artefato imaginado in natura, da arte, mais para a gestação do artista; existe vida em todos os contundentes de uma dedicação aplicada. É artefato, um formato e suporte de arte – A obra. A mesma percorre e faz um trajeto para nascer, a ideia e produção, no que se supõe [Belo] – Todo artista considera sua expressão bela, diante de sua superação infindável, de tradução do seu imaginável. Este em seus detalhes é pleno. Expressado, Moderno ou Contemporâneo de inovações tecnológicas, não existe plenitude do Esmo perto do Belo, em suas respectivas leituras e características, e essência gastada em esmeros e carinhos, numa trabalhada e exaustiva – A minha alma, e o meu espírito. Sua origem e teorias fundamentadas de arte, assim os representam. – O Belo.

2.4 – ARTE E PATOLOGIAS CONTEMPORÂNEA

Os contratempos das patologias, em duas situações: a) Patologias para estruturas com elementos especiais, hoje em arte, para empreendimentos de projetos arquitetônicos engenhados com desenho tecnológico – Uma concepção de arte, para suas minuciosas consequências do tempo de origens, e o desenho detalhista da recuperação de suas imperfeições: Fissuras, fendas, aberturas, etc. As imperfeições causados com tempo, abrangidos pelo uso, e intrínsecos potenciais de resistências danificados entornos técnicos, que se exige: Correções; reestruturações, recuperações de edificações e técnicas; restaurações detalhistas nos minuciosos para manter suas origens criadas e geminadas [Adornações, perfis, estruturas, pinturas e produtos pré-fabricados para subsidiar originalidade de projeto por considerações adequadas para uso e auxílio especificamente] e a sua fragilidades de suportes e artifícios tecnológicos extensivos à permanência do tempo exato de vigência; b) Patologias de contextos: Clínicos de psicose estética [Percepção de análise de comportamentos]. Uma situação grave, que o conceito científico e clínico, para a livre expressão de arte agressiva e rebelde de incidência, exclusivos aos excluídos artistas, que não conseguem atingir seus objetivos característicos de parâmetros normais. É considerada expressão de terapias em recuperação e terapêutico em evolução para se chegar a um grau de autoconhecimento de si e suas representações de leitura do seu comportamento [Eu aberto ou fechado], portanto expressado. A terapia, evolutiva alcance a compreensão e interpretação terapêutica de quem o acompanha, e o próprio paciente e artista, no adensamento expressado patologicamente em desequilíbrio existencial, que impõe e expõe estilos e performer de estado expressivos de psicoses [Arte conceitual], assim conceituadas clinicamente e psicologicamente anormais de punho de funcionamento psíquico do artista Contemporâneo e na introspecção aventureira de inserção de performer de artista e apresentação de uma patologia firme nos desequilíbrios existencial, que de certa forma se impõe e expõem-se seus estilos e formatos de estado e expressões de intensas psicoses [Arte conceitual], considerada psicologicamente pela percepção anormalidade de punho funcionamento psíquico do artista Contemporâneos e na investida aventura de inserção de sua caracterização numa pessoal identidade de artista e sua pretensa afinação para o contraditório. As questões polêmicas de inserção social para aceitação e identidade de uma sexualidade, não respeitadas, a exemplos: Homossexuais e filosóficas religiosas excluídas e marginalizadas, e outros autores.

Neste conceitual científico de área do conhecimento, abrimos por uma problemática a figura dos abusadores e insistentes potenciais de impulso para que estes súbitos estados psicóticos incidam a permanecer e nascer pessoas e indivíduos vulneráveis expostos, que são usados para estes desafios de suas aberrações naturais por tempo cientificamente possíveis de comportamentos por transtornos, que de forma são manipulados, roubados suas identidades e estados, em suas situações de projeções evolutiva do desafio para a sociedade, vítima em suas concepções: Éticas, políticas, religiosas, econômicas e culturais. Não podemos negar que existem: Vernissages, galerias, museus e projetos ousados para estes perfis de artistas, com externas patologias, que são os que são explorados diante de estratégias econômicas claras em destruir: Culturas e religiões afirmativas de coesão dominante, por grupos de negócios e empreendimentos de investimentos na economia interna. Que de forma terapêuticas, podem e devem serem expostas para construção dos indivíduos e ou pacientes também artistas em expressão, numa esfera de terapias involutivas ou evolutivas dos mesmos.   Por trazer desta infinita desconstrução de arte, desafios patológicos psicóticos: Abordagens de conceitos e óticas impositivas; performer para construção de padrões comportamentais em diversos aspectos; Atores exibicionistas para chamar atenção e marcar territórios pelo aceitável, com linguagem de representação artística do novo Contemporâneo preconcebido, que inegavelmente sem seguir fundamentos científicos de arte e artefatos.

2.5 – O CORPO E MODELO BIOMÉDICO: UMA LEITURA DA COMPREENSÃO EM HEIGGERIANA E TRAJETÓRIA PARA O CONTEMPORÂNEO.

O conceito e concepção do corpo, para um conjunto e estrutura do modelo biomédico, perpassam por apreciação de “Coisa – objeto”, e sentido de aparelho humano e no sistêmico por corpo de um ser vivo, sob a ótica do profissional investigador para equilíbrio de moléstias, doenças e males do corpo para uma cura, enfoco por vertentes:

2.5.1 – A ATENÇÃO BÁSICA PREVENTIVA

A preventiva construção de uma saúde previamente acompanhada para evitar e combater instancias de doenças sistêmicas inexistem e os percentuais exigidos para estado de saúde. Seria uma infraestrutura evolutiva de áreas conhecimentos e estratégias técnicas para a não evolução e atenção básica. E, portanto não funcionam mecanismos intrínsecos primordiais, exemplo: Profissionais insatisfeitos com o sistema e apenas cumpridores de cordeais contratos ou dissolutos sem compromisso com: A ciência, paciente e ética profissional; b) Programas econômicos para afirmar diagnósticos de doenças em situação de enfermidades adoecidas. E ate programas em eventuais ocasiões e sem incidências patológicas, sem continuidade e progressão científica e do paciente em seus grupos e perfis de riscos geneticamente herdados e aspectos locais e regionais; c) A população analfabética inepta, sem reação a ótica mais educada de previsão de doenças; d) Políticas desencorajadoras, mais compactas e sem inovações, mais de interesses e manutenção de poder regional. Uma característica de governos sem perspectivas de continuidade de políticas afirmativas de independência, mais pelos óticos momentos temporais de governos em evidencias, sem teor de prevenção. De forma que programa preventivo não é considerado o básico e crucial, para não se gastar tanto, em doenças, pois a força de poder de tratamento e terapias de doenças é mais bem vinda para assistência e conceitos econômicos de grupos privados, e não públicos, pois não existem. A presença de consistentes programas descontinuados e total perfil e presença de inteira exclusão e aparente inclusão de politicas de interesses econômicos e não no trabalho preventivo de saúde. Afirmação de futuros doentes e doenças preestabelecidas clinicamente se diagnosticadas previamente especificamente ao longo de transcurso de vidas e grupos etários e sexos: Crianças adolescentes e jovens, adultos e idosos. Mais prioridades são os sintomáticos graves e polêmicos a serem tratados em seus prognósticos médicos clínicos ou específicos, e ainda que incidam no corpo como índices em progresso a evitar a conotação gravíssima introduzida e integrada ao corpo, ex: Programas de controles e acompanhamentos de estados clínicos ou não de grupos/ indivíduos e faixas etárias em situações de possíveis e futuros para uma longevidade, de outra parte deficiente ou preventivos combates para enfrentamentos em crianças e jovens.

2.5.2 – DIAGNÓSTICOS DE DOENÇAS – BIOMÉDICAS

De desconstrução de um modelo biomédico construtor para o caótico sistema caríssimo de terapias de curas por medicamentosa por artifícios de interferência e tratamentos e diagnosticados por exames empoeirados por custos dispendiosos.

Sistemas de grupos, com bases tecnológicas de exames caríssimos de contextos de privadas clínicas, que não justificam tantas explorações por exames locais. Pagas em momentâneos situoticos e não de acompanhamentos e compreensão médica das doenças. Um sistema altamente caro de investimentos públicos de sustentos. As características distintas de assistências, se: Público ou particular totalmente diferenciado sem garantias de 100% de eficácia e consistente de sua qualidade por básico compromisso como o paciente e nutrida situação de contexto negócio e valorização do cliente.  Os contratos de cunho públicos de sistemas biomédicos desassistidos de qualidades de serviços e prestação de qualidade e potencial ético de padrão médicos. De considerações graves de cansativos transcursos de esperas lógicas e demoras por longas filas e ambientes sem amplos confortos, e: Exames de sangue, e patologias etc. Os assistidos particulares evidentes por prioridades em tempo e habilidades e infraestruturas especiais, totalmente empoeiramento do dinheiro investido e não pela valorização do corpo e saúde.

2.5.3 – PROGNÓSTICOS E TRATAMENTOS TERAPEÚTICOS DE ACOMPANHAMENTOS EVOLUTIVAS: AFIRMAÇÃO AUSCULTAÇÃO DO CORPO.

O sistema existe, abrange e compreendem a manutenção de vias do privado, que não tem por missão empresarial de valorização do corpo e o ser vivo, mais pela percepção de Objeto – Coisa, por conotação de negócio e uso de uma permanente manutenção do sistema subsidiado, em vínculos de cunho e ambiente político sistemático, onde principalmente não ocorrem concorrência de mercado. Exames de prognósticos de doenças e tratamentos terapêuticos: Exame de custos altos sempre sem variação de outras empresas laboratoriais para verificação comparativa e aberta afirmativas e entornos inováveis, em sentido de pesquisa e cura dela, objetivo de uma valorização – Vida e corpo, objetivo de uma terapêutica especializada. Que, portanto, deveria haver rodízios para dar seguridade aos exames, e não aberturas a corrupção, pela sequência permanente de paciente exposto pela confiança em um especialista. – O médico a mercê de:  Verdades estudos e pesquisa investigação casos especiais e a possíveis inverdades para manter e sustentar a necessidades financeiras por objeto [Exames repetitivos de acompanhamento investigativo. Uma cadeia submissa do paciente e da doença, na afirmação e presença de doenças com elevação de grau ou diminuição de uma existência de focos de combates infecciosos de doenças ]. A rotatividade de exames, seria á alternativa correta para a não dependência e exclusivismo de biomédicas e sistema privado, pois o público não mais subsiste, e a expectativa de longevidade de pacientes pela cura, mais pelas doenças espionadas até uma morte ou não.

2.5.4 – TRATAMENTOS INTENSIVOS TERAPEÚTICOS – INTRANSPARENTES PARA ACOMPANHAMENTO FAMILIAR OU E PACIENTE

É corporativo, ambas as presenças de mercado: Privado e público. A transparência para vinculação e acompanhamento paciente ou familiar dado ao inviável impossível racional, por sistemática intrínseca de informação livre acesso, pois o sistema é investido para cura e recuperação enferma. Todo conjunto de exames laboratoriais submetidos e sua evolução sem a real significação abertas expostas para verificação de estado comprovatórios: Cunho biomédico terapêutico e nem especializada médica intensiva plantonista. Em caso de informação caso procedida apenas formalizo, de estado clínico presente. A disseminação da informação é censurada, ao investidas totais inviabilidades públicas ou casos restritos. Um sistema caríssimo, e usurpador, principalmente casos com ótica de laudo de incurável – Casos enfermos de doenças traumas sem perspectivas científicas de curas afirmativas, casuísticas especiais raríssimas. Casos internos ou externos, são oferecidos intransparentes. Hospitais públicos sucateados e subsidiados para o privado. Uma carência em laboratórios técnicos profissionais e auxiliares terapêuticos. Aparelhos antigos sem inováveis tecnologias de investimentos de sistema de saúde renovadores em suas políticas hierárquicos. E quando existem, presenças de profissionais desatualizados para o campo investigativos laboratoriais clínicos e ausentes investimentos científicos – Infraestrutura investigativa para cura das doenças. Um sistema totalmente monopolista intransparências para consistir ao Objeto da doença financeira. De outra forma, umas linhas evolutivas sustentáveis Contemporâneas inexistem.

2.5.5 – SISTEMAS PÓS – MORTE – CORPOS AO CLÍNICO SUBMETIDO.

O sistema compreende de exames: Autópsia, necropsia ou exames cadavérico.  Além de tendências ao mapeamento de DNA, e outros específicos para casos: Cadavéricos em remoção de restos mortais, exposição de afirmativas concepções de investigação científicas civis probatórias ou prognósticos de origens hierárquicos, cargas genéticas familiares determinantes ou genealógicas de doenças. Serviço assistidos mais por clínicas Uma parte básica pública e subsidiadas para privada. O sistema mantenedor para o privado exclusivista de monopólicos e cadeia dominante, se rodízios de venda e comércio de exames e assistência feedback a ciência investigativa positiva e profissionalismo para esclarecer e gerar [produzir] conhecimento circunstanciado pela hipótese experimenta teórica prática laboratorial para afirmativas de teses.

2.6 – O CORPO E A SEXUALIDADE DO ARTIFICISMO CONTEMPORÂNEO – IN NATURA GENÉTICA EM HEIDEGGER

2.6.1 – O CORPO E TRANSEXUALIDADES – PERSPECTIVAS TRAZIDAS AO ALCANCE

O desenho perceptivo inexistência de formação da construção, mudanças e transformações por decisões e escolhas pela desconstrução biológica genética determinante do corpo matéria – Objeto e vida da personalidade de uma alma imperativa do sexo por gênero [Afirmativas de ideias sentimentais emotivas de personalidade destruídas psicologicamente tragadas pela não conotação de heranças normais da vida e indivíduo por infusíveis desencontros naturais para contextos imaturos e inseguros: Como me vejo? E percebe -se desconotativas de corpo biológico genético plasmado e gerado. Ideologia de transformação de corpo transexualizado e oposto a natureza identidade genético de corpo, e não pela concepção – Corpo [Objeto e Coisa particular] descaracterizada da alma e espírito cientificamente reconhecida intrínseca ao ser vivo – SER HUMANO. O sistema público de assistência é incapaz e pelego, nesta orientação ou reorientação psicológica de transcursos neste processo, pelo imperativo comercial dada ao acesso, de cunho e teor financeiro de altos custos privados, que público.  Uma convicção confluência de transparência das transposições e da idade involutivas do corpo ao recurso artificialista [Conceito: Contra – feito, fabricado, postiço e disfarçado portanto dissimulado e enganador- Falso, de Adj. De projeção uma arte profissional médica técnica ilusória correção biológica  in natura e não inato, que do congênito nasceu individualmente.]. Essa construção de pensamento de informação e comunicação ao indivíduo soma-se imprescindível acessos de aprendizagem e conhecimento para percepção de uma identidade sem determinismos imperativos de tendências desconstruídas para a construção de entornos pragmáticos em seus contextos sociais livres… Compreender as transformações do por que ocorrem e quais necessidades: Carentivas psicológicas e afetivas a serem repostas a reconquistar readquiri novamente e para recuperar e trazer á memória biológica de um ser Homem ou mulher ao relembrar para identificar-se Natural individual.

As informações e conhecimentos devem ser construídos paliativo disseminarias perceptivas, mais obrigatórias de aprendizagem de contextos totalmente programáveis formativas que evidenciem realidade auto – questionantes também, vivências e experiências nas inter-relações transcorridas e suas acentuações negativas ou positivas desencadeadas pela desconstruída sexualidade nata, descanalizada da realeza do sexo origens. Esta direção familiar e entornos de formação da personalidade se distância de importantes: Afetividade e genitalíssimos em seus determinantes, nossos genótipos. Diante destes conflitos existenciais e ausentes, a ótica de uma sexualização alusiva para exaltação impostas de sexualidade harmônica de diferença [“M ou F”]. Umas instâncias circunstanciada da formação individual capacitantes intrínsecas naturais e a adquirir de nossos conjectures das personalidades inerentes aproximados que afetivamente e psicologicamente adquirimos e ou absolvemos a somação à formativa individual, essenciais principalmente aos processos entronizante necessidades de “meiguices afetivas”, em carentes situações desconstruídas concretizadas, ao longo em avolumados e acrescidos a sim mesmos, a prorrogar sem percepção autoconhecimento do Eu e reconstrução emocionais destas ênfases.    A canalização de indivíduos desviados de sua pessoal identidade diferentes, principalmente caracterizados por des – infraestruturas familiares debilitadas e despreparadas incapacitantes, mundo interno e nas apologias externas. A sociedade em desequilíbrios inconsequentes numa contradição: Apresenta, sugere e introduz desconstrução – reconstrução induzidas para artifícios e reprimir assumidas imaturas decisões num “Destino” irreparável e inconsequente sem aparatos institucionais de sustentabilidade ao [Novo introduzido – ser humano], em desleais situações e infraestruturas sociais, culturais e econômicas   promissoras para gênero – Outro Sexo].

2.7 – O CORPO COMO MIRAGEM E SEMELHANÇA.

O corpo como equilíbrio e harmonia com os parâmetros técnicos: Nossa corpórea x e peso/altura científico equivale concentração com metabolismo e saúde. Os padrões comerciais de beleza imposta pela mídia, equivalente a idealização e miragem de beleza, uma ótica errônea padronizada do corpo e descompensionada. Nas instâncias de evolução do crescimento: Criança/adolescente e adulto, temos um signo cronológico – médico [Linguagem indicada de consistência a seguir]. O corpo humano, é semelhança – Seres vivos, numa compreensão sistêmica, onde define-se espécie a criatura humana, distante de padrões estéticos com saúde – equilíbrio, somos semelhantes [Ambos sexos M ou F].

A percepção comercial de Coisa – Objeto ao corpo desconsidera um estilo próprio de evolução concreta estimada de saúde, pelos consistentes parâmetros médicos/nutricionais indicados, que nem sempre corresponde por miragens entronizadas pelo comércio de produtos e situações: Cor/brilho; Corpo malhado com massa desenhada por músculos exaltantes e avolumados; Estrutura do corpo magismo/ mulher; Barriga tanquinho com curvaturas de padrões de super miss da ditadura das polegadas idealizadas ou Teacher personal treine física visual representado. Por trás existe toda comercialização de atos cirúrgicos de correções com altos índices de exageros entorno de estética, em nossa concepção para alternativas de correção para deformações genéticas, e não para recompensações de equilíbrios da Coisa – Objeto do corpo. Onde a medicina exercida sem regras e controles de inserções de profissionais, que arriscam tais processos sem formação e aparato acadêmico empírico e prático para exercício legal médico. Um sério problema social para a medicina estética legal – Uma questão problematizada na sociedade de comércio atual. Todo ser humano compreende até onde, consiste sua miragem, sem perder a ótica de si proporcional para si, e para os outros. Diante deste, não é normal a miragem e uma semelhança divina natural.  Objetivar e mirar na aparência, em se relacionado com apoderação e apropriação e “cobiça” do outro, é desproporcional para situação psicologicamente indicada – Padrão de corpo comercial.

Consideramos que a miragem segue equilíbrio de saúde nutricionalmente e educada em alimentação, sem descompensação ao: Alimenta – se ; Ao hormonal em desarmonia; Ou por exigências  de vitaminas de reposição; Descompensadas de doenças [Perdas], e ou Potenciais de substâncias de interferência ao contínuo processo de medicação compensatório ao volume do corpo: Água, Gordura , Massa corpórea  , e etc. Um estágio e incidência de doenças: Obesidade mórbida  tipo 1; Obesidade adquirida tipo 2.

O corpo médico/psicológico especializado, possuem parâmetros e mecanismos para indicar e posiciona-se ao indicador de correções estéticos para educação alimentar/ nutricional/psicológico , em suas relações aos processos cirúrgicas e tipos indicados: a) Avaliação de exames específicos; b) Desenho de doenças presentes ao corpo/ indivíduo; Avaliações de outros profissionais especializados – Grupo de pesquisa e investigação das técnicas; Sistemas de cooperação – público  ou privada de assistência direcionada aos padrões econômicos  da paciente. A sistemática, ainda é de custo alto, e não oportuniza a todos que carecem de sistêmico conjunto de saúde pública. E um vínculo que merece cuidados rigorosos e minuciosos pelo risco, de uma idealização padronizada de beleza e esteticamente comercial. Programas básicas de acompanhamento abarque mais paciente que merecem estilo de sobrevida e motivação. Portanto sistema público, mais atenção.

O Brasil, não é considerado um País com sistema mundial de Saúde – S M S , relatório técnico sobre obesidade, mais de grupos de riscos, e aspectos considerais com potenciais entornos de progresso para construção evolutiva de ossos: Crianças em circunstâncias alimentar desequilibrada em : Calorias indicadas, variações e ofertas/presenças da desnaturalização de produtos e alimentos indiadas para crescimentos e metabolismo/processamento normal sem altos índices de compensações: Aspectos culturais, e com a preferência de paladar; Estima; Estímulos comerciais; Facilidades de manuseio e Acessos, e etc.

De preferência e indicação pela presença de estilos naturais/nutricionais indicados, onde continuam e aperfeiçoam seus cardápios: Produtos ofertados para venda, e ou alimentação assistida pelos programas de inserção ás escolas. Estes sem porções, com taxas/volumes/calorias normais: Gorduras, açúcares, e vitaminas – sais minerais, e etc. Políticas mundiais com discernimentos coesos de direção que merecem atenção e aditivos/mecanismos pelo sistema de saúde local e regional indicado bastante consideração e aplanamento futuro no próspero em atenção a saúde básica. Programas/políticas de orientação para reeducação alimentar para: Famílias, Escolas e Instituições/Empresas [Públicas – privadas], de indicativos e mecanismos de equilíbrios em alimentações: Teores nutricionais indicados com segurança.

A comercialização de publicidade – Fortes apelos e atração: delícias e golesemos, atraídas pelo olhar da suculências para o paladar, indivíduos extensivos psicologicamente para compensações e desejos a suprir, tornar uma “mina” para desregulação alimentar de seus planos para o metabolismo/nutricional em horários biológicos do corpo, em relação á instâncias evolutivas de crescimento do mesmo: Crianças/adolescentes/jovens, Adultos e idosos. A estratégia, tática comercial e publicitária, de formas oportunistas e atrativas, também tem sua parcela de contribuição negativa, e não construtiva, por não enveredarem pela equidade de pré – renovação alimentar para sustentabilidade – Corpo natureza. “Uma característica de publicidade e [Merchandising], é a situação de produtos com teores de açúcares e gorduras sem padronização normalizada e regulada correta, expostas aos apelos aspectos em Serviços caixas, balcões etc.

Se faz, necessário também, todo um sistema de regulação/MAS – Organismos, para a industrialização de produtos sem conjuntos de padrões nutricionais e técnicos equilibrados ou transparentes em suas composições químicas,  potenciais de vitaminas e processadas por fabricação dos mesmos por tendências e mentalidade sem controles legais, que não seguem normas e nem o são fiscalizadas ou assistidas para reversão de suas políticas desregulardes em seus processos. O comércio é Livre – Mercado, mais com padronização e normalização reguladoras – Organismo interna-externo em suas normas nacionais e internacionais: Fabricação, industrialização, produção e comercialização de seus produtos/marcas. Adequação para saúde/indivíduos e comércio, e sua construção, pelas miragens [Corpo].

 CONCLUSÃO

Com entonação reflexiva, a uma realidade Contemporânea nestes referenciais construídos a percurso de conhecimento e trajeto para o “diálogo do corpo”, com alusão as determinadas temáticas, somente resultou para uma construção de pensamento, conscientes de que somos constituídos  de : Corpo, alma e espírito consideravelmente, pois um não sobrepõe os outros, e em harmonia natureza alusiva num [Todo] – Somos completude, em consideração: a) Arte e artefatos em consonância com informação [Signo] e linguagem de forma expressiva, e objeto na perspectiva da sexualidade do corpo e variantes conotativos: Culturais; Econômicos e seus contextos de imagem em instância da concepção – O belo para o artista e público; b) Arte e suas patologias Contemporânea, pela ascensão perceptiva da psicose apelativa por contornos estéticos de aberrações, expressão impositiva pela aceitação para a sociedade e instituições, num processo presente estado psicológico , e ainda a presença escapissimos de interesses patrimoniais  econômicos e culturais, e religiosos sem conteúdos éticos com percentagens de incentivos para projetos culturais e artísticos, para ultrajar virtuais e comportamentos descaracterizados de ideais para entronizar “ ditos comerciais”; como arte é livre? Expressão artística e presença de costumes, crenças e comportamentos culturais de inserção sociais necessários para penetração e reconhecimentos de uma expressão de arte. Se existem divergências e disparidades de interpretação as suas: Formas, contornos e imagens, às respostas de enfrentamento pela descaracterização de comportamentos, padrões e conceitos de idealização sociais; d) Arte e interpretação social pela entronização de assédio, vias da sexualização do corpo, não pela expressão e belo da arte, em relação a imagem do corpo. (Um potencial, que a cultura “machista” de uma sociedade tende por decrescer o nível de uma sexualidade em equilíbrio e respeito emocional – racional; ´e) Arte e sua plenitude  pela expressão, em sua  e rigor do Belo, em busca de suas superações e dons artísticos,  buscas pela atingíveis, a uma relação com superioridade suprema de Deus, em seus alcances pela alma e afirmação da personalidade de indivíduos e espírito [Transcendências de vida]. E continuando, a posição e visão Contemporânea do corpo; f) Modelo biomédico, na leitura de Heideggerina, numa trajetória de uma realidade: Atenção básica preventiva desconstruída e desarrimada ; Diagnósticos de doenças, em ativos mecanismos laborativas de exames, única alternativa da medicina especializada e clínica viável para diagnósticos de improváveis doenças – Altos custos, dispendiosos e de cunho imperativo do setor clínico privado, onde o paciente  e especialistas profissionais médicas, mantém relação de dependência econômica e técnica de seus resultados; Prognósticos e tratamentos terapêuticos, super refém da veracidade de seus exames, sistema privado e imposto pela marca de padronização comercial e não de serviço a dispor de uma saúde a construir, que ás vezes políticas de descaracterização de regulação, corroborando que ás vezes em sistemas de manutenção e sustentação da  doenças e não da cura; Tratamentos intensivos e suportes laborativas ausentes – Sistemas públicos caóticos desprovidos da manutenção de um padrão adequadamente normalizados regulados em seus: profissionais/setores especiais; Produtos médicos renováveis de saúde e aparelhagens tecnológicos idearias cientificam-te; Mecanismos e suportes de assistências laboratórios minimamente adequados; Sistema privados com uso de subsídios públicos em situações caóticas, que viabilizam exames: Autopsia e ou necropsias , também exames cadavéricos, além em outras esferas clínicas  exames de mapeamentos genéticos  DNA,  e   etc. Em custos altos, e imperativas pelos resultados positivos; g) O corpo e a relação da transexualidades em diálogos  em Heidegger, e percepção da era da tecnologias  e dinâmicas de processo / diagnósticos médicos para viabilização e apelos pela ótica de cirurgias corretivas das genitálias (Masc. Fem.),numa apologia ao Genitilismo e não a uma sexualidade integral do [SER] e desenhos, o corpo tratado como coisa – Objeto, diante de consideráveis  orientação para um conjunto comportamento psicológico, humano e social de inserção da sexualidade, não aceitação do próprio corpo pela homossexualidade e personalidades construídas ou desconstruídas, somente interpretação impositiva da Vivência sexual do genitalíssimos, e não pelo caráter e virtude da personalidade de uma integra sexualidade afirmativa em uma genética biológica evolutiva de corpo em paralelas e similaridades para um homem e ou mulher; i) O corpo como miragem e semelhança – O paralelo entre miragem e semelhança, que padrões beleza pela conotação de comercialização e idealização publicitárias  de inserção de mecanismos de mudanças e transformações de comportamentos. A relação de uma ótica entre padrões médicos/nutricionais educativos em equilibrados: Massa corpórea x peso/altura científico indicado, em equivalência. A concentração de apelos correções estéticas, de uma comercialização da matéria coisa [Corpo]. A construção de uma miragem idealizada de para aceitação de si mesmo, e outros socialmente inseridos – Padronização, e não na construção educativa por uma equitativa do pensamento de corpo/Saúde/Nutrição – Alimentação adequadamente construídos. E que as correções médicas/saúde, alcancem situações e indicações consideráveis de correções desnecessitáveis normalmente, para aplicações técnicas de equilíbrios. A arte, a imagem e a sua linguagem representada com informação e conhecimento conservem sempre em todas as áreas do conhecimento, principalmente á arte estética médica, que aborda o corpo como objeto de miragem de idealização da construção da personalidade da Alma, e transcendência de aceitação no Espírito. Um apelativo para afirmação da sexualidade totalidade integral com um sistêmico com seres vivos e cadeia em evolução da Terra [Comunidade natural], expressão desconstruída de uma construção filosófica comercializado do Belo – Imagem, pela ótica do material e não pela semelhança com o outro, consigo, em criação de um Deus – o homem Divinizado.

REFERENCIA

  1. Miranda, D., (2018). Nas trilhas da criação: Reflexões sobre o corpo, autoria e discurso. UEFS, Feira de Santana, [Palestra].
  2. Nascimento, C. P., (2018). Arte degenerada – ascetismo idealizado do corpo na censura ás manifestações artístico. UEFS/UFMG, Feira de Santana. [Palestra].
  3. , (2018). A presença do corpo na história da arte. UEFS/UFMG, Feira de Santana. [Minicurso].
  4. Lessa, K. de., (2018). Nas trilhas da criação: Reflexões sobre o corpo, autoria e discurso. UEFS, Feira de Santana, [Palestra].
  5. Ornelas, R., (2018). A recusa do espírito sem corpo: Sobre apropriação e hierarquia. UEFS/ UFBA, Feira de Santana, [Palestra].
  6. Santana, M., (2018). O corpo como miragem e semelhança. UFRB, Feira de Santana, [Palestra].
  7. Vasconcelos, C., (2018). Almeja estabelecer um espaço de discussão filosófica sobe o tema do corpo e das corporeidades, em diálogo com a arte, a psicanálise, a medicina e psicologia, UFFS, Feira de Santana. [Palestra]
  8. , O modelo biomédico e o conceito de corpo: uma leitura Heideggerina, UEFS, Feira de Santana. In. I encontro sobre o Diálogo do corpo – UEFS . Feira de Santana, 2018. [Palestra]

[Ensaio :Diálogo do corpo – Perspectivas: A presença do corpo na história da arte – Visão Charliston Pablo do Nascimento.” Novas percepções com sem tecnologias inovadoras”. Jusenildes dos Santos, University Europeia Atlantic – Ibero Tecnologia da ciência e tecnologia, Teologia e política – FCP, 2018].

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jusenildes

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