Influence of individual on group housing of newborn calves on rotavírus ant coronavírus infection duringthe first 2 months oflife

Abstracts:

Bovine rotavirus A (RVA) and bovine coranavirus (COV) are the two main viral, entropathogenes associateol, with neonatl calf diarrhea. The aim of the present worp was to study the the impact od group and individual housing sistems in the epimiology of RVA and Cov infection. Covinfecção. Onze bezerros criados em alojamento individual (FA) e nove bezerros em alojamento coletivo (FB) eram vitais. Amostras de fezes e soro foram testadas para RVA e Cov authgens por Elisa. Ig G1 antibodies (Ab) to both antigens were also measured. From the 160 fecal sample collected, the proportion of positive samples to RVA and Cov and Cov was significantly higher in FB ( 23, 6%) than in FA ( 9%) ( p-0,03). The geometric mean of colostral IgG1 Ab titers to Cov was significanthly higher in FB ( 23.6%) than anti-RVA 1782.9) was lower than in FB (1gG1 anti – Cov 10, 321; 2 and anti-RVA 40 96) at birth. Calves less than 2 weiks) of life from  FB had a higher risk of being infected by RVA(OR – 4.9; p-).01) and Cov (OR – 17.15; p=0.01) than Calves from FA. The obtained resuths shwed that there was higher RVA and Cov shedd in in group –housed animals.

Kewords: Bovine coranavirus. Bovine rotavirus. Dairy Calf. Group housin. Individual housing. Longitudinal study.

Resumo:

O rotavírus A bovino (RVA) e o Coranavírus bovino (COV) são os dois principais vírus, o entropatogenes associativo, com diárreia de bezerros neonatos. O objetivo do presente trabalho foi estudar o impacto de grupos e sistemas de alojamento individuais na epimiologia da infecção por RVA e Covinfecção. Onze bezerros criados em alojamento individual (FA) e nove bezerros em alojamento coletivo (FB) eram vitais. Amostras de fezes e soro foram testadas para RVA e Cov antígenos por Elisa. Anticorpos Ig G1 (Ab) para ambos os antígenos também foram medidos. Das 160 amostras fecais coletadas, a proporção de amostras positivas para RVA e Cov e Cov foi significativamente maior no FB (23,6%) do que no E A (9%) (p-0,03). A média geométrica dos títulos de IgG1 Ab colostral para Cov foi significativamente maior em FB (23,6%) do que anti – RVA 1782,9) foi menor do que  em  F B (1gG1 anti – Cov 10, 321; 2 e anti-RVA 40 96) no nascimento. Bezerros com menos de 2semanas) de vida de  FB teve maior risco de ser  infectado por RVA (OR – 4,9; p -). 01) e Cov (OR – 17,15; p = 0,01) do que bezerros de  FA. Os resultados obtidos mostraram que houve maior RVA e Cov derramanto em animais alojados em grupo.

Palavras-chave: Coranavírus  bovino. Rotavírus bovino.- Bezerro Leiteiro. Casa do grupo. Habitação individual. Estudo longitudinal.

 ACTIC – AP&C

Tópicos e eixos

  1. Objeto de estudo e observável [Diarrehea]%
    1. Calves sheddying
    1. Daisy Calf
    1. FA y FB sequenciais propostos contínuos
  2. Gulliksen et al 2009 Curts et al. (2016);

Resultantes e análises

*Dairy Calf – Ambientes e protocolos e tempo/ controles no colostros e variáveis [FB] + infecção CoV. RVA 3p/6 semanas de vida.

* Sair da base de reparação para calouros com a prole ;

  • Calves enrolando in the study and taking on not enough to find this association;
    • Inalação respiratório ( Ambiente – Área y fecal eliminação- derramando fecal);
    • Significante, não houve uma associação  entre a eliminação  do CoV vírus e a dirrehea.  Proposições  de números e captação de coletas insuficientes avaliados e sem controles de variantes aos descartes.
  • RECOMENDACOES
    • Controles de variantes e detalhes mínimos  estatísticos (Bases – ambientes ( P) ( M) e( D). Sheddying through out this  study – CoV were observei amoung 3 to 6 weeks – housed in the firt 2 weeks of Life in the group – houve animals;
    • FIG 2 – GRAF FA y  FB análise citação 1;
    • No estudo e amostragens por semanas e sequenciais, citações  e orientações fundamentos teóricos epistemológicos por eixos de citação e práticos,  sem exclusão,  não matrizes e diretrizes protocolares, para ensaios contínuos observáveis  e associações;
  • AUSÊNCIAS DE MAIORES CONTROLES AS VARIANTES E COMPORTAMENTO
    • Controles de tempo colotros e mudanças ambientes que nutrem pontuantes, as citações sugeridas posteriores manipuláveis (Calves), Graf “ 2”;
  • DEMONSTRAÇÃO DE COLAPSOS
    • Desbaste de variantes apresentáveis, sem  devidos controles [ A] [M] [D]
    • Diversidades e mudanças nas manipulações (Ensaios), sem varificadores ( I) (G1- 1g;
    • AB – CoV – CoV RVA 3/6 semana de vida + infecção 3p/ 6  semanas de vida[ B], sem controles no colostro e ambientes [ FB];
  • DEMONSTRAÇÃO DE COLAPSOS
    • GRAF “2”FA Y FB
    • Sem detecção nas coletas – variantes sem controles ( Descartes); Desassociados as manipulações sequenciáveis que devem   acompanhar  outros e referenciais inovadores [ Tempo/ estabelecidos observáveis [ Sem controles?] Colotros to [B]  sem controles e variáveis;
    • Amostras fecais coletas Sheddying com vírus CoV. Y antígenos por descartes [+ Controles] aos diferenciais.
    • Mutações – Variantes descartes [ + Controles] aos diferenciais;
  • AVANCADOS – ENSAIOS DEMONSTRAÇÃO
    • CONSIDERAÇÕES – CITAÇÃO [to investigate the other pathogenes involved in the microbiology of the neonatal  Calf diarrhea ;
  • RRECOMENDAÇÕES
    •  Dados Gráficas e Imagens estatísticos;
    • Dados sequenciáveis as variantes e descartes;
  1. Dados controles protocolos
    1. {I iniciantes } y {Mediantes} y { Finais};
  2. CITAÇÃO
    1. Futuros – Observáveis;
    1. Referenciais – bibliométricos citantes por Groups e individuais;
    1. Interdisciplinares e disciplinares áreas de concentrações e linhas de pesquisa “QQ” em fomento em sequencias antes e posteriores observáveis  publicados interno e externo;
    1. Objeto de observacional e experimentos pesquisa  to investigate CoV y  rotavirus e associáveis prognósticos é diagnósticos com ativos microbiológicos;
    1. Objetos de estudos e investigate Multidisciplinares e pluridisciplinares;
    1. Biodiversidade; Pluridiversos e Ecossistêmicos sustentáveis C & T.

Att.

Santos, Prof.a  Dra. Jusenildes

CINFO – TIC – PROJETOS

CRB -5 SE 002031/0

“O futuro da publicação e da comunicação acadêmica – Relatório do grupo de peritos para a Comissão Europeia”

” Prospecto de estudos, analitica e investigaca”

 Editado por

Peritos Independentes: Jean-Claude Guédon, Presidente e Relator da Universidade de Montreal, Canadá Michael Jubb, Relator, Jubb Consulting, Reino Unido Bianca Kramer, Universidade de Utrecht, Holanda Mikael Laakso, Escola de Economia Hanken, Finlândia Birgit Schmidt, Universidade de Göttingen Alemanha Elena Šimukovič, Universidade de Viena, Áustria / Lituânia

Especialistas que representam organizações: Jennifer Hansen, Fundação Bill e Melinda Gates, EUA Robert Kiley, The Wellcome Trust, Reino Unido Anne Kitson, Grupo RELX (Elsevier), Reino Unido Wim van der Stelt, Springer Nature, Holanda Kamilla Markram, Frontiers, Suíça Mark Patterson, e Life, Reino Unido.

O Grupo de Peritos foi criado em setembro de 2017 para apoiar o desenvolvimento de políticas em ciência aberta, com referência especial a publicações acadêmicas revisadas por pares. Os termos de referência exigiam que o Grupo identificasse princípios gerais para o futuro das comunicações acadêmicas e publicação de acesso aberto; rever os modelos de acesso aberto Gold e Green e seu potencial maior desenvolvimento; analisar novos tipos, locais e modelos para comunicações acadêmicas e sua potencial escalabilidade; e fazer recomendações específicas. Também nos pediram que levássemos em consideração os efeitos dos avanços tecnológicos na comunicação acadêmica, para avaliar novos atores e papéis emergentes, funções e mecanismos existentes na comunicação acadêmica.

Nas primeiras discussões com os funcionários da Comissão Europeia, o Grupo de Peritos foi encorajado a ter uma visão ampla e ampla do futuro da comunicação acadêmica para apoiar o planejamento futuro da Comissão Européia. Assim, procuramos desenvolver uma visão de como a comunicação acadêmica poderia evoluir nos próximos dez-quinze anos, articulada em dez princípios. A visão é baseada em nossa melhor análise de desenvolvimentos no passado recente, incluindo o surgimento de iniciativas promissoras e um exame de seu potencial de expansão nos próximos anos. Também toma nota das várias forças que ajudam a entender como a comunicação acadêmica e a publicação foram moldadas. O relatório passa então a delinear alguns passos fundamentais que podem ser tomados para avançar em direção a essa visão, incluindo medidas para a Comissão e outros atores. Uma lista de recomendações e ações relacionadas acompanha a descrição das principais etapas. Em conjunto, estas recomendações formam a substância deste relatório. O sucesso das recomendações será medido em parte pela medida em que, em conjunto, respondem às questões levantadas nos termos de referência, às preocupações expressas pelo Grupo e quanto interesse gera em comunidades relevantes. Em última análise, será medido pelos seus efeitos – ou falta deles – nas decisões políticas da Comissão Europeia e de outros decisores políticos em toda a Europa e mesmo fora dela.

Nosso trabalho foi definido no contexto do trabalho já em curso antes de sermos estabelecidos como um Grupo, incluindo o que se refere à Nuvem de Ciência Aberta Européia (EOSC), o trabalho da Plataforma de Política de Ciência Aberta (OSPP) e uma série de outras Grupos de especialistas, como Transformar dados FAIR em Realidade. Temos também em conta o trabalho da Comissão para desenvolver uma plataforma aberta de publicação de investigação.

O Grupo é composto por doze membros selecionados pela Comissão Europeia entre os candidatos que responderam a uma chamada. Os membros se dividem em duas categorias: seis especialistas independentes selecionados para representar o interesse público e seis representantes de organizações com atividades relacionadas à comunicação acadêmica. Ambos os grupos de especialistas foram selecionados, tanto quanto possível, para refletir um equilíbrio em termos de especialização e experiência, diversidade geográfica, idade e gênero. As organizações incluíam pesquisadores, bibliotecários, representantes de fundações, editores, incluindo editores de acesso aberto. Coletivamente, o Grupo demonstrou um alto nível de conhecimento e experiência nos tópicos abordados neste relatório. A resolução de diferenças de perspectivas também faz parte do esforço coletivo para a elaboração deste relatório.

O Grupo de Peritos reuniu-se pessoalmente em três ocasiões e colaborou intensamente através de teleconferências várias vezes durante o seu mandato. Representantes de diversas organizações ativas na comunicação acadêmica foram convidados a apresentar e discutir suas perspectivas no segundo e terceiro encontros. Os membros contribuíram com substanciais corpos de texto e comentaram vigorosamente os sucessivos esboços deste relatório. Eles promoveram a redação e edição usando ferramentas colaborativas on-line.

O Grupo de Peritos se beneficiou de apresentações e discussões com especialistas convidados que complementaram nossa própria experiência em áreas específicas. Assim, gostaríamos de agradecer aos seguintes colegas: Barbara Kalumenos (Diretora de Relações Públicas, Editores STM), Iryna Kuchma (gerente de Acesso Aberto, EIFL), Pierre Mounier (Edição Aberta; Diretor de colaboração internacional), Kristen Ratan (Diretora Executiva e Co -fundador: Conhecimento colaborativo

CAPÍTULO 1. COMUNICAÇÃO E PUBLICAÇÃO ESCOLAR: CONTEXTO RELATIVO AO RELATÓRIO

 A idéia de que os problemas de ordenação de conhecimento estão ligados a questões de política não é muito original na história da ciência. Mas essa perspectiva tem sido amplamente ausente dos debates sobre o cenário da mídia em mudança da ciência e do futuro da publicação acadêmica. (…) Acho que precisamos parar de continuar como se os problemas da publicação acadêmica fossem simplesmente uma questão de melhorar os meios pelos quais os especialistas se comunicam uns com os outros e, ao fazê-lo, obter recompensas profissionais. Alex Csiszar, The Scientific Journal. Autoria e Política no século XIX (Chicago: University of Chicago Press, 2018), p. 3

O “cérebro do mundo”, a comunicação acadêmica e a publicação acadêmica

A comunicação acadêmica existe para oferecer aos pesquisadores a possibilidade de participar de um sistema distribuído de conhecimento que se aproxima da visão de H. G. Wells de um “cérebro mundial”. Esta seção tem como objetivo esboçar as transformações da comunicação acadêmica nas últimas décadas para entender quais forças estão moldando o futuro. Wells estava “… falando de um processo de organização mental em todo o mundo”, que ele acreditava “… ser tão inevitável quanto qualquer coisa pode ser nos assuntos humanos. “O mundo”, concluiu ele, “tem que unir sua mente, e este é o começo de seu esforço”. 3

A comunicação erudita no sentido transmitido pela metáfora de Wells refere-se a qualquer forma de intercâmbio usada por acadêmicos e pesquisadores para participar da elaboração do

conhecimento por meio de discussões e conversas críticas com outros seres humanos. Isso engloba todos os procedimentos, desde a conversa puramente informal até o estágio altamente formalizado de “publicação”. De fato, a publicação acadêmica pode ser definida como o subconjunto formalizado de comunicação acadêmica. Posteriormente no relatório, os elementos incluídos no processo formal de publicação serão explicitados.

A interconexão entre os pesquisadores surgiu pela primeira vez com a criação de várias comunidades faceto-face, em grande parte orais, na antiguidade. A preservação desses ensinamentos e discussões (diálogos) foi confiada a manuscritos transmitidos à posteridade através de cópia cuidadosa. Mais tarde, os indivíduos foram capazes de se conectar através do espaço com o estabelecimento de vários sistemas postais. Com a disseminação impressa, em grupo e em rede, o conhecimento tornou-se muito mais fácil. O principal insight de Wells era que a velocidade aumentada das telecomunicações significava que o mundo estava se tornando uma comunidade conectada. Essa tendência, primeira associada ao telégrafo, está se movendo com mais força oitenta anos após a profecia de Wells: a Internet e a telefonia móvel exibem essa conectividade global de maneiras espetaculares.

Como será visto mais adiante, a visão de Wells de um cérebro mundial que torna todo o conhecimento do mundo acessível aos cidadãos em todo o mundo fornece uma imagem poderosa para um estado ideal de comunicação acadêmica. Também destaca a natureza profundamente conectada dos pesquisadores: eles são frequentemente descritos como indivíduos competindo ferozmente entre si, mas limitar os pesquisadores ao seu lado competitivo é tanto incompleto quanto equivocado: eles também compartilham muito e colaboram, muitas vezes em todo o planeta. Sem um equilíbrio adequado entre a competição e a cooperação, os processos que acompanham a evolução da erudição humana não podem prosseguir de maneira ideal.

  3 Wells, H.G. (1938). Cérebro Mundial. Londres: Methuen & Co., Ltd.

O equilíbrio entre as duas forças opostas de competição e cooperação é moldado em parte pelas formas pelas quais os pesquisadores se comunicam: em conversas orais em torno de seus espaços de trabalho, nas várias formas de buscar informações, e nos vários meios disponíveis para Para difundir os resultados da pesquisa, os estudiosos oscilam constantemente entre um forte senso de identidade individual e a consciência de pertencer a uma comunidade4. Em particular, envolve o acesso às alegações de pesquisa de seus pares. Até recentemente, isso significava imprimir e ler materiais impressos.

Publicação acadêmica, o sistema de pesquisa e sua evolução

Quando a pesquisa e a erudição se profissionalizaram no século XIX, a impressão fornecia uma mistura bem estabelecida de artigos e monografias, gradualmente acompanhada por ferramentas de navegação, à medida que o tamanho da literatura acadêmica continuava crescendo. No século XX, essas tendências simplesmente se intensificaram, enquanto os periódicos passaram a suplantar monografias em muitas disciplinas5.

O período após a Segunda Guerra Mundial testemunhou mudanças profundas, incluindo um enorme crescimento do financiamento. A publicação acadêmica teve que se adaptar a uma demanda muito maior, e muitos novos periódicos foram iniciados, com números gerais dobrando a cada quinze anos. Sociedades e associações acharam o novo cenário da publicação acadêmica cada vez mais desafiador. No mesmo período da década de 1950, a publicação acadêmica comercial conseguiu estabelecer periódicos acadêmicos em uma base solidamente lucrativa. Um pouco mais tarde, eles foram indiretamente ajudados pelo surgimento do Science Citation Index, de Eugene Garfield, e seu associado Journal Impact Factor (JIF). O JIF acabou por fornecer a ferramenta métrica necessária para estruturar um mercado competitivo entre os periódicos. Em um nível fundamental, foi a concessão de um JIF a uma revista que importava porque definia quais periódicos poderiam competir. Nos anos 80 e 90, um periódico sem JIF enfrentava cada vez mais dificuldades em estabelecer sua própria legitimidade. Em seguida, os termos da competição em si foram definidos pelos rankings do IF, pois foram apresentados como correlatos de qualidade, embora o significado dessa métrica tenha permanecido elusivo e tenha sido a fonte de longos debates. Finalmente, o JIF também significava que a avaliação da pesquisa dependia cada vez mais de onde os resultados das pesquisas eram publicados: os títulos dos periódicos se tornaram uma abreviatura para a qualidade da pesquisa, ela própria renomeada como “excelência” 6.

Os rankings universitários dependem fortemente de métricas associadas ao financiamento de pesquisa, com artigos publicados em periódicos de prestígio – ou seja, periódicos com alto fator de impacto – e com monografias publicadas por editoras de prestígio. Desde que o financiamento das universidades repouse parcialmente nos rankings, a função de avaliação das comunicações acadêmicas baseada no JIF (e medidas quantitativas de desempenho semelhantes) é percebida como sendo de importância crítica para o gerenciamento da instituição. Na verdade, todo o ecossistema de pesquisa investiu essas métricas com grande poder: no geral, pesquisadores, financiadores e avaliações universitárias passaram a confiar demais na função de avaliação da comunicação acadêmica, conforme estruturada pelo JIF.

Com relação à circulação e acesso à bolsa de estudos na era da impressão, o modelo de assinatura tem sido a norma periódicos e anais de congressos. No entanto, aumenta em 4

Muitos historiadores da ciência provavelmente se oporiam a tratar a “comunidade” como um conceito trans-histórico, mas, para o propósito deste capítulo de segundo plano, a noção de comunidade pode permanecer como um ponto de referência sólido. Para uma abordagem mais crítica, ver David A. Hollinger, “Livre empresa e livre investigação: o surgimento do comunismo laissez-faire na ideologia da ciência nos Estados Unidos”, New Literary History, vol. 21, No. 4 (1990), 897-919. 5 A ascensão dos periódicos e a importância decrescente das monografias não aconteceram naturalmente ou facilmente. Para alguns insights neste capítulo da história da ciência, ver Alex Csiszar, “Serialidade e busca de ordem: impressão científica e seus problemas durante o final do século XIX”, História da Ciência 48, n. 3–4 (2010): 399–434. 6 Sobre o “regime de excelência”, ver, por exemplo, Nick Butler e Sverre Spoelstra, “O Regime de Excelência e a Erosão do Ethos em Estudos Críticos de Gestão”, British Journal of Management, vol. 25, 538-550 (2014) DOI: 10.1111 / 1467-8551.12053.

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o número de periódicos e a rápida ascensão dos preços de assinatura fizeram com que os assinantes individuais se retirassem gradualmente; A compra de bibliotecas tornou-se a principal fonte de receita para os editores. A partir dos anos 1960 – mesmo quando os editores comerciais se tornaram cada vez mais dominantes – as bibliotecas enfrentaram dificuldades financeiras crescentes. Na década de 1980, falou-se em uma “crise de séries” generalizada7.

Figura 1: Cronograma gráfico dos principais desenvolvimentos na publicação acadêmica (crédito: Jennifer Hansen)

 O financiamento de pesquisas posteriores à Segunda Guerra Mundial aumenta drasticamente e confirma o papel dos editores comerciais como atores poderosos na publicação científica.

Robert Maxwell começa a construir seu império editorial, que inclui: Pergamon Press, British Printing Corporation, Mirror Group Newspapers e Macmillan Publishers.

Um novo mercado surge à medida que os periódicos estão competindo através de classificações, não o artigo individual. A promoção e a posse são concedidas com base em qual periódico o pesquisador é publicado.

1950: FOI ESTABELECIDA A FUNDAÇÃO DE CIÊNCIAS NACIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS.

1964: RANKINGS DE JORNAL E FATOR DE IMPACTO (IF) METRICS INTRODUZIDO PELO ÍNDICE DE CITAÇÃO DE CIÊNCIA.

O custo das assinaturas de periódicos impressos continua a aumentar ano após ano, resultando na Crise de Preços Seriais.

Os editores acadêmicos começam a explorar modelos de preços para publicação digital.

1991: O PROJETO DE LICENCIAMENTO UNIVERSITÁRIO (TULIP) É ESTABELECIDO. ELSEVIER E NOVE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS EXPLORAM A EDIÇÃO DIGITAL

A Biomed Central explora um novo modelo de preços, o Article Process Charge (APC), que cobra financiadores / autores para permitir o livre acesso a artigos individuais.

As bibliotecas não estão mais comprando objetos tangíveis (livros, edições de periódicos); eles negociam licenças digitais para acessar o conteúdo on-line.

Como resultado, a preservação, tradicionalmente a província das bibliotecas, é transferida para os editores.

As editoras apresentam o “Big Deal”, uma prática de agrupamento que oferece um desconto para instituições que compram acesso digital a um conjunto completo de periódicos.

Repositórios institucionais, algumas temáticas, são desenvolvidos por bibliotecas acadêmicas.

2002: A INICIATIVA DE ACESSO ABERTO DE BUDAPESTE LIBERA UMA DECLARAÇÃO PÚBLICA DE PRINCÍPIOS DE ACESSO ABERTO.

2001: BIBLIOTECA PÚBLICA DA CIÊNCIA (PLOS), UMA FUNDAÇÃO DE ADVOGAÇÃO PARA PROMOVER O ACESSO ABERTO É FUNDADA.

O movimento de acesso aberto continua avançando.

Os modelos de negócios da editora evoluem para responder à demanda por pesquisa de livre acesso, sem barreira ou restrição: licenças híbridas, lay-over e de conteúdo novo.

Mandatos de financiadores emergem, exigindo que suas pesquisas financiadas estejam disponíveis gratuitamente.

O ecossistema de pesquisa vai além do Acesso Aberto à Ciência Aberta. Quatro funções de publicação reorganizadas: registro, certificação, disseminação, preservação.

7 Em 1989, Marcia Tuttle lançou o “Boletim ALA / RTSD sobre questões de preço de série”. http://webdoc.sub.gwdg.de/edoc/aw/nspi/.

1945 – 1970 1971 – 1995 – 1996 – 2004 2005 – Atual RÁPIDO CRESCIMENTO DIGITAL AGE OPEN ACCESS PRINT PUBLISHING

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O ambiente digital e a evolução do acesso aberto

O desenvolvimento de tecnologias de internet com a busca paralela de acesso aberto e transparência em todo o ciclo do processo de pesquisa levou a muitas mudanças e inovações na comunicação acadêmica, tanto em termos de serviços quanto na forma como o conhecimento é comunicado. Algumas das consequências mais importantes são as seguintes:

Alugar versus possuir: as bibliotecas se viram negociando algo inteiramente novo para elas – os termos das licenças para acessar revistas digitais -, em vez de comprar e possuir cópias físicas desses periódicos. Essa nova estrutura de transações mudou significativamente a relação de poder entre bibliotecas e editores.

Agrupamento: os editores começaram a incluir diários digitais no que veio a ser conhecido como “Big Deals”. Estes eram atraentes para os grandes editores porque tendiam a abranger acordos de vários anos. Editores menores, com menos clientes potenciais para negociar tais acordos, ficaram com uma parcela reduzida dos orçamentos de aquisição das bibliotecas e se tornaram financeiramente mais vulneráveis. Os editores que oferecem “Big deals” também podem atrair periódicos, prometendo um melhor grau de disseminação, medido pelo número de assinaturas institucionais. Simetricamente, as bibliotecas inicialmente sentiram que um “Big Deal” era vantajoso porque elas tinham acesso a uma gama muito maior de periódicos e o custo por título estava diminuindo. No entanto, o cálculo não se estendeu ao custo por uso ou download do artigo e, como resultado, os desafios para os “Big Deals” têm aumentado.

Portais: os editores criam portais cobrindo toda a gama de periódicos, para aumentar sua visibilidade. Editores menores e vários projetos de grande escala – incluindo o Projeto MUSE, Scielo e muitos outros – seguiram um caminho semelhante. Os portais podem ajudar os usuários a navegar pelo conteúdo de novas maneiras, com personalização, vinculação e ferramentas analíticas. Ao fazê-lo, eles começaram a se transformar em plataformas e pilhas8.

As tecnologias digitais também permitiram que os atores se encarregassem de várias funções de comunicação acadêmica de novas maneiras, como será visto mais adiante. Em particular, eles abriram a possibilidade de uma desagregação das funções da comunicação acadêmica com o resultado de que papéis e responsabilidades na comunicação acadêmica estão atualmente em fluxo.

Inicialmente, o contexto digital atraiu a atenção de alguns pesquisadores, que rapidamente identificaram soluções baseadas em acesso aberto de fato. Por exemplo, no final da década de 1980, Stevan Harnad começou a explorar novas possibilidades de comunicação acadêmica, com Psycoloquy; e o ArXiv de Paul Ginsparg, criado em 1991, rapidamente se tornou um veículo-chave para a circulação de “pré-impressões” em física de alta energia e disciplinas relacionadas. No início dos anos 2000, com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste e as subsequentes Declarações de Bethesda e Berlim, o movimento de acesso aberto tomou forma e tornou-se visível.

Na mesma época (1999), editores inovadores como Vitek Tracz também estavam explorando o acesso aberto de uma perspectiva comercial, estabelecendo um conjunto de novos periódicos sob a marca da Biomed Central e financiados por “processamento de artigos (ou publicação)” ( APCs) incidentes sobre autores (ou seus proxies) em vez de leitores (ou seus proxies). Esse modelo foi percebido como trazendo várias vantagens: não apenas ampliou o acesso, mas, ao passar os custos de disseminação diretamente para os pesquisadores (ou seus proxies), também ofereceu a promessa de maior transparência à transação comercial.

Com os APCs, inicialmente parecia plausível que um novo tipo de competição entre os periódicos ocorresse. Como envolveria os pesquisadores mais diretamente na economia da publicação, algumas vezes acreditava-se que levaria a um mercado que funcionasse melhor, com preços mais baixos para todos. No entanto, o que foi esquecido é que o acesso aberto financiado pela APC 8 Em plataformas, ver, por exemplo, Rajkumar Buyya et al., “Cloud Computing e Plataformas Emergentes de TI: Visão, Hype e Realidade para Fornecer Computação como a Quinta Utilidade” Future Generation Computer Systems 25, no. 6 (1 de junho de 2009): 599–616, https://doi.org/10.1016/j.future.2008.12.001. Nas pilhas, a entrada “Pilha de protocolos” da Wikipedia fornece uma introdução rápida a essa noção. https://en.wikipedia.org/wiki/Protocol_stack.

2008: O INSTITUTO NACIONAL DOS ESTADOS UNIDOS DE PESQUISA DE POLÍTICA DE ACESSO PÚBLICO AOS MANDATOS A PESQUISA FINANCIADA DEVE ESTAR LIVREMENTE DISPONÍVEL NOS 12 MESES DE PUBLICAÇÃO.

2012: F1000 INVESTIGAÇÃO, PEERJ E ELIFE SÃO LANÇADOS. O fluxo de trabalho dos pesquisadores chega à frente como um novo quadro para ambas as entidades comerciais e não comerciais.

os periódicos não competiram de maneira diferente dos periódicos baseados em assinatura. Seu principal papel foi o dos “fazedores de rei” e a provisão de serviços baseados em conteúdo veio em segundo lugar9. A razão é que os pesquisadores, ao selecionar um periódico onde publicar, geralmente decidem de acordo com vários critérios heterogêneos: a orientação editorial especializada de um periódico, com certeza, mas também o modo pelo qual seu sistema de recompensas funciona. A partir dessa perspectiva, eles devem considerar se determinado título de periódico contribuirá efetivamente para reforçar seu currículo acadêmico. Como coloca Aileen Fyfe, a publicação acadêmica atua de três maneiras: “como um meio de disseminar o conhecimento validado, como uma forma de capital simbólico para a progressão na carreira acadêmica, e como uma empresa lucrativa” 10. A questão fundamental que Fyfe e seus co – autores abordam é como os três imperativos “emaranhados” afetam e influenciam uns aos outros.

Como o acesso aberto cresceu, evoluiu de duas maneiras principais:

1. O acesso aberto – um ponto que nunca deve ser esquecido – é um desdobramento direto do contexto digital: o acesso aberto é difícil, se não impossível, de conceber na ausência de um custo marginal de cópia e de transmissão próximo de zero. A Internet forneceu os meios para alcançar esse objetivo aparentemente utópico. O surgimento de portais e, posteriormente, de mega-periódicos, começando com o PLoS One em 2006, são outras conseqüências da digitalização: as mega-revistas compartilham características com portais, onde muitos conteúdos são reunidos em um único site. A principal inovação dos mega-periódicos reside em uma forma modificada de revisão por pares, na qual revisores e editores examinam apenas a solidez acadêmica do trabalho submetido, e não seu potencial interesse ou impacto mais amplo, ou sua adequação à orientação do periódico. Como resultado, em um megajornal, o conteúdo, incluindo conteúdo incomum, pode frequentemente ser publicado mais rapidamente ou simplesmente aceito para publicação. Além disso, alguns mega-jornais cresceram rapidamente para um tamanho que seria impossível sob um modelo de assinatura, trazendo assim um novo tipo de publicação à luz, com consequências potencialmente disruptivas.

2. O acesso aberto, como parte do mundo digital, está gradualmente saindo do mundo da impressão e de seus modelos de negócios familiares. Ele está moldando novos modelos de negócios onde o pagamento pelo acesso ao conteúdo é substituído pela publicação em acesso aberto. A necessidade de uma fase de transição tornou-se particularmente visível com os chamados periódicos híbridos: alguns artigos em periódicos paywalled são feitos acesso aberto no pagamento de um APC, enquanto o conteúdo restante permanece sujeito a assinatura. Os editores viram isso como uma forma de atender à crescente demanda por publicação de acesso aberto, ao mesmo tempo em que minimizavam o risco e otimizavam as receitas.

Alguns defensores do acesso aberto viam revistas híbridas como uma fase em direção ao acesso aberto total. O número de revistas híbridas subiu rapidamente, tanto de editoras comerciais como sem fins lucrativos; e eles se mostraram populares entre os autores com acesso a fundos da APC, pois permitem que eles publiquem em periódicos de primeira linha do JIF. O resultado, no entanto, é que os custos totais aumentaram para as bibliotecas, suas instituições anfitriãs e para financiadores, uma vez que as APCs são adicionadas às assinaturas. Um estudo conduzido por Jisc no Reino Unido levou a esta conclusão, entre outros:

O mercado de APC faz parte de um panorama mais amplo do custo total dos periódicos. Como tal, os dois devem ser considerados em conjunto. Embora os orçamentos das bibliotecas estejam diminuindo com relação à inflação, as despesas com APC e assinatura estão crescendo rapidamente. As APCs atualmente representam pelo menos 12% do gasto em periódicos das instituições e provavelmente crescerão. Isso em parte porque o número de APCs pagos está aumentando anualmente, e em parte porque a média APC i está ultrapassando a inflação.

 9 A imagem é tirada do título do livro de John J. Regazzi, Scholarly Communications: A History from Content como King to Content como Kingmaker, Rowman & Littlefield: Lanham, Md, 2015. 10 Fyfe, Aileen, Coate, Kelly, Curry, Stephen, Lawson, Stuart, Moxham, Noé e Røstvik, Camilla Mørk (2017): Untangling Publishing Acadêmico: Uma História da Relação entre Interesses Comerciais, Prestígio Acadêmico e Circulação de Pesquisa, Zenodo: https://zenodo.org/ registro / 546100 #. WhSeiWMW38t. 19

Respondendo a essa situação, alguns editores aceitaram buscar acordos com instituições e financiadores para cobrir os custos de APCs e de assinaturas em um único pagamento – os chamados acordos de leitura e publicação (RAP). Mas as negociações entre editoras e consórcios de bibliotecas se mostraram controversas, e algumas até terminaram em fracasso.

Juntamente com os modelos de negócios comerciais e baseados em APC para publicação em acesso aberto, deve-se mencionar uma longa lista de iniciativas sem fins lucrativos em nível institucional, nacional ou de disciplina para a publicação de artigos ou livros. Editores de acesso aberto não-APC, por exemplo a Open Library of Humanities (OLH), ou OpenEdition, tem sido especialmente proeminente nas publicações de Ciências Sociais e Humanidades, que tradicionalmente permanecem a uma distância maior dos interesses comerciais. Tais iniciativas não cobram taxas de publicação de artigos ou de livros e, em vez disso, dependem de outras fontes de financiamento, incluindo apoio em espécie, como parte de seus modelos de negócios. Financiamento nacional, subsídios, taxas de filiação e assim por diante contribuem para essa esfera editorial específica.

A complexidade dos fluxos de dinheiro para pagar por dois sistemas paralelos (assinatura e acesso aberto), bem como o tamanho de todo o sistema, é eloquentemente ilustrada no diagrama a seguir, que apresenta a situação no Reino Unido 12. Figura 2: Uma representação gráfica dos fluxos financeiros na publicação acadêmica no Reino Unido (crédito: nota de rodapé 12)

Alguns financiadores e alguns defensores do acesso aberto acreditam que deve haver uma transição rápida do sistema de pagamento pelo acesso ao conteúdo para o pagamento pela publicação de acesso aberto. Por exemplo, a iniciativa OA2020 na Alemanha oferece a alegação de que existe   11 Katie Shamash, “Artigo Processando Encargos (APCs) e Assinaturas. Monitorando os custos de acesso aberto ”27 de junho de 2016. https://www.jisc.ac.uk/reports/apcs-and-subscriptions. 12 Lawson, Stuart, J. Gray e M. Mauri. “Abrindo a caixa-preta de financiamento de comunicação acadêmica: uma infra-estrutura de dados públicos para fluxos financeiros em publicações acadêmicas.” Open Library of Humanities 2, no. 1 (11 de abril de 2016). https://doi.org/10.16995/olh.72

dinheiro suficiente no sistema para passar da assinatura para o acesso aberto.13 A iniciativa, lançada pela Biblioteca Digital Max Planck, está explorando a possibilidade de um lançamento de periódicos por atacado, muitas vezes apresentado como um meio de acelerar a transição para o acesso aberto. No entanto, uma venda por atacado de periódicos para acesso aberto pode ser assimilada a uma nova forma de “Big Deal”; além disso, não aborda problemas subjacentes mais profundos, como a confluência de rankings de prestígio com valor econômico e qualidade da pesquisa. Também mantém títulos de periódicos (ou “marcas”) como uma procuração falha para a avaliação de pesquisas.

O mais proeminente é que o desejo de passar de um sistema que paga pelo acesso ao conteúdo a um sistema que paga pela publicação em acesso aberto foi recentemente e vigorosamente expresso por um grupo de financiadores e outras organizações que publicaram o Plano S em setembro de 2018.). O cOAlition oferece dez princípios concebidos para alcançar o seguinte objectivo: “Até 2020, as publicações científicas resultantes de investigação financiada por subvenções públicas fornecidas pelos conselhos de investigação e organismos financiadores nacionais e europeus participantes devem ser publicadas em Revistas de Acesso Aberto conformes ou em Open Access complacente. Plataformas”. Em essência, a Plan S prevê um futuro em que todos os locais de publicação operam sob um modelo de acesso totalmente aberto. Como tal, parece destinada a perturbar os modelos de negócio de grande parte da publicação acadêmica atual, particularmente a assinatura e os modelos híbridos.14 Por enquanto, o Plan S e seus defensores consideram o modelo híbrido de publicação de periódicos aceitável apenas na medida em que é concebida como uma transição transformadora para abrir o acesso dentro de um prazo de três anos15.

Governos, agências de financiamento e ciência aberta

Governos, financiadores e instituições de pesquisa, assim como os próprios pesquisadores, responderam e influenciaram a evolução do acesso aberto de várias maneiras. Muitos formuladores de políticas sentem que o acesso aberto não alcançou o progresso antecipado há mais de uma década, e isso gerou uma crescente impaciência; muitos também sentem que os custos são muito altos e que a situação deve mudar fundamentalmente. As políticas estão, portanto, sendo revistas, e as instituições, assim como países inteiros, compreendem cada vez melhor o que é necessário para efetuar mudanças no que se tornou um sistema global. O plano S, mencionado acima, ajusta-se facilmente a esse padrão.

Financiadores e formuladores de políticas também se tornaram cada vez mais interessados ​​no conjunto muito mais amplo de questões relacionadas à ciência aberta e acesso às vastas quantidades de dados que fundamentam as descobertas publicadas em artigos de periódicos e outros tipos formais de publicação. Uma discussão significativa girou em torno das possibilidades de dados de pesquisa para aumentar a eficiência da pesquisa, a inovação e a economia. A Comissão Européia, reconhecendo o valor da exploração de dados de pesquisa, criou a Nuvem Européia Open Science (EOSC), que deve se tornar um ambiente transparente para que todos os pesquisadores europeus tenham acesso, processem e compartilhem seus dados.

Além dos dados de pesquisa, outros tipos de resultados de pesquisa estão se tornando cada vez mais valorizados em um ambiente de comunicação acadêmica digital aberta, incluindo, por exemplo, software e protocolos de pesquisa. Eles fornecem a base para novas formas de comunicação de pesquisa e ampliam o escopo dos resultados acadêmicos “legítimos” com novos formatos de publicação, como, por exemplo, documentos de dados e postagens em blogs, entre outros. Eles contribuem para uma mudança nas fronteiras entre a comunicação acadêmica em geral e a publicação acadêmica em particular. Políticas, juntamente com a infra-estrutura e serviços necessários para apoiar estas novas áreas de comunicação acadêmica ainda estão sendo desenvolvidos, 3 “Manifestação de Interesse na Implementação em Larga Escala do Acesso Aberto a Revistas Científicas”, https://oa2020.org/mission. 14 Isso é mais claramente visto na seguinte declaração do site da OCallition S: “não há mais justificativa para que esse estado de coisas prevaleça e o modelo de publicação científica baseado em assinatura, incluindo suas variantes chamadas ‘híbridas’, portanto, deve ser terminado. No século 21, as editoras científicas devem fornecer um serviço para ajudar os pesquisadores a divulgar seus resultados. Eles podem receber o valor justo pelos serviços que estão prestando, mas nenhuma ciência deve ficar trancada por trás de paywalls!’.

 https://www.coalition-s.org/why-plan-s/ 15 https://www.coalition-s.org/feedback/.

21

E eles claramente levarão algum tempo para implementar; mas eles terão um grande impacto em todo o panorama da comunicação acadêmica.

Embora as quantias gastas em comunicação acadêmica sejam modestas quando comparadas com os custos gerais de pesquisa, elas não são insignificantes nem extensíveis indefinidamente. De acordo com o 2015 Science Report da UNESCO: em 2030, “a despesa global bruta em pesquisa e desenvolvimento (GERD) totalizou 1,48 trilhão de dólares PPP (paridade de poder de compra) em 2013.” Grande parte dessa despesa refere-se aos tipos de atividades de desenvolvimento realizadas e financiadas. por negócios; mas desses totais, entre um quarto e um terço são financiados pelos governos, e cerca de um quinto (23% na UE em 2016) é realizado pelas universidades16. Os custos associados à comunicação acadêmica são difíceis de estimar. A receita anual gerada pela publicação de periódicos da STM em todo o mundo foi estimada em cerca de US $ 10 bilhões em 2017, com um mercado global estimado em US $ 25,7 bilhões17, uma proporção relativamente pequena quando comparada ao gasto total em P & D.

Com relação aos custos associados a assinaturas e APCs, as universidades e financiadores (que atendem à maior parte desses custos) estão claramente enfrentando problemas de acessibilidade: os aumentos nos preços de assinatura levaram a que os cancelamentos de periódicos se tornassem cada vez mais comuns18. Como visto anteriormente, as dificuldades financeiras das bibliotecas cresceram com a ascensão da APC-Gold OA e dos periódicos híbridos financiados pelas APCs: elas representam um conjunto adicional de custos para as bibliotecas. Na maioria das universidades, os orçamentos das bibliotecas necessários para atender aos novos custos associados às APCs não foram aumentados. O ajuste dos fluxos de financiamento necessários para apoiar uma transição para o acesso aberto é complexo e está longe de ser completo. O que constitui sustentabilidade para um modelo de negócios se traduz em uma questão de acessibilidade para as instituições de pesquisa, e isso tem consequências para o estado da pesquisa em geral.

Até agora, a transição para o acesso aberto é alcançada apenas em parte em nível global, mas está suficientemente desenvolvida para revelar diferenças marcantes entre, por exemplo, o Reino Unido e a América Latina. Na última situação, em contraste com o Reino Unido, as agências nacionais de financiamento estão em grande parte pagando a conta da infraestrutura de publicação, as APCs são raramente usadas e os custos por artigo são comparativamente baixos19. Por outro lado, a combinação atual de acesso aberto baseado em APC e periódicos de assinatura licenciados no Reino Unido se traduziu em custos mais altos para bibliotecas e financiadores. Diferentes níveis e fontes de financiamento formam o pano de fundo de uma paisagem irregular, onde as desigualdades marcantes já existem e podem até aumentar. Na Europa, isso significa prestar atenção às desigualdades entre vários grupos de países dentro da União Europeia.

Conclusão

Em conclusão, é possível afirmar que existem atualmente três principais publicações e negócios em conclusão, é possível afirmar que agora existem três principais modelos de publicação e negócios para publicações acadêmicas.

Em conclusão, é possível afirmar que agora existem três principais modelos de publicação e negócios para publicações acadêmicas.

  1. Subscrições, o modelo predominante. A maioria das assinaturas assume a forma de ‘Big Deals’, em que as instituições – geralmente bibliotecas – pagam assinaturas em nome dos seus principais indicadores de ciência e tecnologia,  volume 2017, edição 2 http://dx.doi.org/10.1787/msti -v2017-2-pt 17 Johnson, R., Watkinson, A. & Mabe, M. (2018) O Relatório STM: Uma visão geral da publicação científica e acadêmica de periódicos, International STM Association, p. 5. https://www.stmassoc.org/2018_10_04_STM_Report_2018.pdf. A mesma figura é encontrada na edição de 2015: Warte, M & Mabe, M., O Relatório STM: Uma visão geral da publicação científica e acadêmica de periódicos, International STM Association, p. 6 http://www.stmassoc.org/2015_02_20_STM_Report_2015.pdf. 18 Anderson, R, (2017) ‘Quando o lobo finalmente chega: Cancelamentos da Big Deal no blog’ Scholarly Kitchen ‘das bibliotecas norte-americanas, 1º de maio de 2017. https://scholarlykitchen.sspnet.org/2017/05/01/wolf-finally Abel L. Packer, “O Acesso Aberto do SciELO: Uma Via Dourada a Partir do Sul”, Revista Canadense de Educação Superior / Revue canadienne d’enseignement supérieur, vol. 39, ns 3, 2009, 111-126. Packer cita um custo de US $ 200 a US $ 600 por artigo. 20 Schonfelder, N. (2018). Espelhando o fator de impacto ou o legado do modelo baseado em assinatura ?, https://pub.uni-bielefeld.de/record/2931061; Stephen Pinfield, Jennifer Salter e Peter A. Bath, “Implementação de acesso aberto com base no ouro: Revistas híbridas, o custo total de publicação”; Desenvolvimento de Políticas no Reino Unido e Além, ”Jornal da Associação de Ciência da Informação e Tecnologia 68, no. 9 (setembro de 2017): 2248–63, https://doi.org/10.1002/asi.23742. 21 Estritamente falando, Green refere-se a artigos revisados ​​por pares e, atualmente, a revisão por pares é fornecida por periódicos existentes. Os periódicos de sobreposição, no entanto, oferecem revisão por pares sobre os repositórios abertos. Veja, por exemplo, o Diário de Análise Discreta, https://discreteanalysisjournal.com/, ou Épijournal de géométrie algébrique, https://epiga.episciences.org/. O primeiro é construído sobre o ArXiv; o último no topo da plataforma Épiscience, projetado para publicar artigos submetidos a partir de um repositório aberto. Apoiar iniciativas de publicação de acesso aberto, incluindo suas próprias plataformas, como funcionários e estudantes para editores para fornecer acesso à literatura necessária. Como mencionado acima, os preços de assinatura aumentaram muito significativamente em termos reais nas últimas décadas.

2. Modelo de publicação de acesso aberto (para periódicos e monografias). Os editores tornam seu conteúdo livre e imediatamente acessível com termos de uso claros. Eles se dividem em duas subcategorias: primeiro, os editores cobram taxas (APCs para artigos, BPCs para livros) quando o conteúdo é aceito para publicação. Os autores ou seus representantes atendem a esses encargos de diversas fontes. Em segundo lugar, os editores cobrem os custos de publicar um periódico ou livro sem cobrar APCs ou BPCs, mas sim de uma variedade de fontes.

3. Modelo de publicação mista (assinatura e acesso aberto). Os editores que praticam o modelo de assinatura oferecem acesso aberto com um grau variável de pontualidade (variando de imediato a um atraso de muitos anos). O acesso aberto imediato em um local de assinatura de outra forma requer o pagamento de APCs, no que é conhecido como um modelo “híbrido” (ou periódicos híbridos). Esses APCs geralmente tendem a ser mais altos que os APCs para periódicos de acesso totalmente aberto. Os chamados periódicos de acesso aberto com atraso tornam todo o seu conteúdo acessível na plataforma do editor em um tempo definido após a publicação, variando de menos de um ano a vários anos. Revistas de acesso aberto híbridas e atrasadas foram projetadas para mitigar os riscos de negócios percebidos associados ao acesso aberto total, e ambos limitam a disseminação da publicação acadêmica.20

Arranjos de licenciamento adicionam complexidade a essa tipologia simples; conteúdo que é gratuito / gratuito para ler pode não ser livre para usar.

 Desenvolvimentos recentes incluem:

 Uma matriz crescente de “diários de sobreposição” que selecionam e publicam conteúdo que já está disponível gratuitamente on-line. Eles apontam para uma possível convergência entre as estradas verde e dourada para abrir o acesso21.

 Transformações no processo de revisão por pares, incluindo a introdução das revisões no registro acadêmico.

 Transformações da noção de “versão de registro” em um “registro de versões” bem definido que reflete as várias avaliações, revisões e comentários que acompanham formas mais flexíveis de publicação possibilitadas pela digitalização.

 Transformação da publicação em vários conjuntos de serviços que tentam responder ao fluxo de trabalho dos pesquisadores, desde as anotações de laboratório até a replicação dos resultados.

Os avanços da tecnologia digital, aliados à busca por abertura e transparência no processo de pesquisa, capacitaram os atores situados em todo o arco da comunicação acadêmica e da publicação para liderar a inovação e a mudança. As universidades, como veremos mais adiante, estão descobrindo que estão em posição de desempenhar todas as funções da comunicação acadêmica por si mesmas. Na verdade, eles estão cada vez mais assumindo um papel de liderança no desenvolvimento de iniciativas de publicação institucional. Da mesma forma, os acadêmicos estão se tornando editores, às vezes inovando em empreendimentos colaborativos, como a Open Library of the Humanities. Os financiadores também estão se tornando diretamente envolvidos no processo de publicação.

Por fim, conceitos de ponta provenientes de pesquisadores envolvem uma desagregação total e uma reestruturação das funções da comunicação acadêmica, que podem ser controladas pelos próprios pesquisadores em uma perspectiva que aproveita ao máximo as possibilidades digitais22.

A publicação de modelos de negócios e programas de financiamento tornou-se muito mais diversificada e complexa nos últimos vinte anos. Cada um deles reflete uma interpretação particular das relações de poder, oportunidades e compreensão das possibilidades das novas tecnologias entre os principais atores envolvidos na publicação e comunicação acadêmica. A evolução do acesso aberto e da ciência aberta está ligada às maneiras pelas quais esses atores cooperam uns com os outros, ou lutam entre si e, por essa razão, seus futuros permanecem obscuros. No entanto, um ponto é certo: a questão não desaparecerá. O status (credibilidade, integridade etc.) e posição (elitismo versus ciência cidadã, escolha de problemas etc.) do conhecimento em nossas sociedades dependem das maneiras pelas quais o acesso aberto e a ciência aberta acabarão sendo modelados e estabilizados.

A palestra do Memorial do Peter de Herbert Van de Sompel em dezembro de 2017 lida com essas questões. O acesso a ele pode ser encontrado no blog de Björn Brembs (16 de janeiro de 2018), intitulado “Por que os periódicos acadêmicos precisam ir”. Veja http://bjoern.brembs.net/2018/01/why-academic-journals-need-to-go/. O desenho animado sobre rodas quadradas (por Björn Brembs) também aparece neste blog (sob uma licença Creative Commons Attribution 3.0 Unported).

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CAPÍTULO 2. COMUNICAÇÃO ESCOLAR: FUNÇÕES PRINCIPAIS E PRINCÍPIOS CHAVE PARA O SÉCULO XXI

Principais funções da comunicação acadêmica

A comunicação acadêmica é mais bem descrita por um conjunto de funções centrais A comunicação acadêmica é mais bem descrita por um conjunto de funções centrais que foram identificadas quando a revista acadêmica mais antiga, a Philosophical Transactions, da Royal Society of London, estava sendo criada em 1665. Como Robert Merton23 observou trezentos anos depois, Henry Oldenburg e Robert Boyle identificou quatro funções-chave necessárias à publicação acadêmica:

 registro, para estabelecer que o trabalho foi realizado por indivíduos ou grupos de pesquisadores em um determinado momento e, portanto, sua reivindicação de precedência;

 certificação, para estabelecer a validade dos resultados;

 divulgação, para tornar os trabalhos acadêmicos e suas descobertas acessíveis e visíveis;

 preservação, para garantir que os “registros da ciência” sejam preservados e permaneçam acessíveis a longo prazo.

Todas as quatro funções permanecem válidas e de importância fundamental hoje e para o futuro previsível. Tomados em conjunto, eles também significam que a comunicação acadêmica eficaz ajuda a construir e sustentar as comunidades de pesquisa. Até recentemente, os editores serviram como provedores para todas as funções principais, com as bibliotecas também participando da disseminação e da importante tarefa de preservação dos resultados acadêmicos.

Nas últimas décadas, a avaliação da pesquisa emergiu como uma função adicional da comunicação acadêmica porque as instituições de pesquisa, financiadores, editores e pesquisadores buscaram mecanismos que possam sustentar julgamentos sobre mérito acadêmico ou significado, bem como seu impacto mais amplo. Como será visto mais tarde, no entanto, a função de avaliação é um dos aspectos mais controversos da publicação acadêmica.

Em um ambiente digital on-line, a facilidade e a rapidez com que a informação pode ser produzida e transmitida em todo o mundo implica que essas funções-chave podem ser desempenhadas por outros meios e distribuídas de maneira diferente entre os diversos atores envolvidos na comunicação acadêmica. Consequentemente, os desenvolvimentos atuais na comunicação e publicação acadêmica são caracterizados pela mudança de papéis, oportunidades e desafios, como será visto mais adiante no relatório.

 Uma visão para o futuro

A Revolução Científica do século XVII acelerou o processo que levou à elaboração de redes de conhecimento distribuídas. Esse movimento pode ser comparado ao processo que leva ao “cérebro do mundo” delineado por H. G. Wells nos anos 1930.2 A visão de Wells repousa sobre todos os seres humanos que participam de alguma forma em todo o conhecimento do mundo. Como o conhecimento é acessível a todos, pesquisadores e outros indivíduos, em todo o mundo, podem se tornar participantes ativos em uma estrutura mundial de inteligência distribuída. Esta poderosa metáfora fornece uma visão de um estado ideal de comunicação acadêmica

23 Robert K Merton, A Sociologia da Ciência: Investigações Teóricas e Empíricas. University of Chicago Press, 1962. 24 Veja acima, nota de rodapé 1.

 25 barreiras ou atrasos na transmissão de sinais para e de indivíduos terão desaparecido, desencadeando assim toda a capacidade e eficiência do cérebro do mundo emergente.

A comunicação acadêmica pode assim ser guiada por um conjunto de princípios que delineamos abaixo. Esses princípios também nos permitem examinar minuciosamente os instrumentos de comunicação acadêmica que são agora dominantes, em especial os periódicos: acreditamos que a comunicação acadêmica precisa desenvolver vetores de conhecimento mais abertos, ágeis e dinâmicos nos quais todos os tipos de documentos, dados e outros materiais ser flexível e interligado rapidamente para comentários e testes durante o processo de pesquisa. Esses novos vetores não deveriam evoluir para parte de uma infraestrutura distribuída e interoperável que forneceria ferramentas de alta qualidade para apoiar os pesquisadores em todas as suas atividades25?

Pesquisadores e suas necessidades devem ser colocados no centro da comunicação acadêmica do futuro. Este sistema de comunicação acadêmica deve apoiar e facilitar o uso do conhecimento e da compreensão para uma gama tão ampla de participantes quanto possível, com uma variedade tão ampla de objetivos quanto possível, incluindo sua integração em novas linhas de investigação e novas formas de educação. Além disso, os benefícios sociais globais nunca devem ser esquecidos, o que significa que o projeto ideal de sistemas de comunicação acadêmica deve incluir acesso imediato e universal, não apenas para as comunidades científicas, mas também para a sociedade em geral.

No sistema de comunicação acadêmica do futuro, portanto, é essencial que o conhecimento e a compreensão criados pelos pesquisadores sejam tratados como bens públicos, disponíveis para o benefício dos membros da sociedade como um todo, para melhorar o bem-estar dos seres humanos em todo o planeta.

Usamos os seguintes PRINCÍPIOS para articular nossa visão para o futuro da comunicação acadêmica, bem como examinar seu status atual.

26 Maximizar o edifício da comunidade de acessibilidade

Maximizar a Usabilidade

Promovendo pesquisa de alta qualidade maximizar o edifício da comunidade de acessibilidade

Maximizar a Usabilidade

Promovendo pesquisa de alta qualidade e sua integridade

Apoiando um intervalo de contribuições em expansão

Facilitando a Avaliação

Uma infraestrutura aberta e distribuída

Promovendo Flexibilidade e Inovação

Equidade, Diversidade e Inclusão

Custo-eficácia

25 Ver “Open Science 2030 – Um dia na vida de um cientista, AD 2030”, disponível em https://ec.europa.eu/research/swafs/pdf/pub_open_science/open_science_2030.pdf. 26 Estes princípios baseiam-se, mas são diferentes, dos Princípios de Viena adotados pela Open Access Network Austria em 2016.

26

 1. Maximizando a acessibilidade

A necessidade de uma divulgação eficaz implica fortes esforços para os resultados do trabalho acadêmico facilmente descobertos e abertamente acessíveis a qualquer pessoa com uma conexão à internet; e permitir que leitores e usuários divulguem os resultados de diversas maneiras, incluindo formatos não digitais. A disseminação é uma das principais funções da comunicação acadêmica e é fundamental para os interesses dos autores e dos usuários da informação. Os autores estão ansiosos para garantir que o seu trabalho atinja uma distribuição tão ampla quanto possível, para garantir a máxima reputação e recompensas profissionais. A ampla disseminação é agora muito mais fácil e barata via internet do que nos dias de impressão.

Enquanto os volumes e tipos de resultados da pesquisa continuam a aumentar, a busca por informações geralmente se torna mais fácil e eficiente. No entanto, também levantou questões de sobrecarga de informação. Em um estado ideal, o conteúdo seria facilmente descoberto e as ferramentas de navegação poderiam vincular uma ampla variedade de conteúdo de várias formas. As ferramentas de navegação e descoberta podem ajudar a identificar aspectos da qualidade do conteúdo e sua relevância para um contexto precisamente especificado. Lacunas e barreiras – financeiras, legais, organizacionais e técnicas – entre a descoberta e o acesso seriam eliminadas. Conteúdos potencialmente relevantes, uma vez identificados, seriam acessados ​​em um ou dois cliques; poderia ser reutilizado e redistribuído sujeito apenas às normas do comportamento acadêmico, tendo em mente o benefício social e o bem público. Pesquisadores, estudantes, outras pessoas interessadas teriam todos os direitos para fazê-lo. Uma vez tornados públicos, os resultados da pesquisa devem, por padrão, não sofrer atrasos em serem livremente acessíveis e reutilizáveis, juntamente com todo o material relacionado e relevante.

2. Maximizando a usabilidade

Publicações e os dados e materiais que os rodeiam devem ser prontamente utilizáveis ​​e compreensíveis (tanto por máquinas como por pessoas). O valor intelectual diminui se as barreiras técnicas e legais limitarem os usos aos quais o conteúdo pode ser colocado. Em um estado ideal, os usuários – auxiliados por máquinas – poderiam reutilizar, compartilhar e modificar livremente, tanto itens de conteúdo individuais quanto coleções amplas de conteúdo. Uma infraestrutura bem projetada baseada em padrões abertos forneceria uma ampla gama de ferramentas interoperáveis ​​baseadas em software livre e aberto para facilitar o uso, a análise e a redefinição de várias saídas de pesquisa, incluindo dados. As restrições de licenciamento, se necessário, devem ser limitadas a preservar valores sociais importantes, como a privacidade. Uma ampla rede internacional de instituições públicas supervisionaria os mecanismos eficazes necessários para a administração ativa e a preservação de todos os resultados da pesquisa a longo prazo.

3. Apoiar uma gama crescente de contribuições

Com a revolução digital, os pesquisadores estão produzindo e usando dados e outros saídas em volumes e variedade sem precedentes. Além disso, os resultados digitais nascidos em todas as etapas da pesquisa estão adquirindo uma importância crescente entre as comunidades de pesquisa. Em um estado ideal, os dados, materiais associados e outras contribuições de pesquisa seriam registrados, certificados, disseminados, preservados e avaliados em pé de igualdade com os textos publicados formalmente relatando os resultados da pesquisa. Eles também se adequariam aos princípios FAIR (Findable, Accessible, Interoperable, Reusable) 27 para garantir longevidade e reutilização. Uma ampla gama de contribuições seria acessível e utilizável o mais cedo possível. Desta forma, eles estariam abertos a comentar, testar e alterar, aumentando assim a construção de comunidades de pesquisa.

4. Uma infraestrutura distribuída e aberta

Os pesquisadores devem poder contar com uma infra-estrutura interconectada globalmente que responda plenamente às suas necessidades, tanto como leitores quanto como produtores de conhecimentohttps://www.go-fair.org/fair-principles/ e https://publications.europa.eu/en/publicationdetail/-/publication/7769a148-f1f6-11e8-9982-01aa75ed71a1/language -en / format-PDF / source80611283

27

Neste 27 ver infra-estrutura, elementos essenciais para a função do sistema central devem permanecer nas mãos do público, enquanto diferentes tipos de serviços podem ser fornecidos por uma série de organizações e iniciativas, tanto públicas como privadas. Em um estado ideal, a infraestrutura permaneceria totalmente aberta, e os serviços permaneceriam amplamente distribuídos, de modo que nenhuma organização única conseguiria dominar indevidamente o sistema de comunicação em que os pesquisadores dependem. A abertura, como parte da governança da infraestrutura, é crucial para garantir a capacidade de resposta às necessidades em mudança. As barreiras, portanto, devem ser minimizadas, para que os serviços possam ser inventados, agregados, desagregados e reorganizados de novas maneiras. Os pesquisadores seriam contribuintes ativos para moldar ferramentas e serviços por meio de um sistema de recompensas e incentivos que levaria essas contribuições em consideração.

5. Equidade, diversidade e exclusividade

A universalidade é uma das normas fundamentais da ciência introduzidas por Robert Merton. Refere-se à possibilidade de qualquer um contribuir para a produção de conhecimento científico, independentemente de origem étnica, religião ou crenças políticas, mas também gênero e outras fontes potenciais de discriminação. Esse princípio enfatiza a importância de contribuições eqüitativas para moldar esse conhecimento.28 Com efeito, essa norma cobre a necessidade de promover diversidade, eqüidade e inclusão no futuro estado da comunicação acadêmica, quebrar as desvantagens estruturais e evitar preconceitos sociais arraigados.

Em um estado ideal, políticas e práticas seriam implementadas, juntamente com incentivos, para garantir que aqueles atualmente sub-representados tivessem chances iguais de participar na produção e uso do conhecimento. Isso inclui a oportunidade de formular perguntas que, sem essa preocupação, permaneceriam negligenciadas ou insuficientemente estudadas. Para além do acesso e participação equitativos na produção e disseminação do conhecimento, este princípio também salienta a importância da diversidade por parte dos fornecedores e operadores de infra-estruturas académicas.29 Isto implica a pluralidade de abordagens sensíveis às necessidades das comunidades de investigação e do público, bem como como equilibrar os interesses de todos os participantes contra o domínio excessivo e consolidação do poder entre muito poucos. Também apoia a produção e disseminação do conhecimento como um bem público.

6. Construção da comunidade

A participação e a participação em comunidades de pesquisa são essenciais para os pesquisadores: eles querem ver seu trabalho amplamente compartilhado e reconhecido e aproveitar o trabalho de outros para sua própria pesquisa. Uma rede de conhecimento distribuída depende de discussões contínuas e vigorosas à medida que diferentes indivíduos e grupos abordam questões e problemas de diferentes maneiras. A eficácia e a velocidade da comunicação dentro e entre as comunidades de pesquisa são vitais para a cooperação e a competição, e não deve haver barreiras para uma comunicação de pesquisa rápida e eficaz.

Em um estado ideal, redes globais de colegas equilibrariam a busca por velocidade com atenção à integridade e confiabilidade. Os pesquisadores colaborariam em projetos e disseminariam e (re) usariam os resultados da pesquisa não apenas dentro de suas comunidades locais, mas mais amplamente. Construir e sustentar comunidades de pesquisa, e apoiar a comunicação e a conectividade entre diferentes comunidades, seria reconhecido e recompensado como formas de aumentar a confiabilidade e a integridade do processo acadêmico.

7. Promoção de pesquisa de alta qualidade e sua integridade

A certificação é um elemento crítico na comunicação acadêmica: assegura que a pesquisa atenda aos padrões de qualidade e integridade acordados pela comunidade. Está relacionado à norma de Merton de “ceticismo organizado”.

28 Veja também https://ocsdnet.org/manifesto/open-science-manifesto/ 29 Veja também Jussieu Call for Open science e bibliodiversity: https://jussieucall.org/jussieu-call/

 28

A revisão por pares tornou-se fundamental para a certificação; é um processo ao qual a comunidade de pesquisa está profundamente ligada como um filtro de qualidade. Visa garantir que a pesquisa seja tecnicamente sólida e que os erros possam ser identificados e corrigidos; que o processo de pesquisa é totalmente evidenciado, e os resultados propriamente apresentados; que a pesquisa atende a padrões éticos e de relatórios relevantes; e que a evidência de negligência é colocada em prática. As formas e práticas de revisão por pares têm mudado significativamente ao longo do último meio século, em uma busca não apenas pelo rigor acadêmico, mas também pela transparência, justiça e por evitar preconceitos ou conflitos de interesse. No entanto, a revisão por pares também se expandiu para a área de avaliação de contribuições de pesquisa, examinando aspectos como novidade e impacto dos trabalhos.

Em um estado ideal, a certificação e a garantia de qualidade se baseariam em procedimentos de revisão por pares inteiramente transparentes, que, além do mais, seriam regularmente revisados ​​e modificados em resposta a mudanças nas necessidades. Diferentemente da revisão por pares pré-publicação, que bloqueia a liberação imediata e o rápido compartilhamento de descobertas, a certificação acompanharia naturalmente o registro de versões sucessivas de todos os tipos de resultados e descobertas de pesquisa. Os revisores seriam devidamente reconhecidos como importantes colaboradores de uma linha de pesquisa. O registro acadêmico incluiria não apenas uma versão de registro, mas um registro de versões de todos os tipos diferentes de contribuições produzidas.

8. Facilitando a avaliação

Julgamentos sempre foram baseados em vários critérios, incluindo significância intelectual dentro de um campo; relevância para uma questão, questão ou problema fundamental de pesquisa; ou impacto e alcance além da comunidade de pesquisa30. Usar uma gama de critérios é necessário porque o valor intelectual de qualquer pesquisa não pode ser reduzido a uma única métrica. Em um estado ideal, a avaliação abrangeria toda a gama de contribuições de pesquisa, incluindo as contribuições individuais que os pesquisadores fazem para os trabalhos coletivos31. Seria sensível às exigências de diferentes disciplinas e tipos de pesquisa e empregaria uma ampla gama apropriada de ferramentas e técnicas. Os critérios, as metodologias, os benchmarks, os dados e as métricas que fundamentam os julgamentos seriam transparentes e justos; eles seriam diversos, qualitativos e quantitativos; eles seriam mantidos sob revisão regular e revisados ​​quando necessário; e levariam em conta as diferentes necessidades dos pesquisadores, seus empregadores, financiadores e outros usuários. Em outras palavras, eles seriam adequados para o propósito.

9. Promoção da flexibilidade e inovação

A capacidade de resposta às necessidades dos pesquisadores que trabalham em diferentes disciplinas e assuntos, em diferentes instituições e contextos e em diferentes tipos de pesquisa exige flexibilidade e diversidade: o que funciona para um campo ou domínio, ou parte dele, pode não funcionar para outro. Há, portanto, a necessidade de um equilíbrio apropriado entre a padronização e o atendimento das necessidades de comunidades específicas. Além disso, há uma necessidade de experimentação e inovação no sistema de comunicação acadêmica – tanto em aspectos sociais quanto técnicos – para explorar novas oportunidades e responder às necessidades em mudança. In an ideal state, there would be regular dialogue between different research communities and specialists in design processes and socio-technical aspects of scholarly infrastructures, and with the full range of service providers and agents in scholarly communication. Services would be revised and reconfigured as a result. There would be a regular flow of new experiments and new entrants; and members of different research communities would   30 The ways in which scholarly contributions are evaluated long remained a blind spot among historians and sociologists of science. An important, early paper is Harriet Zuckerman and Robert K. Merton, “Patterns of Evaluation in Science: Institutionalisation, Structure and Function of the Referee System”, Minerva 9, no. 1 (January 1971), 66-100. 31 This is sometimes named “contributor roles”. Compare the CRediT, the Contributor Roles Taxonomy, which has been widely adopted by a range of publishers, https://casrai.org/credit/. 

Em um estado ideal, haveria um diálogo regular entre diferentes comunidades de pesquisa e especialistas em processos de design e aspectos sócio-técnicos de infra-estruturas acadêmicas, e com toda a gama de prestadores de serviços e agentes na comunicação acadêmica. Os serviços seriam revisados ​​e reconfigurados como resultado. Haveria um fluxo regular de novos experimentos e novos entrantes; e membros de diferentes comunidades de pesquisa

estar engajado em garantir que valor e eficácia, escalabilidade e sustentabilidade sejam testados de forma justa e transparente.

10. Custo-efetividade

A comunicação acadêmica deve ser tão econômica quanto possível, e isso inclui aproveitar e alavancar o potencial das tecnologias digitais. Custo-efetividade é uma questão-chave para todos os atores da comunicação acadêmica e para a saúde de todo o ecossistema: renda para provedores de serviços – sejam organizações públicas, sem fins lucrativos ou comerciais – são custos para outros atores, que precisam ser capazes de sustentá-los. A competitividade envolve avaliações de custos em referência a uma série de atividades e serviços. Relaciona-se com, mas diferente de, precificação – uma distinção muitas vezes negligenciada nas discussões em torno da economia da publicação acadêmica.

Em um estado ideal, custos, configurações de preços e receitas seriam todos transparentes, juntamente com os fluxos financeiros entre todas as partes. Haveria relações claramente definidas entre esses custos e os tipos e níveis de serviço prestados, e os serviços deveriam ser acessíveis aos compradores. Novos sistemas e processos significativamente diferentes daqueles herdados do passado poderiam ter o potencial de reduzir os custos das principais atividades e serviços. O rendimento para apoiar os serviços viria de uma variedade de fontes; e esquemas de financiamento de pesquisa seriam projetados para apoiar a experimentação e uma gama de serviços para atender às necessidades de mudança.

CAPÍTULO 3. ALGUMAS FALHAS DE CHAVES

 Usando os princípios definidos anteriormente como uma estrutura, este capítulo se propõe a discutir algumas deficiências importantes do atual sistema de comunicação acadêmica.

Em relação ao princípio geral da erudição como bem público, o Relatório Finch afirma: “O princípio de que os resultados da pesquisa que foi financiada publicamente devem ser de livre acesso ao público é atraente e fundamentalmente irrespondível” 32. Por sua parte, as agências financiadoras estão cada vez mais preocupadas com o fato de que as restrições de acesso e reutilização de descobertas de pesquisas sejam incompatíveis com os benefícios que elas buscam alcançar: avançar o conhecimento e melhorar o bem-estar público.

Na prática, no entanto, os resultados e resultados da pesquisa nem sempre são tratados espontaneamente como bens públicos. Grande parte do material produzido pelos pesquisadores – dados, software, protocolos e assim por diante, que muitas vezes são críticos para a compreensão e interpretação das descobertas – nunca é acessível além do âmbito das equipes que os criaram. E a maioria das descobertas que são publicadas são tratadas, em termos de economistas, não como bens públicos, mas como bens de clube: embora não-rivais, o acesso a produtos de clube é concedido exclusivamente àqueles que pagaram por isso, ou desfrutam de alguma forma. de acesso restrito a eles.33

1. Maximizando a acessibilidade

Acessibilidade inclui acesso e descoberta. Maximizar o acesso significa remover todas as barreiras, técnicas, restritivas (como embargos) e financeiras, que podem impedir o uso e a reutilização do conhecimento registrado. Os embargos obviamente limitam o acesso para aqueles que não têm acesso a assinaturas. Maximizar a descoberta exige que a pesquisa chegue à atenção dos pesquisadores (e outros) para quem é relevante e de valor. Os atrasos entre a submissão e a publicação de artigos tendem a dificultar a comunicação rápida e eficaz. A complexidade e variabilidade do panorama da comunicação acadêmica é desafiadora e pode, às vezes, atrapalhar, em vez de ajudar na comunicação entre os pesquisadores.

Os esforços feitos em todo o mundo nos últimos anos para aumentar as quantidades de conteúdo acadêmico em acesso aberto tiveram um certo grau de sucesso: alguns relatórios sugerem que um quarto de todos os artigos acadêmicos são abertamente acessíveis34. Outros relatórios sugerem que, para os países intensivos em pesquisa, até 50% dos artigos estão publicamente disponíveis.35 Não obstante, assinaturas e outras barreiras significam que uma grande proporção de conteúdo acadêmico ainda pode ser difícil e dispendiosa de acessar para muitos leitores em potencial. e usuários, especialmente aqueles sem acesso a assinaturas institucionais.

  32 “Acessibilidade, sustentabilidade, excelência: como ampliar o acesso a publicações de pesquisa. Relatório do Grupo de Trabalho sobre a Expansão do Acesso aos Resultados da Pesquisa Publicada”, junho de 2012. Aceito 16 de julho de 2012. Os defensores do acesso aberto, no entanto, não pedem que os resultados da pesquisa sejam colocados no “domínio público ”conforme definido na lei de direitos autorais. 33 Jason Potts, John Hartley, Lucy Montgomery, Cameron Neylon e Ellie Rennie, Prometheus, vol. 35 No 1 (2017), “Uma revista é um clube: um novo modelo econômico para publicações acadêmicas”, 75-92. DOI: 10.1080 / 08109028.2017.1386949 34 Piwowar H, Priem J, Larivière V, Alperin JP, Matthias L, Norlander B, Farley A, J Oeste, Haustein S. 2018. O estado de OA: uma análise em larga escala da prevalência e impacto dos artigos do Acesso Aberto. PeerJ 6: e4375 https://doi.org/10.7717/peerj.4375. 35 Essas proporções não levam em conta publicações ilegais em sites de compartilhamento ou de artigos coletados pelo site ilegal da Sci-Hub. Veja Universidades do Reino Unido (2017) Monitorando a Transição para o Acesso Aberto. A Science Metrix (2018), por sua vez, estima que a maioria dos principais países em pesquisa tenha mais de 50% de seus documentos legalmente disponíveis gratuitamente na Internet. Veja Suporte analítico para indicadores bibliométricos. Disponibilidade de acesso aberto de publicações científicas.

A capacidade de descoberta e navegação dos resultados da pesquisa melhorou com o desenvolvimento de portais, plataformas e ferramentas analíticas relacionadas; com bancos de dados e mecanismos de busca mais abrangentes; e com melhores metadados (legíveis por máquina). Mas os problemas de interoperabilidade permanecem. Serviços proprietários e comerciais, muitas vezes por razões competitivas, tendem a permanecer fragmentados, enquanto os pesquisadores buscam uma cobertura abrangente. A jornada desde a descoberta até o acesso a artigos de periódicos e outros recursos acadêmicos permanece cercada de bloqueios e falsas trilhas para muitos usuários36. Finalmente, os resultados da pesquisa são muito menos detectáveis ​​e acessíveis para atividades de pesquisa avançada, como a mineração de texto e dados, devido às restrições de uso impostas por alguns editores. Em suma, as atuais leis de propriedade intelectual não estão bem adaptadas às necessidades dos pesquisadores e de outros usuários e, como resultado, funcionam de maneira menos eficiente e eficaz do que poderiam fazer. Isso tem um custo para toda a sociedade37.

2. Maximizando a usabilidade

Fazer as duas publicações, e os dados e materiais que as cercam, prontamente utilizáveis ​​e compreensíveis (tanto por máquinas quanto por pessoas) implica em metadados padronizados, informações contextuais essenciais e normas comunitárias para tais dados. Também implica o desenvolvimento e adoção de padrões abertos e medidas para melhorar a interoperabilidade. Tendo em mente as lições aprendidas na Internet, as soluções distribuídas e em rede que envolvem padrões abertos serão mais ágeis e robustas do que as soluções proprietárias centralizadas.

Como mostra o exemplo de artigos de periódicos, apenas uma minoria de artigos de periódicos – principalmente os publicados em periódicos de acesso aberto – é disponibilizada aos leitores com declarações de licenciamento que lhes concedem direitos totais e inequívocos de reutilizá-los ou redistribuí-los.38 Com os repositórios, os direitos de uso para as diferentes versões postadas em sites diferentes geralmente não são claros, porque eles não têm uma licença especificada. Além disso, inconsistências na formatação restringem o potencial de reutilização computacional de artigos39, e a falta de contexto semântico dificulta a recuperação da informação. No futuro, essas deficiências podem ser agravadas pela questão da preservação: proteger o conteúdo digital a longo prazo continua sendo um problema não resolvido, e a estrutura de governança necessária para esse projeto continua indefinida.

3. Apoiar uma gama crescente de contribuições

Fluxos de trabalho de pesquisa são agora predominantemente condicionados por ferramentas digitais, mas os formatos e escopo das publicações acadêmicas permanecem praticamente inalterados desde os dias da impressão, e o progresso em direção a novos modelos que exploram todo o potencial das tecnologias digitais tem sido lento. Os obstáculos para apoiar o crescente leque de contribuições são tanto tecnológicos quanto culturais. Como G. Crane observou há alguns anos, vivemos em uma era de incunábulos digitais com o formato PDF como sua forma emblemática40. 36 Schonfeld, RC (2015) Reunião de pesquisadores onde eles começam: Racionalizando o acesso a recursos acadêmicos Ithaka S + R https://doi.org/10.18665/sr.241038 37 Depois que o Parlamento Europeu votou a favor da alteração da lei de direitos autorais, LIBER, o Associação de Bibliotecas Europeias em recente

36 Schonfeld, RC (2015) Reunião de pesquisadores onde eles começam: Racionalizando o acesso a recursos acadêmicos Ithaka S + R https://doi.org/10.18665/sr.241038 37 Depois que o Parlamento Europeu votou a favor da alteração da lei de direitos autorais, LIBER, o Associação de Bibliotecas Europeias de Investigação, expressou as suas preocupações. Veja https://libereurope.eu/blog/2018/09/12/european-research-innovation-at-risk-after-copyrightvote/. 38 membros da OASPA mostram uso predominante da licença Creative Commons CC BY: Redhead, C (2018) ‘Membros da OASPA demonstram mais um ano de crescimento constante nos números de artigo da CC BY para o post OASPA, 18 de junho de 2018, https : //oaspa.org/oaspa-members-ccby-growth2017-data/ Veja também a análise de licenciamento em revistas híbridas em https://subugoe.github.io/hybrid_oa_dashboard/about.html 39 Vários grupos e iniciativas são buscando resolver esses problemas: veja, por exemplo, JATS4R (JATS para Reutilização) https://jats4r.org/ 40 Gregory Crane et al., “Além da Incunábulos Digitais: Modelando a Próxima Geração de Bibliotecas Digitais”, em Pesquisa e Avançado Tecnologia para Bibliotecas Digitais. 10ª Conferência Europeia, ECDL 2006, Alicante, Espanha, 17-22 de setembro de 2006. Proceedings, vol. 4172, Notas de Aula em Ciência da Computação (Springer, 2006), 353-66.

 32 Os meios de distribuição e acesso foram alterados. Algumas revistas têm em recente

Os meios de distribuição e acesso foram alterados. Alguns periódicos introduziram nos últimos anos políticas – e, em alguns casos, fluxos de trabalho associados – para exigir ou encorajar os autores a fornecer acesso aos dados e outras evidências subjacentes às suas publicações. Mas, na maior parte, os artigos permanecem desconectados dos resultados de pesquisa relacionados; e arranjos para ajudar os autores a tornar os dados e materiais relacionados acessíveis de acordo com os princípios do FAIR são tipicamente desajeitados e onerosos. Também é raro que os leitores possam manipular dados e codificar diretamente de onde são publicados. Juntas, essas limitações significam que os sistemas atuais não permitem a replicação e reprodução de resultados baseada na comunidade. Como o sistema de recompensa para pesquisadores é tão fortemente focado na autoria das publicações, eles sentem pouca necessidade de abordar esses problemas, e os incentivos são raros e irregulares. No entanto, alguns financiadores agora permitem e incentivam os candidatos a incluir em suas solicitações referências a uma gama mais ampla de contribuições acadêmicas e sociais. Os financiadores também exigem cada vez mais planos de gerenciamento de dados e compartilhamento de dados, bem como de outros produtos e contribuições de pesquisa.

4. Uma infraestrutura distribuída e aberta

Algum progresso foi feito no desenvolvimento de padrões abertos para a troca eficiente, agregação e processamento de dados relacionados a processos de comunicação acadêmica (metadados, links entre resultados de pesquisa, dados de eventos, mineração de texto e dados etc.) através de organizações como NISO. e grupos de instituições de pesquisa. Os editores também colaboraram no aprimoramento de metadados e serviços associados, por exemplo, através do Crossref e do Datacite. Também houve investimentos consideráveis ​​e muitas vezes públicos (recursos humanos, financeiros e outros) em plataformas digitais e fluxos de trabalho. Os exemplos incluem o Open Journal Systems, do Public Knowledge Project, e a colaboração da Coko envolvendo o EuropePMC, eLife, Hindawi, Biblioteca Digital da Califórnia e a University of California Press com infraestruturas baseadas em software de código aberto. No entanto, a interoperabilidade de plataformas abertas e fluxos de trabalho continua limitada e sujeita, com muita frequência, à fragmentação inerente de sistemas concorrentes.

5. Equidade, diversidade e inclusividade

Os modos atuais de acesso e participação na produção de conhecimento científico são fortemente moldados por desigualdades estruturais nos níveis individual, institucional e regional. Estes variam de tetos de vidro invisíveis para progressão na carreira impostos a acadêmicas, membros de minorias e outros grupos sub-representados, a vantagens de localização auto-perpetuadas concedidas a trabalhos de instituições de alto prestígio ou países bem-dotados, a certos tópicos de pesquisa sendo negligenciados. nos principais espaços de publicação e sistemas de recompensa41. Tais barreiras à participação mais diversificada e inclusiva derivam da estrutura hierárquica e competitiva da pesquisa, que não corresponde necessariamente a um sistema de comunicação equitativo e distribuído. Quem recebe uma voz e cujo conhecimento é considerado legítimo é amplamente decidido por classificações que determinam a poderosa reputação das principais instituições de pesquisa globais e dos principais periódicos. Essa situação pode inibir fluxos ativos de informação entre os privilegiados e outros que são vistos como menos influentes, ou mesmo periféricos, e, portanto, está em tensão com o imperativo de avançar nosso conhecimento e compreensão do mundo. Finalmente, as APCs, como as assinaturas, criam uma barreira financeira que dificulta a comunicação entre os pesquisadores. Eles são particularmente prejudiciais para os países de baixa renda – um ponto que deve ser lembrado em vista das disparidades econômicas que afetam os estados-membros da Comunidade Européia.

  41 Ver p. Chan L, Kirsop B, Arunachalam S (2011) para o acesso aberto e equitativo à pesquisa e ao conhecimento para o desenvolvimento. PLoS Med 8 (3): e1001016. doi: 10.1371 / journal. pmed.1001016.

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6. Construção da comunidade

A (r) evolução digital continua a afetar todos os processos, fluxos de trabalho e comportamentos associados à pesquisa, incluindo a construção de comunidades e os vínculos entre pesquisadores.

42 Richard Van Noorden, “Colaboração on-line: cientistas e a rede social”, Nature 512, no. 7513 (13 de agosto de 2014): 126–29, https://doi.org/10.1038/512126a. 43 Björn Brembs, “Revistas científicas de prestígio lutam para alcançar uma confiabilidade mediana”, Frontiers in Human Neuroscience 12 (20 de fevereiro de 2018), https://doi.org/10.3389/fnhum.2018.00037. 44 Sarah de Rijcke et al., “Práticas de avaliação e efeitos do uso de indicadores – uma revisão da literatura”, Research Evaluation 25, no. 2 (abril de 2016): 161–69, https://doi.org/10.1093/reseval/rvv038.

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influencia seus comportamentos como usuários, quando selecionam o que ler. Também pode distorcer os processos de seleção de editores e revisores45, quando a busca por citações concorre com a preocupação com a qualidade, particularmente quando um artigo é considerado muito inovador ou incomum, lida com uma área negligenciada de pesquisa ou é considerado muito romance e / ou impactante. Revistas locais ou regionais importantes são frequentemente excluídas das bases de citações Web of Science ou Scopus, como o exemplo da Scientific Electronic Library Online (SciELO) lançada inicialmente para periódicos em países da América Latina e Caribe experimentou no passado46. Mas a contínua influência da JIF nas decisões de recrutamento e promoção, e também no sucesso em ganhar bolsas de pesquisa e prêmios, significa que pesquisadores, instituições e financiadores muitas vezes sentem que não podem se dar ao luxo de ignorá-la47. A relevância do JIF confere a essa métrica única (e à empresa que a supervisiona – Clarivate Analytics – um poder insalubre sobre o ecossistema de pesquisa. Embora outras métricas tenham sido desenvolvidas, algumas baseadas em citações de periódicos, como o JIF, outras sobre métricas alternativas de uso, impacto em redes e mídia, nenhuma minou ainda seriamente o domínio do JIF.

Com relação ao uso de métricas em geral, deve-se enfatizar que as métricas baseadas em pontos de venda nunca devem ser usadas como proxy para avaliar o desempenho de indivíduos ou trabalhos individuais; As métricas quantitativas baseadas no nível do artigo nunca devem ser usadas como uma única proxy, mas apenas para apoiar julgamentos qualitativos48. Preocupações estão sendo cada vez mais expressas sobre a necessidade de métricas sensíveis às diferenças entre disciplinas e disciplinas. Maior transparência é necessária na coleta e análise dos dados nos quais as métricas são baseadas, para permitir a verificação; e para escrutínio regular e revisão de métricas, seu uso e efeitos. Assim, nenhuma métrica única deve ser tratada como conclusiva, mas sim como um conjunto de evidências para fornecer uma imagem mais arredondada. As avaliações de pesquisa nunca devem se basear apenas em métricas, mas em avaliações de especialistas apoiadas por um portfólio de evidências apropriadas ao objetivo, uma visão também apoiada pelo Grupo de Trabalho do OSPP sobre Recompensas em Ciência Aberta49. A mensagem é clara: certas características do sistema de comunicação acadêmica podem ser úteis para a avaliação, mas o uso atual de métricas, largamente baseado em citações obtidas por periódicos, leva a classificações, e elas apontam para prestígio percebido e não para qualidade.

9. Promoção da flexibilidade e inovação

A oportunidade para a transformação em múltiplas camadas na comunicação acadêmica oferecida pelo45 Veja, por exemplo, Cowley, Stephen J. “Como a revisão por pares restringe a cognição: na linha de frente no setor do conhecimento”. Frontiers in Psychology 6 (2015).

https://doi.org/10.3389/fpsyg.2015.01706. 46 W. Wayt Gibbs, “Ciência Perdida no Terceiro Mundo”, Scientific American 273, no. 2 (1995): 92-99, https://www.jstor.org/stable/24981594. Rogério Meneghini e Abel Packer, “Existe ciência além do inglês?”, Relata EMBO (2007) 8, 112-116. DOI 10.1038 / sj. embor.7400906. 47 Existe uma literatura considerável sobre esse tópico. Veja, por exemplo, o editorial de Bruce Alberts na Science, “Impact Factor Distortions”, Science, vol. 340 (17 de maio de 2013), 787.10.1126 / science.1240319. 48 Hicks, D. et al (2015) O Manifesto de Leiden para métricas de pesquisa Nature 520, 7548 https://www.nature.com/news/bibliometrics-the-leiden-manifesto-for-research-metrics-1.17351; Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisas https://sfdora.org/read/; Wilsdon, J. et al (2015) A Maré Métrica, HEFCE, http://www.hefce.ac.uk/media/HEFCE2014/Content/Pubs/Independentresearch/2015/The ,Metric,Tid / 2015_metric_tide. pdf. Atualmente, Dora está coletando boas práticas de avaliação: https://sfdora.org/good-practices/research-institutes/. 49 Grupo de Trabalho do OSPP sobre Recompensas em Ciência Aberta, Avaliação de Carreiras de Pesquisa reconhecendo plenamente as Práticas Abertas da Ciência. Recompensas, incentivos e / ou reconhecimento para pesquisadores que praticam o Open Science. (CE, Direção Geral de Pesquisa e Inovação, julho de 2017), p. 13. https://doi.org/10.2777/75255

35 participantes que buscam efetuar mudanças significativas na paisagem geral. Além disso,

participantes que buscam efetuar mudanças significativas na paisagem geral. Além disso, os novos entrantes, quando aparentemente bem-sucedidos, têm sido regularmente adquiridos por grandes editores e outros provedores de serviços.50 Embora tais aquisições possam ter facilitado a inovação em alguns casos, elas também podem ter sido realizadas para controlar o ritmo e a orientação das inovações. Alguns editores, sociedades científicas, universidades, financiadores e outros buscaram ativamente novas maneiras de explorar as tecnologias e as possibilidades da revolução digital. Mas a aceitação da inovação por essas instituições tendeu a se concentrar em adaptar as formas tradicionais de comunicação acadêmica, especialmente artigos de periódicos e monografias, às novas tecnologias. Em contraste, os mesmos tipos de práticas de compartilhamento informal que as tecnologias digitais facilitaram foram explorados principalmente por grupos de indivíduos inovadores, mas com relativamente pouco efeito no sistema geral de comunicação acadêmica. Novas tecnologias ou indivíduos inovadores não são suficientes para injetar flexibilidade no sistema acadêmico de comunicação, e atores como financiadores devem examinar se alavancam seus consideráveis ​​recursos financeiros da maneira mais completa possível.

10. Custo-efetividade

Ao procurar realizar plenamente o potencial das tecnologias digitais, a comunicação acadêmica deve envolver esforços de todos os atores – instituições de pesquisa e suas bibliotecas, financiadores, editores, bem como os próprios pesquisadores. Com o advento dos computadores e da internet, as expectativas eram de que os custos de produção, armazenamento e disseminação diminuíssem de formas muito significativas. No entanto, os preços continuaram a subir, em parte porque o número de contribuições continuou a crescer, mas principalmente porque o preço das publicações acadêmicas não está relacionado aos custos de produção de maneira clara. Mercados bem administrados e regulados, transparentes e competitivos devem fornecer alívio de preços, mas a publicação acadêmica é um tanto oblíqua em relação às forças de mercado51.

A concorrência dentro de um mercado só tem sentido se a natureza dessa competição for claramente entendida e corretamente aplicada à situação sob análise. Na publicação acadêmica, na perspectiva de autores e leitores, os artigos não são substituíveis. Mesmo quando os artigos competem para fornecer a solução finalmente aceita para um problema, esse tipo de competição aponta para a seleção da tese mais forte a ser preservada no arquivo acadêmico e na memória coletiva, em vez de em alguma progressão em “quotas de mercado”. A identificação da melhor qualidade em artigos de pesquisa não coincide com a descoberta de qual periódico possui o maior número de citações.

A situação que acabamos de descrever é exacerbada pela falta de transparência em torno dos verdadeiros custos de publicação, possibilitada pelo exercício de controle na publicação acadêmica por algumas empresas: acordos de não divulgação entre editoras, de um lado, e instituições de pesquisa e suas bibliotecas, por outro, manter a opacidade do preço.

Parte da solução para a questão da melhoria da comunicação acadêmica está indubitavelmente ligada ao desenvolvimento de novos sistemas, bem diferentes daqueles herdados ou adaptados do passado recente, mas a tecnologia sozinha não será suficiente. As formas pelas quais o dinheiro flui, de acordo com o que governa e para o qual os atores também são fatores importantes nessa discussão. Concorrência, sempre que se aplica, deve ser para serviços de apoio à comunicação acadêmica, não para citabilidade de conteúdo, e deve ser acompanhada de transparência em torno dos custos associados a esses serviços. Há também a necessidade fundamental de reformar o papel que os periódicos desempenham na avaliação da pesquisa.

  Larivière, V., Haustein, S. e Mongeon, P. (2015). O Oligopólio dos Editores Acadêmicos na Era Digital. PLOS ONE, 10 (6), e0127502. Doi: 10.1371 / journal. pone.0127502 51 Albert N. Greco, “Bibliotecas Acadêmicas e a Economia da Publicação Científica no Século XXI: Teoria do Portfólio, Diferenciação do Produto, Aluguel Econômico, Discriminação Perfeita de Preço e o Custo do Prestígio”, Journal de publicação acadêmica 47, não. 1 (outubro de 2015): 1–43, https://doi.org/10.3138/jsp.47.1.01.

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Considerações finais

Pouco foi dito nas páginas anteriores sobre as dificuldades peculiarespelas ciências sociais, as humanidades (SSH) e os ciclos de vida de sua principal moeda intelectual – monografias. O aumento do custo dos periódicos científicos, tecnológicos e de medicina (STM) tem sido freqüentemente alcançado com a redução das aquisições de monografias de SSH, diminuindo assim sua acessibilidade, mas também dificultando sua publicação. Oferecer novas maneiras de publicar resultados significativos de SSH e conectá-los ao sistema de recompensas dessas disciplinas é de grande importância.

As disciplinas de SSH também mantiveram formas não quantitativas de avaliação de pesquisa, demonstrando assim que tais práticas não são apenas possíveis, mas também eficazes. Outras disciplinas podem encontrar idéias e processos interessantes para ir além do foco atual em um sistema onemétrico.

Se o ecossistema da comunicação acadêmica está em conformidade com os princípios delineados no capítulo 1, a cultura atual – fortemente arraigada – de recompensas e incentivos para os pesquisadores precisa ser modificada, mas isso dificilmente é uma tese nova: as instituições também precisam mudar. Em particular, as agências de financiamento deveriam estudar de perto as distorções de um sistema de avaliação baseado em citações sobre os esforços de pesquisa e seus resultados: os trabalhos publicados realmente correspondem ao programa de projeto subsidiado e suas orientações e objetivos originais?

Atualmente, os incentivos para a maioria dos cientistas ainda se concentram na publicação em periódicos de alto prestígio, com status medido por classificações baseadas no JIF. Os financiadores, as instituições e os próprios pesquisadores, bem como os editores, são todos cúmplices do peso importante que atribuem a essa medida, mas os pesquisadores têm menos espaço de manobra do que os financiadores ou até gerentes de pesquisa em papéis decisivos. Em um conjunto complexo de relacionamentos auto-reforçadores, a métrica do fator de impacto e o pensamento em torno dela têm efeitos profundos na seleção de pedidos de bolsas de pesquisa, recrutamento e promoção de pesquisadores e no desenvolvimento de parcerias e carreiras de pesquisa. Também afeta as estratégias, modelos de negócios e operações de todos os editores acadêmicos.

Movimentos recentes, seguindo a Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisas (doravante DORA) e o Manifesto de Leiden, para promover um conjunto mais inclusivo de critérios e mecanismos para avaliar o desempenho e o potencial da pesquisa, podem pressagiar algumas mudanças na cultura atual. Se isso acontecesse, teria impactos profundos sobre todos os atores da comunicação acadêmica – na verdade, no ecossistema da pesquisa. Mais do que tecnologia, as práticas sócio-culturais em torno da avaliação da pesquisa são o que está no cerne dos problemas publicação. Assim, a inovação social está no centro das reformas necessárias.

CAPÍTULO 4: ATORES-CHAVE: PERSPECTIVAS, PAPÉIS E RESPONSABILIDADES

 É a tese central deste relatório que os pesquisadores estão no centro dos sistemas acadêmicos de comunicação e publicação. No entanto, muito mais é necessário para completar o quadro das atividades de pesquisa acadêmica: requer considerar todos os principais atores envolvidos, incluindo centros de pesquisa, em particular universidades (e suas bibliotecas), agências de financiamento e formuladores de políticas públicas e privadas, editores de todos os bandas e cidadãos convocados por atividades acadêmicas por motivos pessoais, coletivos, profissionais ou políticos. Cada um desses atores apresenta especificidades que explicam seu posicionamento em relação ao outro.52

Os avanços das tecnologias digitais oferecem novas possibilidades para os atores realizarem uma ou todas as funções nas comunicações acadêmicas. Isso significa que as fronteiras, atividades e papéis tradicionais dos atores tornam-se menos distintos e / ou questionados pelos atores existentes, quer buscando proteger seus papéis ou forjar novos papéis, transformando-se ao mesmo tempo (por exemplo, as bibliotecas como editores). Enquanto isso, com os avanços das tecnologias digitais, novos atores também emergem, muitas vezes na forma de empresas que buscam objetivos inovadores, como a exploração assistida por computador de vários tipos de bancos de dados ou coleções de documentos.

Este capítulo descreve as principais linhas de força que estruturam essa paisagem complexa. Além da fluidez e da natureza mutável de alguns dos principais atores, uma característica importante da paisagem é o papel proeminente do acesso aberto como um padrão de acessibilidade. É também um componente que molda significativamente os modelos de negócios e as práticas dos principais atores.

 1 Pesquisadores e comunidades de pesquisa

Os pesquisadores desempenham vários papéis: por um lado, são usuários e usuários de informação e, nessa posição, tendem a privilegiar a comunicação com outros pesquisadores; por outro lado, buscam crédito e são avaliados por sua carreira. Nessa perspectiva, o processo mais formal de publicação se torna muito importante. É claro que publicar e comunicar se sobrepõem, mas essa distinção geralmente se mantém nas comunidades de pesquisadores. Além disso, deve ser lembrado que os meios de comunicação são muito mais variados e informais do que os meios para publicar. Eles também tendem a ser muito mais inclusivos.

Os papéis dos pesquisadores também variam de acordo com seu status e posição. Para um pesquisador industrial, o patenteamento pode ser preferível à publicação, enquanto o inverso pode ser verdadeiro para um pesquisador em um laboratório universitário. Os pesquisadores seniores têm mais oportunidades de serem guardiões ou juízes do que seus colegas menos experientes. Em particular, uma minoria importante entre eles desempenha um papel formal no processo de publicação, seja como membros de conselhos editoriais de periódicos, seja como revisores.

Os pesquisadores colaboram em equipes dentro e entre instituições, comunidades e países, bem como entre sujeitos e disciplinas. Ao mesmo tempo, os pesquisadores também demonstram um forte comportamento competitivo: inicialmente limitada a ser a primeira a resolver um problema, a competição agora se estende a muitos aspectos da vida de um pesquisador, por exemplo, fundos para seu trabalho que obviamente se traduzem em avanços em suas carreiras53.

  52 Este relatório não enfatiza a indústria e as empresas como atores-chave do sistema de comunicação acadêmica, a menos que seus negócios contribuam diretamente para isso. Por outro lado, reconhece as forças empoderadoras da circulação aberta do conhecimento para a inovação, o setor econômico e a organização global da pesquisa. 53 Ver, por exemplo, Mary Jo Nye, “A República versus O Coletivo: Duas Histórias de Colaboração e Concorrência na Ciência Moderna”, NTM Zeitschrift für Geschichte der Wissenschaften, Technik und Medizin 24, no. 2 (junho de 2016): 169–94, https://doi.org/10.1007/s00048-016-0140-9.

Como usuários de pesquisas produzidas por outros, os pesquisadores têm um grande interesse em uma disseminação e preservação eficazes: eles precisam de acesso rápido e fácil a todas as descobertas relevantes e de valor para elas. Como produtores de pesquisas cuja avaliação afeta suas carreiras, eles são influenciados em seus comportamentos editoriais e de divulgação de pesquisa, bem como padrões de colaboração e design de pesquisa, pelas exigências do procedimento de avaliação que lhes são estabelecidos por suas instituições, agências de financiamento. e os locais de publicação segmentados. Atualmente, isso significa um investimento pesado em periódicos com alto JIF – um elemento importante na avaliação de desempenho. Por outro lado, liberar os resultados de suas pesquisas em acesso aberto é menos diretamente valioso para sua carreira. Experimentar novos modos de disseminação de pesquisa está mais para trás em suas considerações. Se os pesquisadores precisam estar no centro dos sistemas acadêmicos de comunicação e publicação, fica claro que o interesse de muitos pesquisadores no sistema de publicações acadêmicas é limitado em grande parte a duas funções: comunicar-se com seus colegas e avançar em sua carreira. Os pesquisadores geralmente são isolados dos aspectos financeiros dos editores porque seu acesso a periódicos ou publicações em periódicos é pago por suas instituições, suas bibliotecas ou seus financiadores.

Trabalhando parcialmente contra essa tendência, novas tecnologias e serviços agora permitem que os pesquisadores retomem algum controle sobre alguns elementos da publicação, em particular o registro e a disseminação. Eles podem, por exemplo, garantir a atribuição de seu próprio trabalho publicando versões de seus resultados em serviços de acesso aberto e baseados na Web, como um repositório institucional ou um repositório temático, como arXiv e bioRxiv. Ao fazê-lo, eles maximizam a disseminação e acessibilidade ao seu próprio trabalho por si mesmos.

Os pesquisadores dependem de outros pesquisadores para certificar e avaliar seu trabalho, mas a revisão por pares traz atrasos e levanta outras questões, conforme discutido no capítulo anterior. Tais problemas, obviamente, restringem a capacidade dos pesquisadores de publicar e, portanto, obter crédito adequado pelo seu trabalho. Eles podem até afetar os tipos de descobertas publicadas: resultados negativos raramente entram no registro acadêmico, por exemplo.

As sociedades eruditas e eruditas, bem como as comunidades de pesquisadores que cuidam dos interesses de suas disciplinas, estão bem posicionadas para afetar a mudança em todas as funções da comunicação acadêmica. Os seus papéis em aconselhamento e advocacia em assuntos relacionados com políticas de investigação e boas práticas (por exemplo, práticas científicas abertas) e em reconhecer e recompensar o trabalho de alta qualidade significam que eles também estão em boa posição para promover mudanças nos mecanismos de pares. revisão e garantia de qualidade que sustentam a certificação e a avaliação no processo de comunicação acadêmica. No entanto, sua influência será muito maior se eles se ligarem a sociedades equivalentes além das fronteiras nacionais, de acordo com as tendências transnacionais da pesquisa acadêmica, e enfrentarem desafios continentais ou mesmo globais, como uma pandemia.

2 Universidades e instituições de pesquisa

Ao apoiar suas pesquisas e suas missões educacionais, as universidades buscam fomentar o desenvolvimento de comunidades acadêmicas e ambientes nos quais a pesquisa e o conhecimento podem florescer. As universidades também buscam disseminar esse conhecimento para as comunidades de pesquisa e a sociedade em geral.

Como os pesquisadores, as universidades são cooperativas e competitivas. A competição foi exacerbada pela recente introdução de mecanismos de financiamento que dependem de critérios de avaliação quantificados. Tais procedimentos geralmente privilegiam a classificação de perfis institucionais multidimensionais e outras formas mais gerais de reputação. Essa tendência também afetou as maneiras pelas quais professores e alunos foram recrutados, uma vez que o objetivo se tornou responder aos requisitos de avaliação com as soluções que maximizam os fluxos de financiamento.

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Universidades procuram maximizar a disseminação

3 Financiadores de pesquisa e formuladores de políticas

Os financiadores de pesquisa nos setores público e de caridade apoiam a pesquisa para fins públicos. O financiamento da pesquisa como bem público implica uma preocupação especial com a qualidade, o acesso e a divulgação efetiva. Seu papel é vital para a saúde de todo o ecossistema de pesquisa, e suas políticas e mecanismos de seleção são cruciais para determinar o que a pesquisa realmente faz e como é feita. Os financiadores de pesquisa, portanto, podem afetar direta ou indiretamente todas as funções da comunicação acadêmica e têm um poder considerável para promover a mudança. De fato, na presente fase da história, eles podem se destacar como os mais poderosos agentes de mudança.

Os financiadores / agências nacionais de pesquisa estão freqüentemente envolvidos diretamente na avaliação das instituições. Em um contexto amplamente dominado pela nova administração pública, eles tendem a basear a avaliação em uma base de desempenho mensurável destinada a intensificar a concorrência, inclusive na publicação, e estabelecem os parâmetros quantificados de tais avaliações. Eles também organizam avaliações das submissões de subsídios sobre o modelo de revisão por pares, buscando especialistas para selecionar as melhores propostas, conforme julgado na perspectiva de seu programa de financiamento. Os financiadores não foram investidos nas funções de registro e certificação da comunicação acadêmica, mas poderiam fazê-lo, e alguns estão explorando suas possibilidades nesse sentido. Seu principal interesse, em virtude de maximizar os benefícios e eficiências da pesquisa, tem sido a função de disseminação, enquanto, mais recentemente, eles também voltaram sua atenção para a função de preservação da comunicação acadêmica. Em suma, desenvolvendo políticas e financiando publicações, infra-estruturas e definindo requisitos de financiamento, financiadores e formuladores de políticas influenciam as práticas e instituições de pesquisa de maneira mais poderosa.

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Nas últimas duas décadas, centenas de financiadores e formuladores de políticas em todo o mundo estabeleceram políticas para promover e apoiar o acesso aberto para maximizar os benefícios de seus investimentos para o bem público. Cada vez mais, os financiadores apoiam financeiramente o acesso aberto a publicações, bem como a publicação de acesso aberto: alguns fazem isso total ou parcialmente financiando APCs para locais de acesso aberto que cobram por artigo, seja através de fundos APC dedicados ou pagando custos da APC elegíveis em doações. Alguns financiadores forneceram recursos financeiros para suportar infraestruturas de publicação de acesso aberto e locais que não cobram APCs. É o caso, por exemplo, da França, com a Open Edition, no Canadá, da Érudit, na América Latina, com a Redalyc e SciELO. A Comissão Europeia apoia igualmente a criação de capacidade organizacional e tecnológica de infra-estruturas de edição institucionais em toda a Europa, em especial para as ciências humanas e sociais, financiando redes robustas existentes, como a rede OPERAS.

Financiadores, incluindo a Comissão Europeia, também apoiam a gestão institucional de produtos de pesquisa e publicações através de repositórios, apoiando a interoperabilidade através de protocolos e padrões, bem como a cooperação entre redes de repositórios internacionais para publicações e dados, por exemplo através do projeto OpenAIRE. É importante ressaltar que a Comissão Europeia apoiou e está financiando o European Open Science Cloud, uma federação de infraestruturas de dados na Europa e além, para fornecer acesso contínuo a dados e serviços de pesquisa a todos os pesquisadores europeus. Mais recentemente, alguns financiadores – incluindo o Wellcome Trust e a Fundação Bill e Melinda Gates – criaram suas próprias plataformas de publicação, um movimento agora imitado pela Comissão Européia. 54

Essas políticas e iniciativas tiveram uma influência poderosa sobre a orientação da comunicação acadêmica e da publicação em geral e, em particular, a adoção do acesso aberto como um princípio na publicação acadêmica. O recente anúncio do Plan S pela OCourition S é mais um exemplo de como os financiadores colaboram para acelerar o progresso em direção ao acesso abrangente à pesquisa com financiamento público, e o fazem de uma forma que também pode ter um impacto profundo na publicação como um negócio. O afastamento dos periódicos híbridos, conforme descrito no primeiro anúncio do Plan S, pode ter um profundo impacto no mercado de periódicos, uma vez que certos modelos de publicação estão sendo explicitamente caracterizados como não compatíveis com os princípios do Plano S. Pode também ter efeitos importantes na publicação de comportamentos entre pesquisadores.

Finalmente, os financiadores também têm estado ativos na promoção da reforma da avaliação da pesquisa delineada no Manifesto de Leiden e na DORA. Todos os sete conselhos de pesquisa do Reino Unido, por exemplo, assinaram a declaração da DORA, e a coAllition S comprometeu-se a revisar fundamentalmente o sistema de incentivo e recompensa da ciência usando a DORA como ponto de partida.

 4 editores e outros provedores de serviços de comunicação acadêmica

Os editores, tanto comerciais como sem fins lucrativos, são atualmente

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Histórico

Guardado

Comunidade4

 Um concurso para uma plataforma de publicação lançada pela Comissão Europeia em março de 2018 levou à não adjudicação do contrato, mas foi anunciado um novo concurso em novembro de 2018.

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Como observado anteriormente, as tecnologias digitais ofereceram a possibilidade de desagregar as principais funções na comunicação e publicação acadêmica. Isso significa, em particular, que a “publicação” está gradualmente se tornando um processo que envolve um número cada vez maior de atores, e depende da concatenação de muitas operações que podem ser distribuídas por muitas instituições e comunidades, com fins lucrativos e sem fins lucrativos. atores participantes. Assim, colaborações na publicação de iniciativas e serviços nas arenas com fins lucrativos e sem fins lucrativos são bem conhecidas e comuns. Geralmente, uma editora tradicional pode organizar ou apoiar a revisão por pares e é responsável pela parte editorial da publicação, enquanto outras empresas podem fornecer serviços de tecnologia. Mais recentemente, novas empresas inovadoras podem se concentrar apenas em apoiar uma função da comunicação acadêmica, por exemplo, apenas peerreview, enquanto outras ainda fornecem serviços que medem o impacto da pesquisa. Os editores estão adaptando seus papéis em resposta tanto às mudanças de necessidades quanto a esses novos serviços concorrentes, que podem envolver pesquisadores, universidades e instituições de pesquisa, bem como financiadores. Além de suas funções tradicionais no apoio à garantia de qualidade e revisão por pares, os editores participam de inúmeras iniciativas e desenvolvem serviços, muitas vezes em parceria com universidades e outras organizações de apoio à comunicação acadêmica, como padrões abertos ou padrões de metadados (por exemplo, CrossRef e ORCID). indicadores ou serviços que buscam avaliar pesquisas (por exemplo, ImpactStory, Altmetric, Scimago e Plum Analytics).

Em outra linha, algumas organizações buscam fornecer conjuntos de serviços mais integrados para apoiar fluxos de trabalho de pesquisa, desde o desenvolvimento e início de projetos de pesquisa, até a disseminação, preservação e avaliação de resultados, incluindo os vários processos envolvidos no gerenciamento de desempenho. Algumas editoras maiores são ativas nesses desenvolvimentos, assim como algumas empresas relacionadas, como a Clarivate Analytics, a atual proprietária da Web of Science, mas há oportunidades para outras organizações – incluindo universidades e financiadores de pesquisa – no desenvolvimento de iniciativas baseadas em plataforma. tipo. Eles provavelmente terão profundas implicações para o futuro das comunicações acadêmicas, especialmente quando se considera o gerenciamento consolidado de dados e os problemas levantados por sistemas fechados e centralizados.

Os modelos de negócios, particularmente aqueles construídos em torno de lucros ou excedentes (para algumas entidades sem fins lucrativos), são cada vez mais acompanhados por novos esquemas de financiamento, muitas vezes apoiados por dinheiro público e de caridade, ou alguma combinação deles. Os fluxos de financiamento para apoiá-los tornaram-se muito mais diversificados e complexos, com diferenças significativas não apenas entre editores, mas também entre países e financiadores individuais de pesquisa, como já foi visto no primeiro capítulo deste relatório.

os interesses são centrais para o bom propósito público da pesquisa, apesar de nem sempre serem visivelmente ou diretamente incluídos no ecossistema da pesquisa. Para fins analíticos, indivíduos e organizações podem ser divididos em cinco grupos sobrepostos. Primeiro, há profissionais, como engenheiros, médicos, formuladores de políticas etc. Segundo, há aqueles, como pacientes, que precisam de informações de pesquisa confiáveis ​​para lidar com circunstâncias ou problemas específicos. Em terceiro lugar, há alunos e professores que precisam acessar os resultados da pesquisa. Em quarto lugar, há “cientistas cidadãos”. Quinto, há os jornalistas que desempenham um papel crítico em reportar e interpretar pesquisas e seus resultados para o público em geral. Finalmente, há os membros do público em geral (todos nós) que desejam ter algum grau de garantia de que a pesquisa apoiada por fundos públicos e do setor de caridade seja adequadamente conduzida, que os resultados sejam adequadamente apresentados e que o uso adequado e efetivo é feito deles.

Um sistema mais efetivo de comunicação e publicação acadêmica será muito mais aberto a esse conjunto de atores. o que eles podem ganhar, mas também contribuir para toda a empresa do conhecimento. Em suma, os usuários em um sentido mais geral poderiam ter papéis mais ativos.

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Na comunicação acadêmica, embora seu papel na publicação acadêmica seja menos claro. Muitas organizações e indivíduos nos setores público, comercial e sem fins lucrativos têm interesse em acessar os resultados da pesquisa; e, de fato, o público em geral tem interesse na produção, disseminação e uso efetivo do conhecimento, compreensão e expertise de que depende o bem-estar da sociedade. Por isso, é vital que os não-especialistas (que incluem pesquisadores profissionais fora de suas áreas de especialização) tenham oportunidades de se envolver com pesquisas, aprender com isso e até influenciar suas orientações. Essas perspectivas são importantes porque uma ecologia verdadeiramente aberta da comunicação acadêmica ajuda a gerar confiança na pesquisa e em seus resultados. Se essa confiança for perdida, uma época de ceticismo pode surgir, com o risco de que o apoio público aos recursos necessários para promover o conhecimento e a compreensão também seja perdido.

Uma primeira e mais importante barreira à participação ativa dos atores da sociedade no sistema de comunicação acadêmica é o fato de que o acesso ao conhecimento ainda está em grande parte por trás dos paywalls e, portanto, não é prontamente acessível à sociedade em geral.

Vários obstáculos atualmente dificultam o engajamento de não-especialistas com pesquisas e contribuições de pesquisa, como por exemplo, o uso intensivo de linguagem técnica, o uso predominante do inglês como meio de comunicação de pesquisa ou problemas de acessibilidade para deficientes visuais ou disléxicos. outras. Soluções técnicas, como “resumos leigos”, tradução de descobertas em vários idiomas ou ferramentas para deficientes visuais e outras categorias de indivíduos desafiados, podem ajudar a preencher essa lacuna. Também ajudará a compreensão e o envolvimento com a pesquisa. O acesso aberto em seu sentido mais amplo (em particular, removendo quaisquer restrições à reutilização) ajudará a remover os obstáculos legais e técnicos às traduções, formas de exibição e interpretações.

 Conclusão

Dentro de uma paisagem complexa caracterizada por sua fluidez e a natureza mutável de alguns dos principais atores, agências de fomento e centros de pesquisa, incluindo universidades, estão explorando maneiras de assumir algumas das funções de publicação. Os editores, por sua vez, continuam atendendo às necessidades das comunidades de pesquisa por meio da inovação em cada uma das funções de publicação, permanecendo os principais provedores dessas funções. Mas eles também tentam manter o controle sobre a maioria das funções de publicação, a fim de proteger ou aprimorar a sustentabilidade e a lucratividade de seu modelo de negócios. Finalmente, alguns editores também estão explorando maneiras de reprojetar seu modelo de negócios em torno de novas tarefas e serviços, por exemplo, em torno dos vários elementos do fluxo de trabalho de pesquisa completo ou em torno das oportunidades oferecidas por tipos específicos de acesso aberto.

Uma previsão principal pode ser feita sobre a evolução do panorama da publicação acadêmica: não é mais se o acesso aberto será bem-sucedido ou não, já que a maioria dos atores adotou alguma versão dele; é a forma pela qual se estabilizará (pelo menos por um tempo) que importa agora.

APÍTULO 5. AVANÇAR, PASSO A PASSO: RECOMENDAÇÕES AOS PRINCIPAIS INTERVENIENTES DO SISTEMA DE COMUNICAÇÃO ESCOLAR

 Nosso objetivo neste capítulo é identificar os passos que podem ser tomados para fazer o “cérebro do mundo” operar de forma mais eficaz, de acordo com a visão apresentada anteriormente neste relatório. Várias questões foram identificadas como trabalhando contra essa visão. Portanto, estamos oferecendo recomendações para cada um dos principais grupos de partes interessadas, mantendo o foco na eficácia futura da comunicação acadêmica. Enquanto pesquisadores, comunidades e organizações podem agir individualmente, essas ações serão muito mais eficazes com abordagens colaborativas e colaborativas entre os atores. Individualmente, podemos influenciar o sistema; juntos podemos transformá-lo.

1 Pesquisadores e comunidades de pesquisa

A intensidade do ambiente competitivo em que os pesquisadores competem entre si por financiamento e crédito acadêmico, discutidos anteriormente neste relatório, constitui a primeira barreira à mudança: os pesquisadores precisam e querem colaborar, mas as métricas atuais usadas para avaliar a pesquisa, mais proeminentemente a JIF, fornecem poucos incentivos para a cooperação.

Um comportamento cúmplice com esse ambiente competitivo leva a um investimento na comunicação acadêmica como ela é e há muito tempo constitui uma segunda barreira forte contra mudanças que poderiam levar a uma comunicação acadêmica mais eficaz. Dentro de um ambiente tão competitivo, a natureza de bem público das contribuições de pesquisa pode ser facilmente esquecida; a descoberta, o acesso e a usabilidade não são maximizados, e a publicação acadêmica fica aquém dos princípios e do estado ideal que foram delineados anteriormente. Isso explica, em parte, por que, após vinte e cinco a trinta anos de intensa implantação, as tecnologias digitais pouco fizeram para cumprir suas promessas: o status de periódicos e artigos permaneceu praticamente inalterado.

Embora as ferramentas e capacidades tecnológicas atualmente disponíveis possibilitem iniciativas lideradas por pesquisadores para um sistema de comunicação acadêmica que apóie um cérebro global eficaz, os acadêmicos geralmente sentem e percebem que têm pouco poder para realizar essa mudança. Mas eles certamente podem fazer mais do que eles, e podem agir individual e coletivamente, se assim o desejarem. Na verdade, pesquisadores mais jovens começaram a fazê-lo na Europa, por exemplo, com a Academia Jovem Global (GYA) e o Conselho Europeu ou Candidatos a Doutorado e Pesquisadores Júnior (Eurodoc). Pesquisadores em todas as etapas da carreira podem apoiar suas bibliotecas quando estes últimos negociam melhores condições financeiras e de acesso à literatura acadêmica. Eles podem priorizar seu trabalho como editores ou revisores para periódicos que operam mais de acordo com os princípios de nossa visão delineados anteriormente55. Eles podem resistir à tendência de conceder a maioria dos cargos em importantes comitês e conselhos editoriais, principalmente para pesquisadores seniores – um passo que certamente ajudará a diversidade também. Eles podem trabalhar através de sociedades eruditas, sindicatos de professores e outras organizações para se envolverem com financiadores e formuladores de políticas, universidades e instituições de pesquisa, editores e outros provedores de serviços. No entanto, se o contexto competitivo é tão intenso a ponto de trabalhar contra essas questões, relegando-as à insignificância, muitos pesquisadores continuarão a se concentrar exclusivamente em seus problemas.

As mudanças conduzidas pelos pesquisadores dependem fortemente de mudanças no sistema de recompensas: em particular, os julgamentos sobre o valor da pesquisa devem ser baseados diretamente no conteúdo

55 A carta aberta da Public Library of Science de setembro de 2001 oferece um exemplo inicial dessa atitude. Afirma o seguinte: «Para incentivar os editores de nossos periódicos a apoiar este esforço [registro arquivístico da ciência deve ser colocado em uma biblioteca pública internacional on-line], prometemos que, a partir de setembro de 2001, publicaremos, editaremos ou revisaremos e assinar pessoalmente apenas as revistas acadêmicas e científicas que concordaram em conceder direitos irrestritos de distribuição gratuita a todo e qualquer relatório de pesquisa original publicado em até seis meses após a data de sua publicação inicial. https://www.plos.org/open-letter.

44 locais, e deve abranger toda a gama de resultados de pesquisa, incluindo dados e código. istolocal, e deve abranger toda a gama de resultados de pesquisa, incluindo dados e código. Deve ser uma prioridade substituir incentivos que recompensem atividades e comportamentos hostis aos princípios de um ecossistema de comunicação acadêmica eficaz e hostil às práticas da ciência aberta56. Para alcançar um equilíbrio novo e mais saudável entre colaboração e competição, a busca da excelência, porque pode ser identificada apenas por meio da concorrência, não deve sistematicamente (e sistemicamente) tomar o lugar da preocupação com a qualidade. Isso não significa rejeitar a concorrência em todas as circunstâncias; significa apenas prestar atenção aos perigos da gestão da pesquisa exclusivamente através de procedimentos competitivos.

Pesquisadores e comunidades de pesquisa devem:

1. Ao participar de uma avaliação de pesquisa, por exemplo, nas decisões de contratação, promoção, posse e financiamento, concentre-se nos méritos e no impacto do trabalho de um pesquisador e evite o uso de métricas – especialmente métricas baseadas em periódicos – como proxy. Em particular, devem incorporar as recomendações da DORA e do Manifesto de Leiden no processo de avaliação.

2. Assumir a responsabilidade de assegurar que todas as contribuições de pesquisa sejam disponibilizadas abertamente, encontráveis ​​e reutilizáveis ​​de acordo com os padrões da comunidade acordados (incluindo os princípios do FAIR).

3. Aumentar a conscientização e o senso de responsabilidade sobre as implicações de escolhas e ações em funções como autores, revisores e membros de grupos de tomada de decisão.

4. Buscar uma representação equilibrada e diversificada (em termos de gênero, geografia e estágio de carreira) ao buscar colaborações, organizar conferências, convocar comitês e designar editores e revisores, e construir comunidades como as sociedades eruditas.

5. Trabalhar para um maior reconhecimento e apreciação do trabalho de revisão por pares como tarefas centrais de pesquisa. Para este fim, apoiar uma maior transparência, incluindo a publicação de relatórios assinados. Apoiar melhor treinamento e inclusão, e focar na qualidade da pesquisa em revisão por pares57.

6. No caso de comunidades de pesquisadores, como sociedades eruditas, desenvolva políticas e práticas que apóiem ​​os modos de comunicação acadêmica de acordo com a visão descrita acima. Juntamente com as universidades, as sociedades eruditas e outras comunidades de pesquisa precisam alertar e treinar seus pesquisadores para a importância e as responsabilidades de comunicar conhecimento, seja formalmente, por meio de publicações ou por outros meios.

2 Universidades e instituições de pesquisa

As universidades sempre foram atores-chave na comunicação acadêmica no contexto de suas pesquisas e missões educacionais. Em resposta às mudanças promovidas pela revolução digital, aos crescentes volumes e variedades de produtos de pesquisa e ao crescimento do movimento de acesso aberto e, posteriormente, da ciência aberta, muitas universidades e outras instituições de pesquisa estabeleceram novas políticas de comunicação acadêmica. e protocolos e novos serviços. É importante que universidades e instituições de pesquisa continuem desenvolvendo suas funções acadêmicas de comunicação e publicação 56 Ver “Avaliação de Carreiras de Pesquisa reconhecendo plenamente as Práticas Abertas da Ciência.

Recompensas, incentivos e / ou reconhecimento para pesquisadores que praticam o Open Science”, ed. Conor O’Carroll et alii, Direcção-Geral de Investigação e Inovação, Ciência Aberta e Política do EEI, julho de 2017. https://ec.europa.eu/research/openscience/pdf/os_rewards_wgreport_final.pdf. 57 Publons e F1000Research são apenas dois exemplos de sites em que revisões por pares podem ser incluídas no currículo de um pesquisador.

45 mudando a paisagem. Universidades e instituições de pesquisa devem desenvolver estratégias mudando a paisagem. Universidades e instituições de pesquisa devem desenvolver estratégias para publicações acadêmicas que se alinhem às suas missões como instituições e sirvam ao bem público. Eles devem apoiar o papel de suas bibliotecas não apenas como pontos de acesso ao conhecimento, mas como agentes importantes em todas as funções-chave da comunicação acadêmica e da publicação, sempre tendo sempre em mente a missão mais ampla da instituição, que é servir ao bem público.

O poder das universidades individuais para promover mudanças generalizadas no ecossistema de comunicação acadêmica é obviamente limitado. Por isso, é importante que, sempre que possível, eles ajam de forma cooperativa, no espírito de contribuir para a abertura de infraestruturas. Exemplos de ação coletiva já são evidentes em áreas como a preservação digital, com o consórcio de bibliotecas em rede que é responsável pela iniciativa do LOCKSS; e em outras funções de publicação, como registro, disseminação, etc., com o desenvolvimento de uma ampla gama de iniciativas de acesso aberto e ciência aberta (por exemplo, OpenEdition ou a Open Library of the Humanities). Na Europa, organizações como a European University Association (EUA), a Liga Europeia de Universidades de Pesquisa (LERU), a Young European Research Universities (YERUN) e a Associação de Bibliotecas Europeias de Pesquisa (LIBER) podem desempenhar papéis importantes no desenvolvimento de serviços. e iniciativas em toda a gama de comunicação acadêmica e publicação. Diferentes universidades irão, com razão, buscar estratégias diferentes, mas, crucialmente, devem também garantir que os serviços novos e existentes operem explicitamente como parte de uma rede aberta e distribuída. Essa preocupação é ainda mais fundamental quando se assume uma função editorial, como a certificação, que exigiria o trabalho em rede de várias instituições semelhantes para construir um sistema de avaliação que resista ao teste da objetividade, neutralidade e rigor.

Como os principais atores envolvidos na negociação do acesso ao conhecimento por meio do atual sistema de publicação, as universidades e instituições de pesquisa precisam trabalhar para obter mais transparência no sistema de comunicação acadêmica ao negociar acordos para assinaturas e acesso aberto. Eles devem estar cientes dos custos envolvidos na publicação e acesso à pesquisa para tomar decisões informadas e devem se recusar a participar de acordos que não levem a interações comerciais transparentes. Este é, por exemplo, o caso dos acordos de confidencialidade, que dividem as instituições acadêmicas entre si e enfraquecem sua capacidade de negociar com pleno conhecimento das condições vigentes no mercado de revistas.

Dito isto, nada fará mais para promover a mudança de acordo com os princípios estabelecidos neste relatório do que o trabalho concertado e a mudança institucional na área de recompensas e incentivos. Nesta área, as universidades e instituições de pesquisa estão em uma posição poderosa para garantir seu alinhamento com os princípios delineados anteriormente, que levarão a um sistema de avaliação mais transparente e justo para os pesquisadores. Algumas universidades já indicaram que desejam mudar as culturas de incentivo e recompensa adotando os princípios estabelecidos no DORA e / ou no Manifesto de Leiden. Mas deve fazê-lo e, ao avaliar os pesquisadores e o valor de seu trabalho, garantir que eles cumpram na prática os princípios estabelecidos em tais declarações.

Finalmente, a atual estrutura de comunicação e publicação acadêmica, mais uma vez por causa de sua extrema competitividade, leva a uma variedade de escolhas que erram pelo lado da cautela e da conformidade com modelos de pesquisa restritos. Esses modelos tradicionais tendem a ser centrados no branco e nomale e tendem a privilegiar problemas bem estabelecidos, excluindo a originalidade e a inovatividade. Restaurar um senso mais amplo de exploração e um hábito de pensar fora da caixa só pode ser alcançado se recompensas e incentivos incorporarem tais objetivos.

Universidades e instituições de pesquisa devem:

1. Desenvolver políticas e práticas para garantir que todas as contribuições de pesquisa sejam disponibilizadas abertamente, encontráveis ​​e reutilizáveis ​​de acordo com os padrões da comunidade acordados (incluindo os princípios do FAIR).

2. Promover e implementar as recomendações do DORA e do manifesto de Leiden para garantir que a avaliação da pesquisa leve em conta uma ampla gama de contribuições acadêmicas, incluindo artigos de pesquisa, preprints, conjuntos de dados, software, patentes e materiais (por exemplo, na contratação, posse e decisões de promoção).

3. Ao decidir quais infra-estruturas utilizar, apoiar e contribuir, escolha plataformas utilizando software livre ou de código aberto, oferecendo dados abertos através de uma licença aberta e aproveitando padrões abertos sempre que possível. Agir dessa maneira também reforçará as iniciativas lideradas por pesquisadores que visam facilitar a comunicação e a publicação acadêmica.

4. Lutar por uma representação equilibrada e diversificada incluindo, mas não limitado a gênero, geografia e estágio de carreira) ao contratar, buscar colaborações, organizar conferências, convocar comitês e designar editores e revisores de projetos, além de construir comunidades como aprendizes. sociedades.

5. Nas negociações com os provedores de serviços, recusar cláusulas de não divulgação e incluir cláusulas que permitam o controle de custos e preços e o monitoramento da conformidade. Esforce-se para facilitar a ação coletiva com outras instituições, por exemplo, compartilhar dados de custo e preço por meio de iniciativas conjuntas (por exemplo, OpenAPC).

 3 Financiadores de pesquisa e formuladores de políticas

Levando em consideração sua missão e responsabilidade de cuidar do bem público, financiadores e formuladores de políticas têm sido ativos em questões que envolvem comunicação e publicação acadêmica, com ênfase na função de disseminação, como visto no capítulo anterior. Considerando sua poderosa posição para efetuar mudanças que podem (re) moldar a comunicação acadêmica, e visando promover a pesquisa e apoiar o bem público, os financiadores e formuladores de políticas de pesquisa devem seguir de perto as possibilidades abertas pelos desenvolvimentos atuais em comunicação acadêmica e publicação. Eles também devem avaliar suas possíveis funções futuras em todas as funções da comunicação acadêmica e da publicação para o benefício da pesquisa e do bem público através do desenvolvimento de políticas e requisitos relevantes e apoiando diretamente a capacitação em áreas de comunicação acadêmica. Eles também devem avaliar os papéis potenciais de outros atores no sistema que eles financiam, também com os mesmos princípios em mente.

Os financiadores estão numa posição única para desenvolver políticas e requisitos fortes e alinhados que garantam que todos os produtos de pesquisa que eles apoiam estejam abertamente disponíveis para todos e em qualquer lugar, sem barreiras em todo o mundo. Além disso, eles estão em posição de afetar a formação de um sistema justo para serviços de comunicação acadêmica, por meio do qual a pesquisa é disponibilizada abertamente a custos que sejam econômicos para as partes pagadoras dentro de um sistema transparente. Tal sistema pode incluir prestadores de serviços públicos e privados; os financiadores, juntamente com as universidades, devem decidir o que deve ser tratado por empresas privadas, e o que deve ser administrado por entidades dedicadas ao interesse público, e a que custo.

Mantendo o bem público em mente, os financiadores podem gradualmente estabelecer um equilíbrio saudável entre a atividade privada e pública, onde os serviços devem apoiar um sistema projetado para o longo prazo. Por conseguinte, os financiadores e decisores políticos devem financiar serviços e infra – estruturas relevantes (por exemplo, para publicar funções ou repositórios, incluindo plataformas) com uma visão de longo prazo. Eles podem optar por assumir uma função de publicação, por exemplo no desenvolvimento de suas próprias plataformas de publicação. Os financiadores também poderiam ter um papel a desempenhar na função de certificação da publicação acadêmica: eles têm experiência em organizar a revisão de acadêmicos e seus projetos por seus pares – em outras palavras, revisão por pares -. Essa experiência pode ser aplicada diretamente à função de certificação da publicação acadêmica.

47 Juntamente com universidades e outras instituições de pesquisa, os financiadores estão em uma posição poderosa para promover mudanças na avaliação, deixando claro que seus revisores olharão diretamente para o conteúdo e não se limitarão aos títulos das revistas, e levarão em conta toda a gama de contribuições de pesquisa. quando avaliam os registros de indivíduos e equipes e seus pedidos de subsídio. Eles também podem deixar claro que os resultados negativos e a verificação de descobertas anteriores são valorizados.

Finalmente, os financiadores devem reavaliar os efeitos das estratégias competitivas nos tipos de pesquisa que apoiam. A concorrência é sempre necessária? Não foi possível projetar outros processos com base no limite de qualidade? A consequência seria um maior leque de possibilidades de inovação. Além disso, o afastamento da obsessão da competição

Em todas essas áreas, é extremamente importante que os financiadores e formuladores de políticas desenvolvam suas políticas e serviços em consulta com as comunidades de pesquisa, mantendo uma visão clara de seus próprios objetivos. Os editores e outros provedores de serviços têm seus próprios objetivos de avaliação, que podem ou não convergir com os próprios objetivos dos financiadores, mas isso só pode ser avaliado se a abordagem de avaliação dos editores for transparente. Para os financiadores, confiar nos critérios das editoras pode levá-los a substituir a visibilidade ou o prestígio por questões mais fundamentais de qualidade.

Os financiadores e formuladores de políticas de pesquisa devem:

1. Desenvolver políticas – juntamente com mecanismos de financiamento apropriados – para garantir que todas as contribuições de pesquisa decorrentes de seu financiamento estejam disponíveis para todos, em qualquer lugar, sem quaisquer barreiras ao acesso ou restrições à reutilização.

2. Ao avaliar os pesquisadores, garantir que uma ampla gama de contribuições (publicações acadêmicas, mas também dados, software, materiais etc.) e atividades (orientação, ensino, revisão etc.) sejam consideradas e que os processos e critérios de avaliação sejam adequados programa de pesquisa do financiador e transparente.

3. Desenvolver mecanismos de financiamento para apoiar o desenvolvimento de infra-estruturas abertas, interconectadas e distribuídas de publicações acadêmicas e para sua manutenção a longo prazo.

4. Considerar como as políticas de financiamento afetam a diversidade e a inclusividade da pesquisa em escala global. Em particular, os financiadores devem trabalhar para garantir que os comitês de revisão, comitês, painéis etc., sejam diversos – em termos de gênero, geografia e estágio da carreira.

5. Trabalhar com os outros atores do ecossistema de comunicações acadêmicas para assegurar que os custos totais de possibilitar que a pesquisa esteja abertamente disponível para todos, em qualquer lugar, sem barreiras ou restrições, também sejam abertos e transparentes.

 4 editores e outros provedores de serviços de comunicação acadêmica

Como visto anteriormente, os editores (com fins lucrativos e sem fins lucrativos, incluindo editores institucionais e sociedades eruditas), são atualmente os principais provedores de serviços para todas as funções-chave da publicação acadêmica. Atualmente, eles atendem principalmente pesquisadores, universidades e outras instituições de pesquisa, mas podem atender a todos os possíveis usuários de as publicações são prontamente acessíveis e reutilizáveis. A contínua revolução digital apresenta uma série de desafios (e oportunidades) para os editores, até porque coloca cada vez mais em dúvida o que significa “publicação” acadêmica.

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Vários atores, nem todos os editores tradicionais, já estão procurando desenvolver conjuntos de serviços e ferramentas em todo o fluxo de trabalho da pesquisa. Serviços para alertar usuários em potencial para o registro de muitos tipos diferentes de conteúdo estão se tornando cada vez mais importantes. Os processos associados à certificação estão se tornando mais abertos e transparentes. Eles estão se tornando parte das conversas, discussões e debates que caracterizam a produção distribuída de conhecimento e, como conseqüência, estão sendo integrados na apresentação pública dos resultados da pesquisa.58 No que diz respeito à disseminação, a maior capacidade de descoberta se tornará mais importante. Apresentar descobertas de pesquisas com sinais confiáveis ​​de altos padrões ajudará a navegar em um cenário documentário cada vez mais complexo. Ao mesmo tempo, exigir acesso aberto a resultados de pesquisa leva os editores tradicionais a modelos de negócios de acesso aberto. Por fim, manter o registro das versões mutáveis ​​do conteúdo, em vez de uma única versão do registro, também se tornará cada vez mais importante, assim como sua preservação.

A avaliação de pesquisadores tem sido associada ao ranking de periódicos, e às vezes é apresentada como uma quinta função editorial.59, no entanto, a ligação entre os rankings de periódicos e a avaliação da pesquisa gerou muitas desvantagens, discutidas anteriormente no relatório. A avaliação da pesquisa deve se concentrar no conteúdo, não em proxies, como títulos de periódicos. Existe um amplo consenso sobre a necessidade de reforma nesta área, e o progresso está realmente sendo alcançado. Quando a função de avaliação de periódicos se torna menos importante, s implicações para a comunicação de pesquisa e, portanto, os editores serão profundos.

Editores e outros provedores de serviços devem:

1. Desenvolver e anunciar publicamente planos de transição para avançar o mais rapidamente possível para acesso aberto abrangente.

2. Desenvolver, usar e suportar ferramentas interoperáveis ​​ (incluindo software de código aberto sempre que possível) e serviços não apenas para facilitar o acesso e a reutilização de resultados acadêmicos, mas também para facilitar intervenções inovadoras de novos participantes.

3. Lutar por diversidade equilibrada (incluindo, mas não se limitando a gênero, geografia e estágio de carreira) entre autores, revisores e editores que trabalham com publicações.

4. Promover a transparência e a prestação de contas na revisão por pares, por exemplo, publicando relatórios de revisão por pares e respostas dos autores juntamente com os artigos publicados.

5. Tornar públicos todos os encargos de publicação (incluindo preços especiais e renúncias), e fornecer descrições completas dos serviços prestados, a fim de permitir o desenvolvimento de um mercado transparente e econômico concebido para apoiar a comunicação aberta e a reutilização de todas as contribuições acadêmicas.

6. Experimentar novas abordagens para a avaliação e comunicação de resultados de pesquisa e compartilhar os resultados para que um conjunto de evidências possa ajudar a otimizar sistemas futuros.

58 Nesse sentido, veja a carta aberta da ASAPbio no início de 2018, que foi assinada por muitos editores sobre o significado da publicação de avaliações entre pares. Https://asapbio.org/letter

59 Como observado em um capítulo anterior, o recente “Relatório STM – Uma visão geral da publicação científica e acadêmica” em sua quinta edição de outubro de 2018, introduziu a“navegação ”como uma quinta função dos periódicos, p. 14.

 60 A Springer Nature e a Elsevier têm visões diferentes em relação a essa recomendação, resultado de extensas discussões no grupo de especialistas.

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5 praticantes, educadores e outros grupos sociais

A profissionalização da investigação científica e os crescentes custos de acesso ao5 praticantes, educadores e outros grupos sociais

A profissionalização da pesquisa científica e os crescentes custos de acesso à literatura de pesquisa contribuíram gradualmente para separar as comunidades de pesquisa da sociedade em geral. De fato, o surgimento de uma profissão de “popularização” também pode ser lido como um sintoma da crescente lacuna entre os pesquisadores, por um lado, e a população em geral, por outro. Separar as comunidades de pesquisa e pesquisa do resto da sociedade pode abrir as portas para várias formas de alienação e até hostilidade à empresa do conhecimento em geral. Na realidade, qualquer pessoa, independentemente da pesquisa, mantém algum grau mínimo de competência em relação ao estado atual do conhecimento. Isso também é o que o cérebro do mundo significa: ele não funciona em uma base de dois níveis, separando os “conhecedores” dos “ignorantes”.

Em nossas sociedades, a produção e o acesso ao conhecimento não dizem respeito apenas aos pesquisadores. Como explicado no capítulo anterior, a sociedade em geral, incluindo atores com motivações e necessidades diferentes (por exemplo, profissionais, educadores, pequenas e médias empresas etc.), exigem e devem ter o direito de acessar o conhecimento. Praticantes, educadores e outros grupos da sociedade dispostos a aplicar o conhecimento científico às suas necessidades devem ser capazes de acessar esse conhecimento de maneiras simples e convenientes. Para este propósito, uma adoção abrangente de modelos de Acesso Aberto (não apenas grátis, mas livre em termos de direitos de reutilização suficientes) é necessária para permitir criticar os resultados relevantes da pesquisa e construir sobre eles. Esses atores também podem contribuir para a produção de conhecimento, e tem sido demonstrado em casos específicos que suas contribuições podem fazer uma diferença significativa61.

O que falta em geral são as formas de ajudar a demanda a se organizar de modo a ser expressa de maneira clara e audível. Ainda assim, isso ajudaria muito a reduzir a distância entre a pesquisa e o resto da sociedade, e certamente aumentaria a diversidade e a riqueza da empresa do conhecimento. Por exemplo, ter problemas, problemas e perguntas se infiltra em direção às agências de financiamento, de modo a torná-las mais conscientes de algumas das preocupações e questões que surgem da população em geral e de ter parte dos orçamentos de pesquisa dedicados a programas de pesquisa correspondentes a essas preocupações. , significaria envolver diretamente a cidadania no planejamento da pesquisa. Mas mecanismos devem ser projetados para fornecer novos canais de comunicação entre vários segmentos de nossas sociedades que, atualmente, não sabem como conversar entre si.

Aqui, novamente, a metáfora do cérebro do mundo pode sustentar essa linha de pensamento: o cérebro, embora um pouco especializado em suas funções, também está profundamente incorporado ao corpo. A pesquisa acadêmica, da mesma forma, embora tenha funções e objetivos especializados, não pode funcionar bem se for mantida como uma entidade separada, e a situação piora se os princípios da separação também incorporarem princípios de elitismo. Aproximar-se da ciência como um sistema social, formado por cientistas que são simultaneamente membros de sociedades e influenciados por valores, necessidades e expectativas como qualquer outro ser humano, requer, às vezes, reavaliações críticas “externas” para corrigir possíveis vieses ou aspectos até então negligenciados. debates.

Praticantes, educadores e outros grupos da sociedade devem:

1. Organizar e defender o livre acesso e o direito de reutilização de resultados de pesquisa com financiamento público.

2. Estender a mão aos financiadores, instituições de pesquisa e formuladores de políticas, a fim de desenvolver novos canais de comunicação, novas formas de co – criação e co – planejamento de pesquisa, e novas formas de financiamento em resposta a necessidades, preocupações e questões que novas formas de financiamento em resposta às necessidades, preocupações e questões que emanam da população em geral.

 61 Por exemplo, no projeto de astronomia dirigido pela ciência cidadã https://www.zooniverse.org/. Veja também Comitê sobre o Design da Ciência dos Cidadãos para Apoiar a Aprendizagem em Ciência e outros, aprendendo com a Ciência Cidadã: Melhorando as Oportunidades por Design, ed. Rajul Pandya e Kenne Ann Dibner (Washington, DC: National Academies Press, 2018), https://doi.org/10.17226/25183.

3. Procure oportunidades de se engajar com tópicos / resultados de pesquisa que sejam de interesse para os grupos sociais e suas comunidades.

4. Apresentar tópicos / questões de pesquisa que estejam errados ou sub representados (por exemplo, contatando pesquisadores relevantes, atraindo a atenção de outros atores do sistema científico ou mobilizando ações em grupos de interesse organizado.

 CAPÍTULO 6: CONSIDERAÇÕES FINAIS

 Com a tarefa de perscrutar o futuro, o Grupo de Peritos sobre o Futuro da Comunicação e Publicação Científica precisava evitar o uso de uma tecnologia – a bola de cristal – porque, como muitas outras tecnologias, encará-la às cegas ao invés de esclarecer. Naturalmente, a tecnologia será uma parte importante do futuro da comunicação acadêmica, mas o evento tecnológico decisivo tem sido o desencadeador da transição para o contexto digital, e isso começou há décadas. O período atual corresponde a um estágio particular no desdobramento da esfera digital com suas culturas, economia e dimensões sociais. Algumas das etapas talvez possam ser comparadas no escopo à invenção da prensa rotativa dentro da cultura de impressão, mas elas permanecem uma parte da cultura digital em desenvolvimento. Assim, a tecno-ficção foi posta de lado e o Grupo de Peritos procedeu a procurar continuidades e formas de estabilidade, em meio a um cenário editorial em rápida mudança, e a prestar atenção ao que deveria ser evitado.

Continuidades e formas de estabilidade foram expressas em um conjunto de quatro funções e dez princípios que existem independentemente do progresso técnico. Quanto ao que evitar, o Grupo de Peritos identificou várias falhas e problemas no sistema atual. Isso reflete uma integração deficiente das possibilidades oferecidas pela esfera digital (affordances) ou, mais fundamentalmente, obstáculos sistêmicos ao progresso ótimo da publicação acadêmica. Ao mesmo tempo, o sistema de publicações acadêmicas exibe duas linhas fundamentais de força que podem ser usadas para construir novas perspectivas sobre a paisagem acadêmica de comunicação e publicação: o fluxo de dinheiro e a natureza composta da publicação.

As maneiras pelas quais o dinheiro flui no sistema de comunicação acadêmica podem parecer irremediavelmente complexas, mas, em última análise, ele repousa em dois pólos principais, ambos feitos de entidades públicas e privadas. O primeiro polo corresponde essencialmente aos fundos provenientes das universidades através das suas bibliotecas. O papel do dinheiro público nesse grupo é geralmente dominante, particularmente na Europa. Desde o advento das APCs, as agências de financiamento também foram atraídas para o negócio de fornecimento de fundos para ajudar seus donatários a publicar em periódicos de acesso aberto – uma tendência muitas vezes justificada por um requisito ou um mandato de acesso aberto proveniente das mesmas agências de financiamento. Isso, por sua vez, levou as agências de financiamento a investigar mais profundamente o sistema de comunicação e publicação, a ponto de até mesmo se envolver diretamente com ele. Algumas das instituições de caridade privadas, como a Wellcome Trust, no Reino Unido, e a Fundação Bill e Melinda Gates, nos EUA, abriram alguns caminhos importantes nesse sentido e continuam a fazê-lo.

O segundo pólo é formado pelos provedores de serviços, um grupo atualmente dominado pelos editores, mas onde novos atores estão surgindo, mesmo quando serviços novos ou aprimorados são inventados ou redesenhados em torno das tecnologias digitais. Um exemplo disso é a crescente importância do Google Scholar, um mecanismo de busca que surgiu fora do mundo dos editores. Tornou-se indispensável para os pesquisadores. Os prestadores de serviços costumam vender seus serviços para bibliotecas e agências de financiamento, e essa é a realidade mais profunda dos fluxos de dinheiro por trás das complexidades assustadoras dos canais de transferência de fundos.

Juntos, os dois pólos identificados revelam um mecanismo global pelo qual uma mistura de organizações, muitas vezes dominadas por instituições públicas no caso da Europa e de muitas outras partes do mundo, fornecem as bases financeiras para uma série de operações de publicação e comunicação. A maioria dessas operações é dominada por corporações com fins lucrativos e algumas sociedades sem fins lucrativos (por exemplo, a American Chemical Society).

O segundo pólo mostra também que, no contexto digital, as funções editoriais já não pertencem exclusivamente a uma categoria única de organizações – ou seja, os editores. Por meio de seu comportamento econômico – por exemplo, os tipos de empresas que adquirem – os próprios editores realmente mostram que se comportam como um agregado de funções. A publicação, portanto, é cada vez mais vista como uma atividade composta que pode ser reorganizada em muitos tipos diferentes de atores. Previsivelmente, vários novos atores estão começando a testar sua capacidade de assumir algumas ou todas essas funções, abrindo assim a possibilidade de mundo editorial imensamente reestruturado. Como essas funções serão finalmente distribuídas em quais tipos de organizações é uma questão central que precisa ser monitorada com cuidado. O mundo manuscrito estava organizado em torno de uma série de funções cuidadosamente projetadas, muitas delas ligadas ao scriptoria; a era da impressão reorganizou algumas das funções e adicionou novas para formar a editora moderna, e a scriptoria desapareceu; atualmente, a esfera digital está começando a mostrar seus próprios efeitos nesse sentido. Estamos observando esses novos tipos de atores se esforçarem para tomar forma, mas os editores tradicionais estão claramente na mira da digitalização.

Na segunda metade do século XX, as funções editoriais já identificadas (registro, certificação, disseminação e preservação) viram o surgimento de uma quinta função importante: a avaliação. Como apontado no relatório, esta última função tem sido cada vez mais contestada: a avaliação da pesquisa através de seus locais de publicação faz sentido? Ou, se faz sentido, qual é o significado de tal operação?

A pedra angular dessa função de avaliação, o JIF, foi originalmente projetada para fornecer uma métrica para periódicos competindo entre si. A partir daí, foi um passo pequeno (mas não garantido) para a avaliação de pesquisas individuais, para a avaliação de pesquisadores individuais, instituições e até países inteiros. Como resultado, os processos de avaliação, todos baseados total ou parcialmente no JIF, foram finalmente erguidos em uma estrutura não muito diferente da dos bonecos russos. A conseqüência foi a criação de um sistema tal que a decisão de reformar uma de suas partes poderia afetar os rankings em outro nível. Formas gerenciais e outras formas de cautela ditaram a permanência na linha, e o sistema assim desenvolvido mostrou considerável resiliência.

Com o JIF firmemente estabelecido, os editores adaptaram suas táticas e estratégias à sua presença. Aumentar o fator de impacto de seus periódicos tem sido uma preocupação constante entre os editores há muito tempo. Promover o JIF de periódicos é um argumento comum de marketing. Alguns jornais e alguns editores foram pegos jogando ativamente as regras do JIF.

Dada a grande variedade de atores que trabalham na comunicação acadêmica e na paisagem editorial, seria um exercício muito útil avaliar com precisão quais seriam, em cada caso, as consequências de viver sem o JIF. Quais outros modos de avaliação seriam mais apropriados para cada perspectiva? Fora do público em geral, apenas as agências financiadoras podem se dar ao luxo de ficar um pouco fora do alcance do JIF: a razão é que eles classificam outros atores com ele, mas eles não são classificados62. E eles têm um bom grau de controle sobre uma grande fração dos fundos em que a pesquisa se baseia. Isso deve permitir que as agências de financiamento imaginem assumir um papel de liderança em qualquer esforço para melhorar o sistema de comunicação e publicação acadêmica. E alguns já começaram a fazer exatamente isso, particularmente instituições de caridade privadas, como o Wellcome Trust e as Fundações Bill e Melinda Gates. Outros atores, como pesquisadores individuais, instituições de pesquisa e até mesmo países, têm alguns meios para serem úteis, mas os riscos para sua própria posição em um campo competitivo construído como atualmente são simplesmente altos demais para serem levados a sério.

A melhor maneira de fazer com que o sistema acadêmico de comunicação e publicação evolua de maneira a satisfazer a perspectiva centrada na pesquisa, favorecida no relatório, é maximizar a cooperação e a colaboração entre os atores dispostos a agir nessa direção. As agências de financiamento, portanto, verão sua influência crescer proporcionalmente à sua capacidade de mobilizar a maioria ou até mesmo todos os atores envolvidos no ecossistema de comunicação e publicação acadêmica. Seu papel básico pode estar na simples ideia de que a avaliação da pesquisa deve ocorrer não apenas de acordo com os princípios básicos do método científico – isso é óbvio -, mas também de acordo com o ajuste entre os trabalhos publicados e os parâmetros da pesquisa. programa conforme enunciado pela agência de financiamento. Atualmente, a publicação exige atender a muitos determinantes de uma só vez: uma equipe ou uma trajetória de pesquisa do laboratório, um financiamento.

62 No entanto, como parte de ministérios que pertencem a governos preocupados com o ranking de todo o país, ou como o país aparece no mundo, as agências de financiamento público não podem gozar de total liberdade do JIF. Isso pode explicar o papel de liderança das instituições de caridade privadas. A CE, como uma agência de financiamento, está em algum lugar entre instituições de caridade privadas e órgãos públicos nacionais: a classificação da Europa exige a identificação de candidatos confiáveis. Quais?

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Programa de pesquisa da agência e, para um editor de periódico programa de pesquisa da agência e, para um editor de periódicos, uma estratégia consciente de classificação na seleção de artigos enviados. Reduzir esse enigma por pelo menos um elemento – a preocupação crescente dos periódicos em selecionar artigos – aumenta a probabilidade de que o trabalho publicado se encaixe mais de perto no programa de pesquisa do financiador.

O papel das agências de financiamento pode ir mais além: elas podem realmente trabalhar com sociedades acadêmicas, com bibliotecas e instituições de pesquisa que elas atendem e com editores dispostos a fornecer formas de publicação acadêmica que separam claramente o valor econômico da publicação do valor intelectual da publicação. pesquisa. Ao fazer isso, eles podem restaurar a ideia de que a pesquisa só pode ser seriamente avaliada se o conteúdo da pesquisa for estudado pelos especialistas na área. Na mesma linha de argumentação, os financiadores devem achar facilmente colaborar com instituições de pesquisa, já que os critérios para avaliar os pesquisadores para fins de progressão na carreira se sobrepõem aos critérios necessários para avaliar os pesquisadores quanto ao valor da pesquisa em um projeto específico.

Embora as agências de financiamento se beneficiem de uma capacidade de agir que outros atores, com a possível exceção de alguns editores poderosos, não desfrutam, suas iniciativas não serão eficazes se os pesquisadores, as sociedades eruditas e as instituições de pesquisa não enfrentarem suas próprias responsabilidades. Em vez de terceirizar tarefas quase que por padrão, e ser surpreendido pela visão míope da competição sistemática, as instituições de pesquisa, os pesquisadores e suas sociedades instruídas devem ter como objetivo trabalhar em rede em torno de objetivos coerentes de comunicação e publicação. Em suma, eles devem assumir a responsabilidade coletiva de retomar o controle sobre suas necessidades de comunicação e de meios, em vez de adotar a atitude de consumidor passivo de serviços para venda. No caso das sociedades acadêmicas, particularmente as grandes, o objetivo de “retomar o controle” significaria examinar se o atual sistema de competição por quotas de mercado de periódicos, apesar de sua capacidade de gerar “excedentes” elevados, é inteiramente congruente com seus fundamentos mais fundamentais. missão, que é servir as comunidades acadêmicas.

Os financiadores também terão que pensar nas maneiras pelas quais podem oferecer exemplos de sites de publicação que operam de acordo com os princípios estabelecidos aqui. Fazer isso significará estabelecer modelos projetados para influenciar as maneiras pelas quais a publicação acadêmica pode evoluir.

As agências financiadoras têm outro papel a desempenhar: seja através de requisitos para seus beneficiários, ou fornecendo seus próprios modelos de publicação, eles podem afetar uma série de questões técnicas, como abertura, interoperabilidade e metadados. Eles podem fixar e esclarecer as maneiras pelas quais termos como acesso aberto devem ser entendidos e praticados. Eles podem dar substância a expressões como “ciência aberta”, por exemplo, para tornar mais claro como o conhecimento deve ser acessível, circulado e influenciado e usado pela população em geral em seus vários papéis não acadêmicos. Em suma, as agências financiadoras podem elaborar uma série de critérios que definem quão alta a barra de bolsas de estudos deve ser levantada e com que efeito.

Como já foi dito, a liderança assumida pelas agências de financiamento só funcionará se reunir, se não todos, os atores do ecossistema de comunicação acadêmica. Dada a possibilidade de mudar os critérios usados ​​para avaliar a pesquisa, colaborar com os pesquisadores, as universidades e os centros de pesquisa devem ser bastante simples. Trabalhar com várias vertentes do público em geral deve incluir a imaginação e a criação de canais de comunicação que permitam que uma voz real influencie as prioridades e orientações da pesquisa. Com os editores, fica claro que a cooperação também é necessária, embora seja provável que haja novos desafios para os modelos de negócios existentes. Subjacente a essas colaborações, é de se esperar que todos os atores vejam a perspectiva de se mudar para áreas verdadeiramente inovadoras, de acordo com o propósito mais fundamental da comunicação acadêmica.

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“Evaluation of Research Careers Fully Acknowledging Open Science Practices. Rewards, Incentives and/or Recognition for Researchers Practicing Open Science,” Written by the Working Group on Rewards (Brussels: OSPP, European Commission, July 2017), https://ec.europa.eu/research/openscience/pdf/os_rewards_wgreport_final.pdf; 

“Expression of Interest in the Large-Scale Implementation of Open Access to Scholarly Journals,” n.d., https://oa2020.org/mission; 

“Fair Principles,” Go Fair (blog), 2016, https://www.go-fair.org/fair-principles/; 

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“Jussieu Call for Open Science and Bibliodiversity,” 2017, https://jussieucall.org/jussieucall/; 

“Open Letter on the Publication of Peer Review Reports,” ASAPBio (blog), February 2018, https://asapbio.org/letter; 

“Open Science 2030. A Day in the Life of a Scientist, AD 2030.,” June 5, 2015, https://ec.europa.eu/research/swafs/pdf/pub_open_science/open_science_2030.pdf; 

“Open Science Manifesto. Towards an Inclusive Open Science for social and Evironmental Well-Being,” n.d., https://ocsdnet.org/manifesto/open-science-manifesto/; 

“Plan S. Implementation & Feedback,” 2018, https://www.coalition-s.org/feedback/; 

“Plan S. Why Plan S,” September 2018, https://www.coalition-s.org/why-plan-s/; 

“San Francisco Declaration on Research Assessment,” DORA (blog), December 16, 2012, https://sfdora.org/read/; 

“Turning FAIR into Reality Final Report and Action Plan from the European Commission Expert Group on FAIR Data” (Directorate-General for Research and Innovation (European Commission), November 26, 2018); 

“Vienna Principles. A Vision for Scholarly Communication.,” June 2016, https://viennaprinciples.org/.

 
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[Santos, Jusenildes., (2019)”O futuro da publicação e da comunicação acadêmica – Relatório do grupo de peritos para a Comissão Europeia” Prospecto de estudos, analítica e investigação. [By Peritos Independentes: Jean-Claude Guédon, Presidente e Relator da Universidade de Montreal, Canadá Michael Jubb Et all.2017], [Estudos e trad. Jusenildes Santos] – GTGC – UFSC-BU. (Peritos e especialistas acadêmicos internacionais), 2017, Canadá.]

comentário:

Subsídios – Gestão base convenção regimento – CR : Perspectivas, Reestruturação, Adequação, Finanças ADM-  Condominial NO – Projetos.

” Análises de  frentamentos em princípios fundamentais  – CR – Empresa CRCPC – Enfretamentos. Propostos projetos – Evolução “

Resumo:

De conteúdo descritivo, buscamos apresenta, subsídios em gestão, de síndicos (a); Decisão de negócios; Adm. de finanças; Receitas; RH – funcional; Enfrentamentos de representações; Visão de conversão – Regimento. Consequências; Aplicabilidades; Funções de sindico(a) e Adequações possíveis. Recomendações de projetos Diretivos Estratégicos em Gestão Ordinário. Entornos de adequações e inovações em visão de empresa e gestão de economia e finanças. Consequências, concentração de atividades de gestivas, ausências de participação condôminos social; Comunicação integral em ocorrências. Otimização e tecnologias inovativos.

Palavras – Chaves: Gestão condominial; Decisão ADM. ; Recomendações diretivas; RH – funcional; Avaliação; Otimização e TIC.

Introdução

As perspectivas e tendências em gestão frente, as possíveis considerações em: Análise, acompanhamento, relações de orientações, recomendações propostos em instâncias diretivas em retornos planejados, poderiam fluírem ou evoluírem em imediatos e antecedentes dispositivos e pré- administráveis, em estabilização eficaz – SGPRA – Projetos. Enfatizamos por recomendações por cada fase: Pré – requisitos gestão, de síndicos (a) em face, então: a) Convenção – Regimento representante eletivo; b) Adm. – contrato renovado NO condominial; c) Gestão de síndicos(a), com segundo – RC; d) Enfretamentos e fretamentos e recomendação de projetos ordinário e decisão diretivas estratégicas; Adequações possíveis, administração de finanças e decisão – RH funcional.

II – Perspectivos desenvolvimento – CR: Evolução

2.1. Fundamentação teórica e práxis- Projeto – CR .

1a – Fase – Regimento gestão de síndico concentração funções e atividades, sociais e comunitárias; ADM. receitas, economia, e finanças, por princípios tendências de economia gradiente de distribuição condominial comunitária proprietários – moradores – residentes. Etapa 2012-3.

2a – Fase – Propostas representação nos princípios fundamentais – CR. Continuação, presencial de gestão mais distribuição de atividades e agilização de gestão e decisão, em RH – funcional relacional, menos gradiente, finanças mas investimentos em mobílias e equipamentos, infraestruturas, visão de rotinas e atividades efetivas evolutivas em sociáveis e comunitárias e mais participação. O síndico relacional, não concentrativo . Etapa 2013-4.

3a – Fase – CR – Eletiva participativa acaloradas e aclamada populismo, conflita, influência circunstanciada impulsionada externa a interna comunitária e social. Gestão concentrativo e individual, sem bases PF em gestão e ADM. e relação com pessoal – RH por déficits, práticas de decisão imediatas, sem agregação de equipe. Desestatização do padronizado de infraestruturas de condomínio normativos projetal original, básicos. Inexperiência. Motivacional para gestão sem evolução. Etapa – 2015.

4a – Fase – Representação eletiva equitativa participativa – CR. Apoio perceptivo, presencial em gestão de síndico, concentrativo distribuída. Gestão empresarial introduzida, negocial, social e menos comunitária participativa de partilha em atividades. Contratos de prestadores serviços em negócios de gestão. Recomendação de Projetos – CR e diretivas estratégicas econômicas, sem receptividade, para percepção evolutiva. Experiências em gestão de entidades. Participação condominial relacional, motivacional, sem evolução. Sem efetivação gradiente da finanças distribuídas. Ausências de gestão ágil decisiva. Etapa – 2015-6.

5a – Fase – Representação eletiva – CR, motivada e aclamada social comunitária, influenciável relacional externa em políticas públicas. Modernização de infraestruturas mantidas, evolução com continuação de contratos de prestadores de serviços. Gestão inovadora, decisão em Adm. Condominial, evolutiva e RH – funcional conflita insatisfações a questão DT. Menos finanças gradiente, mais inflacionária distributiva. Gestão concentrativo posteriores contínuos, sem presencial necessária para fragilidades decisivas. Etapa – 2017- 9. Decisão manutenção força maior MPE – Corvit – 19, sem continuidade perspectivos – CR.

6a – Fase – Gestão eletiva representante – RC. Concentrativo e gestão individual, sem participação grupo. Influência e motivacional apoio de comunidade residente, menos presencial. Gestão contratos em prestadores de serviços, RH – funcional insatisfeito, mais evolutivo cabo de turma e não supervisionada. Mas otimização de TIC, sem evolução para implantação de projetos, mais experimental, sem ADM. de serviços efetivos, conflitual e descontroles e descontinuidades CR. Recomendação de Adequação de projetos em gestão básicas emergências e estratégicas diretivas, submetidas em atenção ao Conselho e Gestão síndico. Perfis reguladores, descentralizaveis e dispersos essenciais legíveis aplicáveis e não – maquiaves. Desconhecimento de CR. Influência de empresas ao comércio consumidor e impulsionador para agilização efetivas, para transformação de regras essenciais necessárias visionária, sem óticas sistemas de seguranças aos condôminos importantes. Conflituais posteriores, pela ausência bases CR – aplicáveis anti – conflituais e pré- acionadas. Influência externa a gestão e comunidade pouca envolvida, e participativa. Comunicação evasiva. Residencial transitória de moradores, sem compromissos. Recomendações de projetos e ao Conselho. Etapa – 2019 – 20

2.2. Recomendação DGE- Equitativa Sustentável

2.2.1. Corpo funcional – RH por planejamento – Decisão medidas.

a) Considerável e essencial, importante, em relação ao corpo – membros que trabalham no desempenho administráveis no momento para condomínio na gestão contrato com a empresa NO, com reunião com os mesmos, perante direitos trabalhistas, pois perceptíveis entraves, que o comportamento de trabalho, não condiz com contrato estimado para desempenho de atividades para o condomínio – RCP Cidade, e decisão a serem consideráveis, possíveis:

●Desempenho de atividades de serviços centráveis em residentes – moradores e não contrato de trabalho para corpo funcional – RH presente;

● Invasão de privacidade particular de vida de proprietários e ou moradores por parte de corpo funcional, sem autorização de mesmos;

● A particularidades em atividades de grupo, para trabalho em atividades funções direcionado, sem necessidades de possíveis procedimentos, em regras in loco, segundo contratos de trabalho;

● Consequências e acontecimentos evidentes explícitos e evidências:

a) Qual vínculo de contratos de trabalho – RH funcional atual no RCP Cidade – 2018, gestão atual social;

b) O contrato com a ADM – NO e desempenho de trabalho atividades operacionais simples – RH? Como funciona?

c) Os contratos com condomínio e gestão síndico (a), ou contrato com a ADM – NO, frente a desempenho de atividades;

d) Que tipo de contrato atual evidência atualmente in loco com RH – corpo funcional, perante leis trabalhistas;

e) Os DT, estão sendo oficiais e seguidos, presentes os rigores e devidas para a gestão coordenada e supervisão a ADM – NO. Questões de trabalho e vínculos contraditórios e outros vias jurisdição trabalhistas;

f) Finanças, em folha de pagamento – RH, sequenciais in loco jurídica leis de trabalho verificados? Presentes, em políticas da gestão de síndico ( a), sendo acompanhamento;

g) A fidelização de acompanhamento de orientação de gestão síndico( a), e supervisão para trabalhadores funcionais e desempenho de atividades – RH funcional em horários que a mesma não esteja? Que tipo in loco. O exemplo: RH – corpo funcional noturno? Como portaria e sistema de acompanhamentos de câmaras por responsável?

2.3. Documento – Gestão.

2.3. Recomendação diretiva Gestão – RH – Projeto.

2.3.1. Documento – Retorno em Discussão as recomendações submetidas Adequações. Ao conselho fiscal. Os vínculos em relação a sistema de protocolos de gestão ativa funcional para identificação para maiores eixos de otimização de serviços para gestão ativa organizacional.

2.3.1.1. Ponto primeiro – Identificação

a) O corpo funcional de funcionários com identificação (Crachá) individual – Nome; Função e/ cargo;

b) Visitantes(Crachá);

c) Serviços de empresas em permanência (Crachá);

d) Cadastro anual de locação moradores – condôminos- proprietários por bloco estatísticas de taxa – via condominial mensal e mudanças atualizados;

2.3.1.2. Ponto segundo – Caixa individual de correspondência centralizado:

a) Adaptação ou criado;

b) Apartamento/ bloco.

2.3.1.3. Ponto terceiro – Sistema coletor de lixo com reciclo básicos condominial e política seletiva de educação de lixo doméstico:

a) Lixo doméstico na troca de informação como selecionar cada típico de lixo por hábitos individual. Obs. Coletores por bloco e horários para apartamento fora retirado condomínio; Colocado coletores grandes centralizados e diversos em cada bloco; Planejamos no Bloco I – Comunidade Redes sociais – RRRR para troca de informação Lives e contatos cadastros – 08 adesão aos convites/ interesses, Adm.;

c) Cadastro, sem participação de relação, apenas a 103 – prática desde início .

2.4. Justificativa eixos diretivos

● CR – Não empreendem incisos para presença de sistema armado de segurança e nem função ;

● Mediante estes que medidas de decisão na gestão com relações humanas e funcional de atenção e, onde o cuidados peculiares, onde o sistema de TIC de segurança para acessos de pessoas dos apartamentos e circulação externos de áreas com identificação e serviços setores de recepção identidade imprevisíveis, que atendam identificar eixos permanência ;

● Para aplicação de mudança de ajustes a propostas inovadoras de gestão ativa e estratégicas em condomínio e segurança funcional – GPH, com padrões sustentáveis alinhadas a novas tecnologias e de usos, e consumos domésticos (Sistema de vigilância para câmaras implantadas e Rol de entrada fase experimental, mais sem monitoramento espacial apenas para gravação de acessos – Casos em excessos ou negados); Existem falhas com roubos e juntos e pequenos sinistros;

● Em síntese conscientes e a conscientizar corpo funcional que o condomínio com sistema de regras de convivência e seguidas, evitará desorganização e desarticulação de valores em todas as instâncias para evitar futuramente:

a) Conversão/ Regimento sem valorização e otimização;

b) Queda e baixa de receitas;

c) Baixas de reconhecimentos de obrigação financeiras (Pessoal, contratos e serviços, etc);

d) Acúmulos de dividas;

e) Demissão funcional e impermanência de direitos trabalhistas e impostos obrigatoros;

f) Falência privada e dívida condominial.

Notas observadas: . Acompanhadas- ADM / livros fiscais: 1 ou 2 vezes presenciais/ acompanhadas e cobranças a ADM – NO pontos em abertos ou implícitos indefinidas para esclarecimentos; Inserimos reclamações e exposições de justificação ou declaração presentes a serem incluídos – Receitas/Divulgação para condomínios taxa impressas boleto – Doc./PDF; Acompanhamento – atenção sinistros (Registro – Livro; gestão ativa, regulada e acompanhada pelo Conselho ativo sempre, evitará fins de caos de gestão para desorganização e bagunça; Visitação em pontos (Início e final); Recomendações – supervisor; Atenção aos idosos e outros (como se organizar políticas e acessos; Fazemos parte de SE/ Brasil, cada organização privada ou pública funcionando com otimização positiva, estamos contribuindo para um País – BR organizado politicamente (Doutrinas, regras e normas funcionando de organização), que não é politicagens(Contraditórios a forma, obrigatórias de leis e regulações legais organizacionais); Assim possamos contribuir com conhecimentos e informações; Outrossim aguardamos apreciação deste que se faz, para adequações e recomendações a seus tempos; Pedimos retornos deste por então a disposição que fazemos, maiores esclarecimentos; Em síntese, perante posição possíveis de conselho, e gestão condominial residencial CRCPC.

2.5. Recomendação Gestão – Diretiva

2.5.1. Proposta sugestiva pauta – Solicitação para exposição – Reunião a realizada Fev. / 2021. Gestão síndico/ Conselho envios . Mediante justificativas de insistentes sinistros evidenciados verificados e perceptivos locais de observação – ” QQ” – Indicadores (03 dias – Ocorrências 07 duas após).

2.5.1.1. Apresentação (Individual do profissional com subsídios perceptíveis probatórios de titulação/ conhecimentos e formação – 5m’ (Condômina proprietária);

2.5.1.2. Apresentação Assessora jurídica ( Evasiva e apenas interrogações – Sem 5m’);

2.5.1.3. Apresentação – Gestão síndico- 10m’. Apenas síntese teoricas/ práticas. Pergil – estatísticos ou desenho a serem expostos.

a) Equilíbrio de receitas% e déficit 2020 – 21 – 6 meses, em 2 m’;

b) Perfil RH % 2 m’;

c) Perfil de ocorrências nos últimos 6 meses( Índices típicos %);

d) Perfil moradores/ condôminos proprietários 2 m’;

e) Perfil/ propostas início da gestão (Afirmativas, ou negativas e abertas a concluir gestão para RCCPC % 2m’.

Notas observadas:. Pontos da gestão sem probatórios a serem apresentados, ausentes. Apenas teóricos práticos e evasivas. Gestão sem controle de evidências reais e realidade. Satisfação da gestão.

2.5.1.4. Análise – Questão

a) Índices e perfis – 5m’ (Discussão e fatos evidentes a serem verificados em abertos;

b) Projetos implícitos (RCCPC) 5m’

c) CR – sem divulgação para renovação dos condomínios/ moradores 5m’;

d) Localização do RCCPC % 5m’;

e) Caso em pauta – ocorrências – insistentes presente sinistro confirmatórios com evidências – Gestão concentrativo, e sem participação/ grupo – Sem distribuição de função;

f) Outros. 5m’ – Membro/ Equipe com relatório final da reunião para a gestão – Sem apresentação e presença na reunião.

CONCLUSÃO FINAL

As considerações finais, não apresentará pretensão em especialidades de gestão de condomínio e administradora em evidências a frente de vários e inovação ADM, mais dar veracidade de importância um CR em observância atualizados, e participação de residentes e moradores locativos firmes em seus investimentos altos, financiáveis e opção típica em arquitetura urbana Pós – Contemporânea em grandes metrópoles cidades de: Família; planejamentos familiares e indivíduos cidadãos. Diante de conclusões, apresentamos por pontos, a serem revistos importantíssimas, para seus sujeitos e atores: a) Ponto primeiro, a típica realidade de sistema arquitetônica padronizada urbanística, persistente, fator predominante, por interrogação a serem consideráveis, e por serem revistos por desenvolvimento urbanísticos em qualidade de vida de uma cidade – Metrópole planejada, que devem serem seguidos , e nunca estar em ausentes – ADM – Gestão – Cidade executiva – Plano diretor em suas linhas de circulação e agregadoras comunitárias e sociáveis instituídas em sintonia e parceiras de 10 a 10 anos, com: Dados atualizados; Estatísticas; Índices DH; Projetos; Renovações e adequações diretivas/e ou inovadoras; Pesquisas geográficas e domiciliários e outros; Visão de realidades; Perspectivas – T&C; Tendências e P – PP de aspectos pontuais de – DH inclusivos educacionais de um País constitucionais, e nunca exclusivos. Ponto segundo. Insistentemente, envolvem os sistemas e aspetos a serem suplementados, projetos P-PP e suprimidos – Plano de desenvolvimento econômico e social – País, impedem e criam , refletem – IDH em Déficits. Ponto terceiro. Projetos – Condomínio/Inovação – Planejados para um perfil de condomínios/ moradores – proprietários com percursos de evasiva em escala de mudanças em Déficits – continua início planejado futuro e investido, de forma familiar com bastante risco e desvantagens por fatores infindáveis, principalmente econômicos, ou desvios do projeto executor, persistem perpendiculares e coeficiente em alerta para mudanças de sistema urbanística de residência- arquitetônica planejada. Ponto Quarto. Gestão sem fins de qualificação e compromisso, enquanto investidor – colaboradora com condomínio – moradores – ADM, e futuro(Apenas eletivo e função representante, não – membros condominio). Ponto quinto. Gestão- Equipe composta, não terminará, e nem inicia-se com parcerias e concluir gestões, individualismo do gestor, persistem em evidenciarem deste início. Ponto sexto. Gestão se administra, e não são síndico – concentram atividades e distribuem, conforme regimento básico/ conversão. Ponto sétimo. Cargo eletivo representante para residencial privado, atribuídos a política partidária, locais e nossos ou posição circunstâncias sociais e aspectos, influência dentro de gestão (Por vezes trabalho empregatício ou função de destaques, não são exclusivos da gestão). Ponto oitavo. Interesses dos condôminos – moradores, sem participação, ou sem típica forma predominante de articulação, comunidade desarticuladas, e concentrada, e fácil de serem incluisiva, perante sistemas ágeis de articulação; Redes sociais; Celulares; e Correspondência. Considerações finais, gestão concentradoras, insistentemente nos síndico, perante perfis por terem “medos” típicos de participação, e rodízios de outros sequenciais para gerir. Permanecem concentrados para síndico e Coordenada para ADM. Equipe/ Conselho, se separam do gestor, na pessoa do síndico, até mesmo, os condôminos e moradores, são vistos como incômodos, e não como co – participe de investimento no sistema de residência e comunidade social que é. Apenas e vistos para cobrarem o certo é erros, ocorrências do gestor e ADM., assim cada gestão terminam por perfil, não caráter de soma, e representante escolhido e acolhido. Terminam com caráter duvidoso a suas gestões, e se precisar continuarem encontram dificuldades de reeleição ao persistirem por distanciamento de todos. Procuram todos , para serem reeleitos, a competição passam a serem opção de alguns e outros, manobras, impedimentos e barreiras. Quando não acolhidos, e eleitos ou términos, desistem do investimento ou morada anterior , o condomínio, sem ou vendem seus imóveis, tornou-se peculiar, o formato de Gestor – Síndico. O relacional com todos, o respeito, tornou, intolerância popular, pelos conflitos, e ocorrência por concentrarem, e utilizar a equipe, e os próprios sistema coordenado de gerir. Cadê os condôminos, o Conselho. O corpo funcional. A desconfiança diante da pessoa do síndico(a) faz parte dessa característica urbana, não defendemos, presença de ações de Polícia, justiça para casos de desinformação, falta de relacionais de síndicos e equipes, condôminos e conselhos, ainda existem o corpo funcional a disposição. O perfil, é meio administrador da finanças e coordenador para os recursos de apoios externos de gastos dos condôminos e moradores representante, repito, escolhido e acolhido. É membro e parte da comunidade, sociedade, é eleito para gerir, ao sistema de comunidade típica condomínio, residencial, e administração coordenada distribuída de seus sujeitos e atores. E sob convenção e Regimento atualizado, e que todos, o verificam, e seguem, aos casos, ausentes suas formas de avanços ordinários, ou extra- ordinários de mudanças, ainda inexistentes a sensatez, e equipes indicadas, a recorrer, para harmonizar, equacionar, CR e relacional entre todos.

[Santos, Jusenildes dos, . (2021). Subsídios – Gestão bases Convenção regimento CR: Perspectivas, reestruturação, Adequação, Finanças, ADM – Condominial NO – Projeto.” Análises – Princípios fundamentais CR – Empresa CRCPC – Enfretamentos. Propostos projetos – Evolução”. Research gate. FAPESP., ( Documento estudo), 2021. ]

” Deus de Deus, Luz da Luz” – Cor de Deus: Muito além

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Fonte: Utensílios arqueológicas

A Leitura – Quadro histórico cronológico vertiginoso e resgate

A graça, que ilumina reflexões de conhecimento afirmam termos, em sintonia e em luz inspiração Divina. A leitura de linguagem e códigos presentes, buscar dados de informação históricas – Calendário arqueológicos Romano, de profundidade e ausências  em déficits  de raízes, hoje em cativas lembranças de correntes, para pontes de Guerras:” A sobrevivência com o Divino, e sem as buscas do imaterial e imortal – A Vida e o eterno – O Êxodo de étnicos povos Hebreus,  mais afirmantes que Judeus”.

Diante da fé, a razão com a Ciência, revistas, (Anderson, A, y Garmis L., 2002), auxílios historiadores e exegetas cientistas, pesquisadores, que vertentes achados arqueológicos: Dados com informações resgates acertou conciliares entornar para claridade na fé – Utensílios recuperados esboços patriarcados, líderes proféticos de povo Judeus – Moisés e Josué – Egito, então Novo Império (Dinastias 18a a 20a) – Décadas A.c.1552 – 1070, Capital: Tebas.

Resgate: As afirmações  de contornos patriarcados e Império

No Egito antigo, cerca de 1250( Ibidem). Estelas de Seti I e de Ramsés II em Betsa(Beisa). Os Hebreus em regime de Corveia contrapostos (Sig. real – do latim corrogare, exigir, através do francês corvée) é uma obrigação presente no modo de produção feudal e correspondia ao tributo medieval obrigatório escravo,  demandas as construções, e nesse tempo construir PI – Ramsés. Sábias medidas de impedimentos ao ritmo de trabalho, por violências , e multiplicação de regime escravo. Inspetores de obras, e retornos de metas exigidas, e assim a construção ao Faraó,  as cidades – Armazéns de Pitom e Ramsés, (Ex.1, – 15).

Fonte: Localização Antigo Império

Consequências: Motivações pela fecundidade e fertilidade – Multiplicar a população. Contrapostos de medidas, Império de excluir nascituros masculinos, e afirmar femininas, barreiras multiplicadores ao trabalho, de força masculina ao campo, por confronto de domínio e impulso a cerca preparada, para Libertação. Aumentou a população e mulheres passaram ajudar, seus entes familiares, no laboral diário. A libertação e vestígios étnicos: Sem curas, déficits e profundas feridas

Trilhar nesta contemplação, em princípios fundamentais e culturais afirmantes, presente desde patriarcados, proféticos situam alianças, de propostos de construção de sociedades congruentes, e convenientes, unidas de comuns laços, em Divinos da natureza de filhos, rever e sim afirmar libertados, e não cativos, caritos, pelo então – Nova aliança Jesus, sinal inovador, de ardor: Evangelizar para: Aproximar, unir, aliar, congregar, juntar, resgatar, reconstruir pontes, por um porvir mais além de vidas do imaterial e imortal, pelo valor a vida.

Pós – Modernos: Rumos contrários Ressurgem – Europeia

Fonte: Campo de concentração Auschwitz

Séc XX, mediante da I Guerra (1914-18), consequentes a II (1939 – 45), conflitos étnicos de imposição transnacionais umas sobre outras, impedimentos e barreiras, retornam, a história – Povo Judeus, enraizadas na Europa, importantes pelo desconcensos, nazismo Alemão no Sul da Polônia impõe anexantes eixos, sob perspetivas desconstrução de vidas. O fundo: Instalação de regime militar de rigores, campos de concentração Auschwitz e Terceiro Reich, cativeiros em cárceres de Povos Judeus. Sediam as estratégias de medidas, em horrores da Guerra – Holocausto sinal e símbolo . Que não entonação e detrimento de todos, pela ligação étnica vigente, mais frentes opostas raciais anti – Semitas.

Fonte: Campo de concentração Auschwitz

Esse quadro, Cronos, de cativos em famílias ligadas, sem libertação, e com feridas em suas básicas linguagens culturais, religantes em Deus. Ainda hoje, Contemporâneos década Primeira e Pós década – Séc XXI, somos mais materiais e mortais. Determinantes, sem fios e elencos atores: Povos étnicos entrelaçados, próximos e entes, religados Divinos, nos afastam e nos dividem, refletem e ganham intolerâncias, espaços e campos das Ciências e tecnologias, em descobertas, para diminuir distâncias curar nossas gripes, com fé e laborais de elos, por étnicas herdeiros Povos e Nações em circuitos prósperos de laços de amizades e caminhos de P – PP, pois seres organizados – Instituições ONU – DUDH 1948 etc: Cientistas e pesquisadores, assistentes infindos e construtores em “Cor de Deus” – Avanços e outros déficits e questões nos afastam.

Fonte: Imagens resgates população cárceres

Vida eterna: Imaterial e imortal

Alianças construtores, sem amor imaterial e imortal, fiel não nos levam ao construir virtudes e talentos Divinos, além raízes e feridas a serem curadas, e libertadas. O respeito pelo ente litigantes em “Deuses”, passageiros, separam e destrói vidas e amor de famílias, com suas comunidades. Esse livre arbítrio, ciente consciente em origens políticas em Nações e instituições com entidades erguidas, Pós – Guerras de 1946, em bases congregadas na ONU – Compromissos de chefes de Estados, de Direitos representados e deveres com infinitos construtores e instrumentos sediados centrais e descentrais, a luz de vigílias e inspiração ao conhecimento – Aproximar um Todo.

Discernir inspiração : Une a todos, aproxima conhecimento, de um todo

Estado laico, que divide – se: “Apartam, Segregam e omissões instituídas, movimentos, divisões pseudo pano ante democrático, profundo afastamentos de comunidades, povos, étnicos sentidos históricos e culturas, que distanciam eixos agregadores e não por alianças congregados, e que não centraliza no Todo, não faz, o curso de leitura de Todos, se trajeto ante políticas por lemes dispositivas disparates, compreensão de entornos, por bases em medidas de impedimentos e barreiras de representantes ante regulares, consequências: Retornos da história improdutivas de relação social de indivíduos organizados de políticas normais em retrocessos: Entornos de resgates, que alimentam bolsos reativos, segregantes, contextos, por levantes e perspectivas apartes étnicos ou grupos de indivíduos – Apartheid de seus atores e indivíduos, em ante Inserção sociais também de suas riquezas e oportunidades, refere-se a Separação, diminuição do laicato distribuídos, mínimos e diminutivos, a Y ou X demandas e comunidades em P- PP. Se as leis presentes inativas, que enlaçam P- PP por Constituídas e complementares e violam atuais, desfaz leis maiores e caritarios religantes, compromissos iguais e acessos para todos. E neste, interfaces de tributos, que lembre-se compreendem por contribuições de impostos, em administração por união, diferenciais, para pluralidades e diferenças, são de pontuais, códigos laicos, direitos e deveres efetuados, e redistribuídos em P- PP e déficits perfis da escala sociais e econômicos. Es Brasis em Brasis: Um percurso peculiar de Natureza a ótica de olhar, se vantagens e em desvantagens, a serem preenchidos, e estes elos “Conexos de Seres e Vidas, referenciais teóricos, em conceitos científicos sustentáveis para processos e sistemas, numa proposta da sustentabilidade, converta- se em profundo equilíbrio, práticos de convivências…, [Capra, F., 2002].

P- PP e Desarticulação: DH e Leis regidas Constituídas Ativas Instituídas – Laico

A sobrevivência de Estado Laico, suas articulações bem por trajetos e atuação a unirem, que em comum partilhados, convergem ações: Libertação e curas de ferimentos, em doenças crônicas, em tempos cronológicos, que as diferenças de referentes: Línguas, culturas, eixos sócio – econômicos e outros, à práticas da provocações, covardes de éticos morais, céticos da fé, presentes em primitivas vencidas, não educativas Contemporâneas redutantes, de barbáries, contraditórias mídias e das redes comunicativas. Foram no passado reconhecidos, fatos em circulação mundiais, revistas em tribunais internacionais, de ativos Governados, que convergiram, para amplitudes de atos de reflexos genocidas.

A valorização da vida, inviabilizam geradores de entornantes de perdas, lutos e depressões da saúde de seus povos, e doenças à natureza de suas Nações, em líderes. Que a consciência encontre o curso a reconhecidas lideranças ativas de posições responsáveis.

A cor de Deus – Alianças civis por constructos humanos

Conceitos religam livres e possíveis, a humanidade em Estado Laicato no princípio de caritos – Amor ao próximo,  gratuito, se concorrentes, mais entornados das iguais oportunidades e viáveis por justiça, oponentes aparecem sem destrono, da covardia em desrespeito à suas leis. O que convergem: Representantes instituídos de comunicação: Diálogos, formações, estudos, regulações presentes, mecanismos conciliares por aproximações, recursos de apoio político e consulta – Plebiscitos e outros, são recursos importantes, rápidos ao Povo e Nação por questões imprescindíveis, construir novos caminhos referenciais do conhecimento e cultura marcados, de conjunto desta humanidade.  Partícipes, destes nichos, e alertas  reconstrutivos.  Todos em nacionalidades étnicas participam por direitos iguais, uns segmentos opostos instigam pelos destrono instituídos, outros a refazer por minorias, e muitos construindo conceitos éticos morais e virtuosos, crentes da valorização da vida, sem perdemos o foco – Vida imortal e imaterial.

Analogia pública de Jesus e a multidão com presença de irmãos, irmã e a mãe a espera – Lo para um aparte, um mistério Mariano providencie, ao intervir,  enriquecem, firmes posições de vida, ao simplificar, a exortação perante Deus, somos diferenças na perfeição da Criação  e iguais, cada um num todo, enquanto Corpo mistério, em a seu tempo, no tempo. [“…esse é meus irmãos, irmã e mãe…, Mt.12, 46 – 50]. A comunidade, espiritualidade e família convergem,  por acentuar, graus de parentescos, nas medidas do amor simplesmente dia – a –  dia, vai além.

Conclusão

Uma reflexão contemplante, enraizada com busca ao conhecimento divino, sob   hinos de temor e tremor, alimenta contornos de profundidade, as ciências auxiliantes iluminadoras de zelo, para maior conceitos e tonicidade “Escritos Sagrados”,  interpretações de exegetas oficiais pesquisadores e cientistas de grandes equipes e recuperações de resgates e achados, com Informações super codificadas, com diversas signos e símbolos, e  identificadas, com parâmetros e a esses rigores, a científicos e também tecnologias, adicionam epistemológicas,  com requerimento conjuntos: Teóricos invocativos e práxis, para amplitudes terminologicas, e uma diversidades de informações, exercícios desempenho, também acadêmicos e outros de aprendizagem subtraí e somam conhecimento á Deus,   diversos Povos,  e fundamentais princípios, na humanidade Divina – Somos imateriais e imortais, além da cor de Deus.

“Deus laico religantes, também com Fé,  Razão e Ciência para a valorização da vida:  Imaterial e imortal – Eternar, [Santos, J. 2020]”

Notas: 1. wik – Corveia: real(do latim corrigir, exigir, através do francês corvée), é uma obrigação  presente no modo produção feudal e correspondia,  ao tributo medieval obrigatório escravo.

 

Referência bibliográfica

1. Bíblia Jerusalém. (2002). A cronologia – Calendário histórico: Resgate arqueológicos[Trad. Exg.: Anderson, A.F. y Garmis, L.], ], Pp.1299, Paulus, 2002.

2.Bíblia Sagrada.(2004). Evang. Mateus.[Trad. Materiais, Res. F . Monges João Castro]. OFM, 1959 – Bélgica. Ave Maria,   São Paulo.

3. Capra, F. (2002). As conexões ocultas –  Ciência pura: Uma vida sustentável. Cultrix, São Paulo,  2002.

4. Enciclopédia Wik.(2020). Guerras I 1914- 8 e II Guerra 1937 – 46 Mundiais com instalação  Holocausto – Terceiro Reich de Auschwitz Sul da Polônia (Campos de Concentração). Polônia, 2019.  Wikipedia

5. Nietzsche, F.(1888 – 5). Principais obras. Tom B – Bowdom: 50 Clássicos da Filosofia [Trad. Pete Rissatti], Pp.292- 9, Bendira.2019, São Paulo.

6. ONU – Org. Nações Unidas.(1948). DUDH – Assembleia da ONU.  Washington, 1948. [Doc.Official]. Wikipédia.

[Artigo: Santos, Jusenildes.(2020). Deus de Deus, Luz da luz: Cor de Deus – Muito além. FAPESP – Incentivo Apoio a Pesquisa – São Paulo, 2020]

Subsídios – Eixos perfil arquitetônicos urbanísticos em construção tradicional, caracteres e aspectos: Solícitos sustentáveis – Padrão, estéticos, econômicos, sociais, educacionais, culturais em C&T

Região Praias Abais, Caueira e SacoEstânciaSE – Áreas Estratégias informacionais e o Turismo”

Introdução

 No decorrer de relatos abordarmos apenas questões e pontos cruciais observados na região, de forma diagnosticados, a priori de situações por contextos e eixos de informação, com bases enquanto ciência, buscando reafirmar coeficientes de conhecimento epistemológicos em áreas disciplinares e interdisciplinares conexão de encontro com novos referencias. Afirmando superiores avanços em tecnologias sustentáveis. Buscar entornos de Plano diretor da região, para reafirmar P- PP.

 Caracteres e estética: Eixos e questões observados na região

 a) Construções e estética técnicas por residências em estilo de alvenaria;

 b) Residências ribeirinhas e novas construções de lotes e loteamentos para estadias normais e curtas por estacoes favoráveis;

 c) Ribeirinhas e moradias, com lotes e loteamentos de propícias as rendas e trabalho dos ribeirinhos próximos;

 d) Região Praia Abais – Estancia e Itaporanga – Caueira);

 e) Materiais convencionais e tradicionais (Tijolos blocos, cimento e etc., técnicas profissionais). E estéticas arquitetônicas básicas surgidas;

f) Residências com padrões de abrigo habitação para números de familiares;

g) Ergue -se construções com acessórios e materiais tecnológicos inovadores: Vidraçarias, blindex e etc.;

 h) Alargamentos e dunas em estacoes previstas sem conscientização sustentável e conhecimento informacional em C &T e técnica;

i) Nível de construção e estética abaixo do mar (Sem nivelamento);

j) E etc.

 Caracteres consequentes: Estacoes climáticas

• Danos e deformações as estéticas novas e ribeirinhas;

 • Maresia e danos corrosivos (Assessórios partes de construções);

• Rachaduras, pinturas, telhados e etc.

 • Extensão de ruas e acessos com dunas e alargamentos em estacoes consequentes;

• Enchentes em áreas de acesso e temperatura climática prevista;

• Dunas e avanços em estacoes causas danos de acessos de circulação em estadias e residentes, carentes de soluções ou convivências técnicas P- PP;

• Dunas sem presença de exploração humana;

• Abandonos de construção na região, sem previsão sustentável, carentes de investimentos e correções);

• E etc.

 Caracteres e surgimento: Acessórios e estéticas

 • Utilização de revestimentos em cerâmicas em construção de residências por áreas de proteção externa;

 • Estéticas com caracteres corroídas em bases;

 • Construção de madeira, sem contínuos progressos anteriores opuserem inseguros;

• Presença de estética revestimento externo originados em 5 ou 8 anos atrás com caracteres corroídos e danificados externos e acessórios;

• E etc.

 Infraestrutura públicas e institucionais

a) Abastecimento de energética região;

 b) Correios de taxas distribuição públicas;

c) Habitação e residências em sistema de recolhimento de impostos IPTU;

d) Arrecadação de tributos região;

 e) Sistema de abastecimento caraterístico público estatal e artesianos nas áreas de loteamentos;

f) Projeto Tamar – Extensão da praia, com objetivos ecossistema e biomas e proteção Bio por parte de moradores com trabalho de caracteres em vigilância, remunerados para coibir exploração predatória humana da desova de estacoes de retornos de tartarugas a região ribeirinhas, frente a predação inconsequentes;

 g) Posto de Saúde pública;

 h) Antena de edificação para comunicação e informação móvel – TIC; i) Posto e Sistema de Segurança pública – PM;

j) Escola municipal fundamental;

k) Empresas de construção e materiais;

 l) Posto de combustíveis;

 m) Igreja católica Crista e apostólica Romana (Paroquia e capelas – Templos pequenas e histórica em povoados ribeirinhos carentes de restauração e preservação para P – PP de tombamento e patrimônio público – Resgate histórica de construção Sec. XIX? da presença de povos em evangelização católica, remanescentes e Quilombolas);

n) Igrejas evangélicas Crista diversas congregações;

 o) Comercio micro negócios: Mercearias, ambulantes e estáticos ribeirinhos; Farmácia; padaria; p) Locação e aluguéis de residências em temporadas;

q) Turismo aquecida em estação de férias, verão festas réveillons (Compactação de eventos culturais de praias (Caueira, Saco e etc.);

r) Condomínios privados por estilos convencionais de casas;

s) Rodovias estaduais;

t) Zona litorâneas fronteiradas estadual para Linha verde extensão de trafego;

 u) Construção arquitetônica e urbanística – Aracaju Povoado Mosqueiro – Ponte Joel Silveira 68 km – Caueira, Abais e Saco). Estratégica Bahia – Sergipe Ponte Jorge Amado 30km linha Verde – liga P. Saco.

v) Transportes urbano popular e turístico explorada circulação.

Cultura de subsistência explorada e produção e renda

a) Catadoras de mangaba e cooperativas;

b) Pesca caranguejo e outros crustáceos – pequenos ambulantes;

c) Criação de cortes e leite;

d) Pesca artesanal;

e) Profissionais informais (Pedreiros e auxiliares), técnicos hidráulicos e mecânicos;

 f) Turismo amador;

g) Pequenos negócios ribeirinhos de frutos domésticos da região (Mangaba, manga, caju);

 h) Alugueis temporadas – Festas culturais; i) Pedreiras próximas – região;

j) Reserva florestal na região;

 k) Imobiliária e corretores auxiliares a profissionais região – Estancia- Aracaju;

l) E etc.

Conclusão

 As considerações imprescindíveis para apresentar a população passos e eixos litigantes entre: Ciência e tecnologias sustentáveis inovadoras. A região e residentes, exploração econômica e comercial, políticas públicas e diretrizes inovadoras de ajustes Plano Diretor. A nível internacional referenciais em Arquitetura e urbanística em P- PP em Campus universitários, de ranking acadêmicos por comunicação acadêmicas no mundo, significa eixos de desafios e investimentos de futuro e presença , políticas e estudos empíricos investigativos com eixos disciplinares e interdisciplinares ligando: Eixos de biomas e ecossistemas e desenvolvimento pie desenho de aprendizado e conhecimento para práticas sustentáveis. Proporcionar a universidade prove futuro a região em construção e estética de pesquisa um padrão de investimento promissor em experiências otimista construção “A – U” dentro de C&T. E novos referenciais de pesquisa e novos entornos na área epistemológica e terminológicas. Sobretudo explorar trajeto de coisas informacionais em Biomas e ecossistemas e água potável presente incógnita futura paia cientistas e pesquisadores em alerta mundial. Em desenho informacional as pesquisas auxiliares e alimentadoras de redes em comunidades acadêmicas “Pesquisas climáticas e declínio de Camadas de Ozônio”. Que remotamente, compartilhada e colaborativa internacional faz integração de Dados e informação, e com as TIC, a serviços, ferramentas à disposição. Entre bases em desenvolvimento de avanços integradas para assistir América Latina – Projeto Columbus Association” Open Sesam”: Implementing strategies to enable Open Science in Latin América. Eixos de ligação para fortalecer campos acadêmicos e pesquisa cientifica das universidades e aproximando C& T, vertentes e atores em Dados com contornos a ciência aberta e alinhada acadêmicas. Em antítese: “Um resgate de harmonia: Corpo, alma e espírito, com a fé, ciência e razão”.

[Santos, Jusenildes., (2020). Subsídios – Eixos perfil arquitetônicos e urbanísticos em construção tradicional Caracteres e aspectos: Padrão, estética, econômicas, sociais, educacionais, culturais e em C&T. University Europeia Atlântico- Ibero-americana. TIC – projetos . Docência prática. Teologia e Política – FCP. Aju, 2020].

Tecnologia de aprendizagem: Formação de professores TIC – ” Subsídios perceptíveis de discussão e inovações – Eixos estratégicos de interfaces Graduação e pós – Graduação 2020″

Introdução


Em instâncias de agregações da comunidade acadêmica – Departamento de DE – FOPTIC – UFS, de em estratégicos eixos de formação de professores, circuitos presenciais de proposta programação agendada com temáticas – II Colóquio interfaces acadêmicas entre “ G e Pós, focalizando estudos, reflexões, discussões e pesquisas em desempenho e participação individuais, situando processo atualização de inovações e capacitação nível e formato: Diálogo, discussão e conversa. Em Outubro de 2020 – UFS – PPGED – PPGECMA – DE/ Comissão e membros. De forma que objetiva desencadear e agregar encontro reunidos pesquisadores na mesma linha disciplinar diversas institucionais área do conhecimento e epistemologia e percurso de grade curricular, situando: Subsidiar para subtematicos para: a) Ensino, formação tecnologia e aprendizagem; b) Agregação em âmbito ao mesmo circuito: Discentes – G e Pós, e docentes em todos os nivelamentos; c) Atualizar dialética, que subjaz TIC e aprendizagem para[Ensino, pesquisa e extensão. Centrando para formação desta clientela], às considerações rigores acadêmicos básicas e avanços, vinculando defesas de produção acadêmicas, de Reconhecimentos e ou recomendações protolares de segmentos a postergar; e) Situar tematização e sub com possíveis co participação de questões em foco centralizando retornos midiáticos em formação acadêmica, em ferramentas – TIC para subsídios aprendizagens e metodologias in loco disciplinar e interdisciplinar.


Estratégias de formação e capacitação


2.1. Submetendo de produção acadêmica


Uma registro de inscrição, solicitação, indicação temático a inovações de TICs, subsídios de produção empreendem por assistir seus atores principais: Professores, em formação da clientela FOPTIC – UFS, com: As oficinas temáticos práticos e aplicabilidades:
a) F1. – FE Inovação 3D digital;
b) F2 – FE Entornos de aprendizagem práticas e aplicabilidade – Déficits intelectual – Alunos prática = Jogos.
c) F3 – FE Protótipos, para aplicabilidade de alfabetização – Uso de educação e psicognitivos para influenciar e fluir objetivos para aprendizagem.


2.2. Agregação por interfaces acadêmicos – Formatos


Em mesa Redonda, Roda de conversa, Banca/ Equipe docentes, apresentação defesa e Qualificação.
a) Agregação de nivelamentos;
b) Apresentação de produção acadêmica ( Defesas e bancas “ Q” “ M” e “D”);
c) Temáticos geral e subtematicos submetidos docs para subsidiar, questionar, discutir, enfocar, embasar, abordar, e orientar, apresentar e defesa Qualificação disciplinares e experiências e projetos.


2.2.1. Percepção temáticos – Interfaces de formação


2.2.1.1. Tecnologias assistidas


Sala de aula em cadeia de aprendizado e alunado, clientela de alunos, pelo caráter de submeter se ao professor, com orientações e formações de formador. Neste utilizando de recursos multifuncionais – Subtematicos subsequentes aplicados de tônicas subsequentes de convivência e problemáticas e questões.
• Considerações práticas de convivências sócio compartilhamento e questão focais consequências em sala (Sala isoladas consequentes gritantes), que influenciam peculiares atenção especial), Questões polêmicas LGBT in foco refletindo; Questões cultura de exclusão de “ Negros in foco” ; Protótipos e recursos inovativos para deficientes; Questão índios e quilombolas- Práticas.
• Orientações de conteúdos e questões/ abordagens com recursos sala.


2.3. Prática – Ensino sala


2.3.1. Considerações técnicas


Em relação abordagem metodológicas, em aplicabilidade em sala de aula [Professor], os embasamento e focais de práticas, suas perceções consistentes não retornaram as deficiências de domínio de uso de tecnologias , enquanto recursos de multifuncionais, e processo de aprendizagem e conhecimento; Suportes déficits de problemas oriundos em sala de aula e assistência à; Inovações de Inácio de práticas e finais de semestre (Se houve e que impedimentos ocasionaram); Deficiências de domínio de uso de TIC pelos alunos e uso com reflexões, discussões in loco; Avaliações de consulta ao “ Q Q” resultantes, a que nível estatelem a cada semestre” Campus, ou perfil (Alunos; Nível curso).
Em síntese, enquanto processo( Uso – recurso) processo de aprendizagem e conhecimento, ficaram muito implícito dados, em reflexos avanços e transformações em comportamentos em a nível geral de turma em pontos consistentes, para toda turma. Se o uso de recursos consegue atingir objetivos concretos – Dados, a nível perceptivo para avanços a terminologia e epistemologia complementar e subsídios para adensar e fundamentar o uso de multifuncionais em “ V e D”.


2.4. Prática de produção – Aplicação


E relação a prática, em ambiente e prática – Centro de energia sustentáveis – Espaços e de trabalho de produção.


2.4.1. Pontos tecnológicos em destaque


2.4.1.1 . Acessibilidade as TIC – Grupos diversos e recursos (Deficientes); barreiras práticas situacionais; Impedimentos de habilitações e atitudes;
2.4.1.2. Recursos em Braile, e inovações recorrentes de novo – PODCASTS;
2.4.1.3. Pre – concepções do uso para idoso em entornantes de conscientização, iluminem grupos.
Foco em meios de produção e acessos de uso, percebe – se que os recursos no processo de uso e seus impedimentos de retardos de domínio, a nível cunho observados a serem sustentáveis, o público e atores déficits de domínio no processo de aprendizagem e impedimentos práticos, funcionam como barreiras de resistências para continuar a uso e domínio TIC – Recursos .Neste as estratégias com os recursos multifuncionais, para ajudar, a avançar a aprendizagem , acessos de informação e gerar avançados processos em produções de entornos sustentáveis e equitativos ativos. A nível de formação humana, continuada em retardo, necessário – O uso de recurso funcionam pseudos alfabetização prática, os mesmos vencem, mais paulatinos.
Considerando a subtematizacao, às ferramentas, enquanto recursos, atende para perfis de situações e ambientes diversos de processos de formação de ensino e aprendizagem, nas estratégias de auxílio de grande otimização para assimilação de conteúdos de informação e conhecimento, assistida, em relação aos resultantes de avanços em produtos protótipos gerados científicos; produções científicas em bases e atores acentuantes, originam – se para embasar e fundamentar que os recursos tocantes em dois focais primordiais:
a) Sala de aula;
b) Meios de produções e entornos sustentáveis metodológicos , consistentes de rigores viáveis práxis para atingirem as metas de conhecimento a nível e perfis in loco, ( resultantes avaliadores da prática), consideramos imprescindíveis dados para incentivos posteriores enquanto formato otimizantes – TIC.
2.5. Déficit de conexão – Ferramenta redes: Brasil
Mediante era digital – Sustentavelmente, requer rever o déficit, de conexão de todas as regiões em equilíbrio de oportunidades de acesso, de forma básica para a formação de professores por excelência aconteça com ferramenta, pedagógica de acessos infinitos e que todos 100% conectados à redes de redes e banco de dados, pesquisa científica, tecnologia, de forma de eixos de ligação de rigores de inovações em conhecimento – Dados digitais em uso de ferramentas – TIC, uma performance exigente da lógica em pesquisa empírica científica, segundo entendimentos em (Poppler, Karl), sua percepção , que: A exigência de objetividade científica torna inevitável que cada declaração científica, deveria permanecer provisória para sempre.
As práticas exigem empíricos comprobatórios que concebem geração em infinidades de eixos de ligação e compreensões teóricas(lógicos) , sobretudo as práticas objetivas probatórios presentes, estes produzem mais conhecimentos. E C&T, no pensamento Karl , às técnicas e ciência, subjaz e suas inovações são amantes e presenças permanentes provisórias.
Formação de professores de nível em atualização e capacitação, uma real necessidade inserção de rigor científico, atenda e responder às questões e discussões para reconstrução de entornos e eixos dialogante de conhecimento (Epistemológico), e discussão, reflexão, objetivando construir sensores provisórios, até então, estes que subjaz próxima de avançados contextos salientes, responder X ou Y, e questões problema em aberto.
Informações infinitas de terno, e formação de banco de dados, em suas introjetadas por projetos: QQ; Produções acadêmicas e outros formatos de informações, a serem disseminadas, e todos tentam acessos e sua exatidão Y ou X localização. Índices da Unesco apresenta- se estatísticas de que o Brasil em acesso www – alcance 70% do todo, que não significação excelência de veracidade, e otimização 160%, e limitada, mais com limitação – Norte – Nordeste [Áreas com déficit sem possível acesso – Norte – Território Amazônico com 30% de localização sem excelências para áreas de universidades e seus projetos de extensão / população indígenas civilizadas. Esses déficits para formação de professores, requer firmas projetos – Põem vínculos com entornos de M & C e T. Neste, considerar outras ferramentas, por formatos para TIC – Tecnologia de informação e comunicação, diante carências de retorno reconhecidos de investimentos e fundo salários- Professores, déficit baixíssimos, sem um olhar de incentivo de valorização do professor, e neste opção de profissionais, docentes optar pela Câmara e formação, PP sem de futuro. Cada dia, sem curso discentes em formação para professores – déficit de abandono e mudança de profissão para subservicos, e gestão, sem falar em investimentos por curso rápido para retorno rápidos – Livre comércio e mercado aberto, empreendimento de pequenos negócios, a solução é entorno de otimização a serem assegurado, índices de formato de empresa: Star- ups, micro negócios e pequenas empresas em parcerias e sociedades. Segmento de serviços – TIC. A educação não otimizar projetos prioridades em projeto de Governo nos últimos 30 anos , somos Democrático, depois de 1988. O discurso de educação, mais investimento de 12% de retorno à PIB- Produto Interno Bruto para todos os níveis de formação de ensino.


2.6. Interação Humana e máquinas


Área de pesquisas de grande interesse, por pesquisadores disciplinares – Inteligência artificial em disciplinares em ordem , sob cunho empírica e interdisciplinares com desenho de planejamento e conteúdo de contornos de exatas: Lógica; Cálculos básicos e avançados; Matemáticos; Contábeis agendadas específicas; Álgebra; Algoritmos; Desenho, etc. E de forma que o perfil. Estudos e disciplinares, direcionar avalição – Analítica de perfis de usuários perante paralelidades de atividades com máquinas em sua diversidade em programas Algoritmos específicas a serem manipuladas X ou Y sistema de informações de: Termo; Objetivos; Serviços; Atividades e etc. Relação do proposto – Usuário e objetivos X ou Y algoritmos e recuperação de dados , em alimentação de informação. Exemplos: 1) Captação de imagem por patologias de pseudos doenças; 2) Sistemas em Agro tecnologia de pulverificacao; 3) Sistemas de tratamento e recuperação da Terra , para plantios; 4) Metodologias de ensino – didáticos ; 5) Terapias cognitivas e desenvolvimento – Aplicação de jogos; 6) Comportamento psicopedagógico de perfis de alunos; 7) Serviços de informação On Line ou Banco de Dados – Consulta e analítica; 8) Serviços RH e recepção; E etc. Resultados de otimização, prósperos e soluções a priori reconhecidos, com reconhecimentos Q Q – Quantidade e qualidade de informação e formação de Base de Dados, com excelências.


2.7. FE – Interação humana – Ciências matemáticas e Exatas.


Estratégias, grandes algoritmos, em extensão – máquinas para metodologia e aplicabilidade para excelência no ensino, assimilação em: Didática, ensino, testes, cognitivos e neurológicos; subjaz praticas de introjeção de fatores favoráveis positivos em pontos X ou Y , a serem atingidos em seus perfis – coeficientes para lado intelectual da criatividade, ativação neuro cognitivas, e desenvolvimento paridades de domínio para alcance – memória trabalhada e a serem captadas para acionadas para outras áreas conscientes. Com equilíbrio e harmonia em déficits de aprendizagem de pontos de excelências , aplicações em instâncias interativas.

2.8. Base curriculares – Projeto Lei BNCC – Aplicações: Adequação in loco complementais


Inserção temática reside em apresentar projetos em adequações locais: Educação; Municipal; UFS – IES. As políticas e leia de conversão, aplicação de recursos fundos – FUNDEB. a) Alfabetização ( munícipio e casos específicos de déficit de aprendizagem ( SMEA – rep.), Estado – SEED – Ensino fundamental, médio e fundamental; c) Ensino superior tecnológico; d) Ensino universitário superior – DED/ANPOPE – UFS, a nível público. As coordenações apresentarem, projetos e suas leituras PP – BNCC adequações: a) Diante novos entornos para alcançar detalhes e esforços para regiões [Área Areia Branca], inovações perspectivas, entendimentos prosperidade de entornos, em perfil local da comunidade, e experimento metodológico pelo mapeamento de comunidade território remanescentes – Quilombo demarcado, produzindo resultantes positivos a priori, ênfase coordenadas presente; b) Dois pilares de SEED – Projeto de adequação governamental BNCC, numa leitura – SE/ Aracaju, pois não apresentou paralelidades, conjecturas e conexões em PP – BNCC locais. O projeto e sua conotação referencial, para locais. O projeto e sua conotação referencial, para receber fundo – MEC/ FUNDEB e outros eixos, traçou atender objetivos nacional ENE, e sua diretrizes sem cruzamento de objetivos BNCC – Base Nacional Curriculum Comum, muitas questões abertas no projeto, principalmente – “ Questões litigantes de eixos avaliativos e seus instrumentais não desenhados no PP – Local – SEED, sem bases , concretas dentro do Projeto adequados. As diretrizes do protótipo, não informou amplitudes numéricos de áreas de entornos: a) Fundo de investimento em formação do professor(a); b) Investimentos entornos de visão salariais; c) Investimentos em quadro de professores (Invocações do quadro); d) Referenciais de aplicação em subsídios didáticos – Instrumentais TIC e C &T, ?. O IFS – Instituto Federal de Sergipe( Membro técnico pedagógico), desenhou envolvimento em entornos de responder aos anseios e perspectivas in loco, em detalhes – Em paralelidades, soluções e projetos com atores e comunidade de responder as interrogações no momento : a) Professores; b) Coordenações departamentais para curso graduação e formação de professores, Equipes técnica pedagógica em excelência de sintonia[ Objetivos e atenção]. Coeficientes de resultantes positivos, entornos apresentados. Eixos de ensino em unidades de excelências inovativos, déficit SEED, para citada, com entornos prospectivos de entornos de retorno aos centros de Base locais inclusivos.
De forma autocrítica e problematização .do projeto SEED – SE, fora, que destaque da UFS – DED que escalou as deficientes e sem critérios objetivos no BNCC, centrais e básicos a tese, reprova totalmente o projeto, primacialmente por não ser transparências e posição institucional núcleos de pesquisa e diagnósticos em ênfase, reprovado, e que a UFS, já apresentou retornos e poentes eixos inviáveis positivos, a caráter- eixos abertos para resultados de fim não conclusivos, caracteres de déficit, pormenores sem exatidão fim da clientela, diante
2.9.Tendência aplicabilidade áreas do conhecimento – Informação e introjetos ensino formatos híbridos

Concepção para a aplicação de recursos e aplicabilidade de instrumentais pedagógicos e informacionais e área disciplinares (intra) e interdisciplinares – Formação do todo dentro da disciplina aplicativa, unindo área do conhecimento, a epistemologia, a terminologia com C e T . Diversas práticas de sala de aula dentro de programação de sala, ao mesmo tempo, e intercalando ou por etapas programação, conteúdo planejado, usando: Informação X ou Y conteúdo tradicional, mais com ferramentais On line a distância e multifuncionais em sala ou alternando em mesmo circuito.
A excelência , é que exista mistura e aplicando, técnicas, recursos e ferramentas. De forma, que o desempenho com resultados melhorando, entornos de sala mínima de turma. Laboratório, exigem, excelência do professor, e domínio em tecnologias da Informação no conteúdo, e recursos TICs , para visualizar, práticas e dominar e produzir informação, resultantes: Informação, avanços com dados complementares, recorrentes aos bancos de dados e redes.
Elementos chaves e uma diversidades e detalhes informacionais em consulta, termo e informação, miram acessos práticos, tendenciosa bem compreensões, entendimento com diversos: Ângulos, contextos, eixos, tecnologias, ferramentas( Sistemas de informação, práticas de plataformas Software em interação de máquinas/ alunos e professor ao mesmo tempo, e intercalado práticas, e didáticas.

CONSIDERAÇÕES


Neste formato proposto estratégicos de estudo pré planejamento acadêmico e eixos inovativos para as bases de formação de professores “ G e Pôs- nas perspectivas de tecnologias da comunicação e informação. As considerações buscaremos síntese de trajeto em escala se evolução do planejamento programático II Colóquio interface acadêmica, esses abordamos por: Subsídios perceptivos de discussão e inovação – Eixos estratégicos de interfaces Graduação e Pós – graduação 2020. Todos vínculos tematizando e Sub-temáticos residente e articulante com objetivos do Programa e núcleo de estudos. A diretiva seria por estratégicos de discussão e colaboração participativa de todos – Comunidade acadêmica junto a comissão equipe, a mediante conceituação centrantes em interfaces para: G e Pós. Diante metodologia, visou ampliar com formato analítico adentrando em trajeto do evento, bem coloquial por base para formar por áreas disciplinares e interdisciplinar com ferramentas e conexões, por tópicos e uso de TIC – Tecnologias da Informação e comunicação, e assim: a) Introduzimos circuito de objetivos acadêmicos e específicos com fundamentos do FOPTIC – UFS, compreendendo a missão e corpo acadêmico adjunto : PPGED – PPGECMA – DE, para atualização de eixos litigantes nos objetos em P- PP, e seus inovativos planos, plenamente coesas pairando fidelidades nos mesmos eixos dialogantes e de discussões, mediante plenamente ao apresentado no círculo de abordados e embasamentos, tais : Discentes e docentes e especialistas, com equipe, seus novos conceitos e seus atores: A formação de professores EAD, e conexos, dialogando e buscando novas tecnológicas e epistemologias em TIC e adensar e alargar nomenclaturas, e terminologias que complexos de programa e núcleo de estudos, coordenada e membros, conjunto auxiliantes pedagógicos administrativos e apoio. De forma que, enfocamos: As estratégias e capacitação – Produção acadêmica e suas – FE para aprendizagens e uso de TIC inovativas, em práticas e interativas Agregação por interfaces acadêmicas – Formatos, e uma clientela, em encontros temáticos e sub-tematizantes, de: Defesas, qualificação, estudos e produtos acadêmico científicos e práxis, e empíricos experimentados in loco. Com nivelamentos com bancas para objetivar entornos: Orientar, apresentar analítica, observar, reorientar, direcionar, qualificar e adensar aos objetos de estudos e investigação científicas seus construtos empíricos, além de experiências e projetos( M e D ), subsidiando para finalização de produção acadêmica e conhecimento(Objeto de estudo), objetivamente alargar área disciplinar e interfaces da dialética e discurso, contextos e finais gerados; A percepção temáticos – Interfaces de formação – TIC assistivos; Prática – Ensino sala; Prática de produção – Aplicação: Pontos tecnológicos em destaque; Déficits de conexão – Ferramentas redes: Brasil, interação humana e máquinas; FE – e interação humana – Ciências matemáticas e exatas; Bases curriculares – Projeto Lei BNCC – Aplicação : Adequação in loco complementada; Tendência aplicabilidade, áreas do conhecimento – Informação e introjeto ensino formatos híbridos. É consideravelmente normativa e produtiva atividade, em evolução de evento, em encontros sistemático e suas etapas por círculos com pré inscrição de presenças arroladas, chave proposto, cumprir a suas estratégicas programáticas e visão com praticidade a comunidades clientela e membros equipe, convidados, embasadores, defesas, qualificados, e outros. As metas , formação de professores em G e Pós. Adensando e complementando, em Projeto – PEC 015/2015- 2020, discussão e negociação modernização anti – FUNDEB, cujo amplitude e ramificações essas bases também fora predefinida neste espaco a temática imprescindíveis a futuro desta clientela seus atores e objetos profissionais e disciplinares de sala e classe. Deste também se propôs, vertentes e questões locais. O maior desafio objetivo do Fundo por avanços e ampliação de investimentos e distribuição, de seus fundo gerados e partes: Estados- Governos federal e estadual com coeficientes impostos e retornos via Fundo único, e pontos de ligação: Infraestruturas, apoio de professores e técnico, e gestores. Em P- PP as duas propostas são distintas para: Ampliada de metas % e remuneração adjunta in loco para Estados, Distrito e Territórios. Os pontos principais alcançados de mudanças Julho 2020: a) Complementação GF, para financiar a Educação, por supressão, para atingir a progressão de estimativas de estudos – Prospecto original visam prósperos porcentagens índices de 40%, numa leitura de evolução, de escala elevação de juros % [ 10% – 12% iniciai], por ano – 2020 – 2026, a projeção, conciliou em 23% meta, e não 40% objetiva. Articulação considera avança consideráveis P- PP Educação básica. Enfatizando vínculos, percebemos serem as metas inovadoras, mais ainda ficam a margens, em dados circunstancias em déficits resultantes por maus de uma décadas – IDH, em média as bases educacionais submetidos, media 4,71 % in loco interno, um nivelamento ranking 79% mundial em 2019, imprescindíveis reverter positivo, passamos pela metanóis profunda urge mudanças, sem arestas simploides de um intolerável analfabetismo funcional, não codificados e decodificados, sendo interpretados por poderes executivos e legisladores, além de gestoras de apoio técnico no Brasil. As bases básicas e clientelas: Alvos – Creche e pré – escola; Ensino fundamental e Ensino médio. Vertentes somativas professores e seus gestores de apoio investimentos. A perspectiva otimizante, a primeira instancia, o anti projeto progressivo obteve avanços em comparados anteriores, acrescentar os entornos 40% , será sinalizantes, de que seus governantes e legisladores representares, perante Carta Magna 1988 indicava esse caminho desviado e rota do desenvolvimento, pelas vertentes de Educação em preâmbulos de conjunto – Todo, de todas as instituições converter os ângulos: Legislativos, Executivos e Judiciários, em linha com formação formal do Brasileiro. Uma sociedade em mudanças e transformações e era digital, não desenhou ainda suas riquezas e exploração, em perspectivas de retorno à – PIB, produzidos a favor deste rumo global – Educação destino de uma Nação mais – mais independente, formado e informado. Esse trajeto inicia se representado perante representantes do povo, democraticamente a leituras e interpretação analítica e estudos com reprodução de produção cientifica, as disseminações: a) IDH – Índices de desenvolvimento Humano e IOBE – Índice de Observação Educação Básica – Em divulgação de anuário, com olhar relevante de verificador para planejamento para todos aspectos socioeconômicos, vistos que representantes de projetos e p- pp , não significam espelhos de reflexão. A expectativa de perspectivas e avanços. Signifique que seus destinos, assegure seus fins, que não signifique desvios, estações, pausas e subterfúgios, enganadores sem regulações e fiscalizações para acompanhar endereços e clientelas direcionada investimentos de retorno por direito, seus objetos instrumentais, devidos impostos por eixos nas orgânicas instituições de proteção e obedecer trajetos de impostos e fundo. Em condições que fundamentam, apresentamos um pano de fundo da atual conjuntura interna e externa presente, urgem relatar e destacar , que futuro – Educação e formação de professores, serão a tonicidade de futuro em saída Brasil. Partindo da externa: A reta guarda construída do neoliberalismo para hiper capitalismo Corvit 19 – “ Vadem Mecum Corvit – 19 Lei 13.979. 6.02.2020 (Decretos, portarias). De forma que estruturas de representação de pontes politicas, e seus ideias, vem sofrendo mudanças em questão de valores morais e virtudes, a polemica jurídica da “ corrupção conjuntural”, vem colocando em cheque: A cultura de valores e virtudes, e importante para formação e desenvolvimento socioeconômico, de uma Nação? A presente plataforma politica governamental, sem projeto impulsionou ao formato desmonte orgânico da infraestrutura das esferas de Estado. De forma que a os poderes legislativos, em execução de prioridades de leis, mesmo com baixas de respeito perante a população, as bases residentes impulsiona: Eleição TRE – Ficha limpa; Lei 2630 – Combate a disseminação a Fake News; Anti FUNDEB, Tributação optimização justa distribuída; Ação ativa – Anti – corrupção Lava Jato. Nestes erguem se, um novo olhar, inserida a saída – Todo conectados humanos e digitais: A solidariedade e caridade diversas faces da Nação.
Fonte: IOEB; IDH

CONCLUSÃO


Finalizamos inicio de estudo, ciente que pesquisadores, cientista e profissionais acadêmicos educadores professores, afirmar compromissos, sem perder a mira e segurar de “ o cajado” Educação de um Povo – Brasil, pois a futuração das TIC e formação no paradigma da Era digital, subjaz em avanços – Era inclusiva Educação, para todos as áreas disciplinares e interdisciplinares do conhecimento. Por antítese – “Os movimentos passam, faz um curso objetivo, Educação inclui um Todo com todos.”

Referência bibliográfica

  1. Brasil.( 2020) . Lei.13.979.6.02.2020 – Covid – 19: Leis e portarias. Vade Mecum .Brasília, 2020.
  2. Câmara Federal.(2020). PEC 015. 2015 – 2020 de 22.07.2020 – FUNDEB. CLF, Brasília, 2020. http://www.camaea.gov.br
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  4. FOPTIC (2020). II colóquio interfaces acadêmicas Graduação e Pós – UFS de 17 a 20 de Janeiro de 2020, São Cristóvão – Campus. Comissão membros. FOPTUC, São Cristóvão, 2020.
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[Artigo: Santos, Jusenildes.(2020). Tecnologias de aprendizagem: Formação de professores em TIC – Subsídios perceptivos de discussão e inovações – Eixos estratégicos Graduação e pós graduação 2020. University Europeia Atlantic . Ibero americana. TIC – Projetos. Docência prática. Teologia e politica – FCP. UFS – FOPTIC, Aju]

BIG DATE É MELHOR BY K.CUKIER TED

Releitura: A arte do aprendizado origina conhecimento: A realidade BiG Date conexos – Fundamentos no pensamento K. Cukier TED” – Informação e comunicação e seus suportes


Introdução

Relíquias e origens terminológica: Subsídios antropológicos

Bolo favorito nos EUA? Público: A maçã. Kenneth Cukier: Apple. Claro. Como sabemos? Para os dados. As vendas nos supermercados são analisadas. São observadas as vendas nos supermercados de bolos congelados de 30 cm e as de maçã vencem sem rival. A maioria das vendas são de maçã. Mas os supermercados começaram a vender bolos menores, 11 cm, e subitamente a maçã caiu para o 4º ou 5º lugar. Porque O que aconteceu? Bem, pense sobre isso. Quando compramos um bolo de 30 cm, toda a família tem que concordar, e a maçã é a segunda preferida de todas.


Mas se você comprar um bolo individual de 11 cm, poderá comprar o que deseja. Você pode comprar sua primeira opção. Temos mais dados. Podemos ver algo que não podia ser visto quando havia apenas menos dados. Agora, o ponto é que muitos mais dados não apenas nos permitem ver mais, mais do mesmo que já vimos. Mais dados nos permitem ver coisas novas. Eles nos permitem ver melhor. Eles nos permitem ver de forma diferente. Nesse caso, eles nos permitem ver que o bolo favorito da América é: não torta de maçã.


Todo mundo pode ter ouvido o termo “dados em massa”. Na verdade, eles provavelmente estão cansados de ouvir “dados em massa”. É verdade que o termo é muito exagerado e isso é muito lamentável, porque dados massivos são uma ferramenta muito importante para a sociedade avançar. No passado, costumávamos observar pequenas quantidades de dados e pensar no que eles significariam tentar entender o mundo. Agora temos muito mais, mais do que aquilo que poderia existir antes.


O que descobrimos é que, quando temos uma grande quantidade de dados, podemos fazer coisas que não poderíamos, tendo apenas quantidades menores. Dados massivos são importantes e são algo novo, e quando você pensa sobre isso, a única maneira de o planeta enfrentar seus desafios globais, ou seja, alimentar pessoas, prestar assistência médica, fornecer energia, eletricidade e garantir que Não diminuímos devido ao aquecimento global, ele está usando dados de maneira eficaz. Então, o que há de novo nos dados de massa? Qual é o grande problema? Bem, para responder a isso, vamos pensar sobre como as informações eram, fisicamente no passado.

Fundamentos e vertentes arqueológicas : Uma leitura substancial

Em 1908, na ilha de Creta, os arqueólogos descobriram um disco de argila. Eles datam do ano 2000 aC, então eles têm 4000 anos. Existem inscrições neste álbum, mas não sabemos o que elas significam. É um mistério completo, mas o ponto é que as informações eram vistas 4000 anos atrás. É assim que a sociedade armazena e transmite informações. Agora, a sociedade não avançou muito. Ainda salvamos as informações em discos, mas agora podemos armazenar muito mais informações, mais do que nunca. A pesquisa é mais fácil. Copiar é mais fácil. Compartilhar é mais fácil. O processamento é mais fácil. E podemos reutilizar essas informações para usos que nunca imaginamos quando os primeiros dados foram coletados. Nesse sentido, os dados evoluíram de um armazém para um fluxo, de algo estacionário e estático para algo fluido e dinâmico. Existe, se você quiser, uma liquidez de informações.


O disco descoberto fora de Creta, com 4000 anos, é pesado, não armazena muita informação e essa informação não é modificável. Pelo contrário, todos os arquivos que Edward Snowden tirou da Agência de Segurança Nacional dos EUA se encaixam em um dispositivo de memória removível do tamanho de uma unha e podem ser compartilhados à velocidade da luz. Mais dados Mais. Um motivo para ter tantos dados hoje no mundo é que coletamos coisas sobre as quais sempre coletamos informações, mas outro motivo é que estamos pegando coisas que sempre foram informativas, mas nunca foram convertidas para um formato de dados e estamos transformando em dados


Pense, por exemplo, na questão da localização. Tomemos, por exemplo, Martin Luther. Se quiséssemos saber em 1500 onde estava Martin Luther, teríamos que segui-lo o tempo todo, talvez com caneta e tinteiro, e anotá-la. Mas pense como está hoje. Você sabe que em algum lugar, talvez no banco de dados de uma empresa de telecomunicações, existe uma planilha ou entrada do banco de dados onde suas informações são registradas de onde você esteve o tempo todo. Se eles tiverem um telefone celular e o telefone tiver GPS, mas mesmo se não tiverem GPS, suas informações poderão ser gravadas. Nesse sentido, a localização tem sido um campo de dados.


Agora pense, por exemplo, sobre a questão da postura, o modo como você está sentado agora, o modo como está sentado, o de você, o de você.Todos diferentes, dependendo do comprimento das pernas, as costas e seu contorno, e se eu colocar censores, talvez 100 em todos os assentos agora, eu poderia criar um índice exclusivo para cada um, algo como uma impressão digital, que não é do dedo. E então, o que podemos fazer com isso? Pesquisadores em Tóquio estão usando-o como um potencial dispositivo anti-roubo em carros. A idéia é que o ladrão sinta ao volante, tente ligá-lo, mas o carro reconhece que um motorista não autorizado está no carro e, talvez, o motor pare, a menos que ele escreva uma senha no painel para dizer: “Eu tenho autorização de condução “. Ótimo O que aconteceria se todos os carros na Europa tivessem essa tecnologia? O que podemos fazer então? Talvez, se adicionarmos os dados, talvez possamos identificar sinais reveladores que previam melhor que um acidente de carro ocorrerá nos próximos cinco segundos. E então, o banco de dados que teremos é fadiga do motorista, e o serviço seria ativado quando os sensores do carro detectassem que a pessoa descansa nessa posição e um alarme interno é ativado automaticamente que faria o volante vibrar, soando um alarme. para dizer: “Acorde, preste mais atenção à estrada”.


Esse é o tipo de coisa que podemos fazer quando coletamos dados em mais aspectos de nossas vidas. Então, qual é o valor dos dados em massa? Bem, pense sobre isso. Eles têm mais informações. Eles podem fazer coisas que não podiam fazer antes. Uma das áreas mais impressionantes em que esse conceito é aplicado é na área de aprendizado de máquina. O aprendizado de máquina é um ramo da inteligência artificial, que por si só é um ramo da ciência da computação. A idéia geral é que, em vez de ensinar algo a uma equipe, simplesmente transferiremos os dados para o problema, para que o computador descubra sozinho. E ajude-nos a entendê-lo vendo suas origens.

FE – Avanços e memória : Comunidades desenvolvedoras

Nos anos 50, um cientista da computação da IBM chamado Arthur Samuel que gostava de jogar damas, por isso escreveu um programa para jogar contra o computador. Jogado. Ganhou. Jogado. Ganhou. Jogado. Ele venceu, porque a equipe sabia apenas o que era um movimento legal. Arthur Samuel sabia de outra coisa. Arthur Samuel sabia de estratégia.


Então, ele escreveu um pequeno subprograma operando em segundo plano. E tudo o que ele fez foi anotar a probabilidade de que uma configuração do quadro levasse a um quadro vencedor e um quadro perdedor após cada jogada. Ele jogou contra o time. Ele ganhou. Ele jogou contra o time. Ele ganhou. Ele jogou contra o time. Ele ganhou. E então Arthur Samuel deixou o computador tocar sozinho. Joga sozinho. E colete mais dados. Colete mais dados. Aumente a precisão de sua previsão. E então Arthur Samuel volta para o time joga e perde. E jogar e perder. E jogar e perder. E Arthur Samuel criou uma máquina que excede sua capacidade em uma tarefa que ele ensinou.


E essa idéia de aprendizado de máquina irá a qualquer lugar. Como você acha que temos carros auto-dirigidos? Somos melhores como sociedade armazenando todas as regras da estrada em software? Não. A memória é mais barata. Não. Os algoritmos são mais rápidos. Não. Os processadores são melhores. Não. Todas essas coisas são importantes, mas não é por isso. É porque mudamos a natureza do problema. Mudamos o problema de um em que tentamos explicar aberta e explicitamente ao computador como dirigir, para um em que dizemos: “Aqui estão muitos dados do veículo. Faça os números. Você percebeu que esse é um semáforo, que é vermelho e não verde, significa que você precisa parar e não continuar.


O aprendizado de máquina está na base de muitas coisas que fazemos online: mecanismos de pesquisa, algoritmo de personalização da Amazon, tradução automática por computador, sistemas de reconhecimento de voz. Recentemente, os pesquisadores examinaram a questão das biópsias, biópsias de câncer e usaram o computador para identificar, analisando os dados e as taxas de sobrevivência, se as células são realmente cancerígenas ou não e, é claro, transferindo os dados através de Um algoritmo de aprendizado de máquina, a máquina conseguiu identificar os 12 sinais indicadores que melhor preveem se nesta biópsia de células de câncer de mama, existe, de fato, câncer. O problema: a literatura médica conhecia apenas nove deles. Três dos traços eram aqueles que as pessoas não procuram, mas que a máquina descobriu. Também existem aspectos obscuros nos dados massivos. Isso melhorará nossas vidas, mas há problemas que precisamos estar cientes, e o primeiro é a ideia de que podemos ser punidos por previsões, de que a polícia pode usar dados massivos para seus propósitos, um pouco como “Relatório da Minoria”.


É um termo conhecido como polícia preditiva, ou criminologia algorítmica, e a idéia é que, com uma grande quantidade de dados, por exemplo, onde houve crimes antes, saberemos para onde enviar patrulhas. Faz sentido, mas o problema, é claro, é que eles não apenas permanecerão nos dados de localização, mas irão para o nível do indivíduo. Por que não usamos dados de pessoas com um alto histórico acadêmico? Talvez use o fato de estarem desempregados, seu registro de crédito, seu comportamento na Web, se estiverem acordados até tarde da noite. O seu controlador físico digital, ao identificar dados bioquímicos, mostrará se você tem pensamentos agressivos. Podemos ter algoritmos que podem prever o que estamos prestes a fazer, e podemos ser responsáveis antes de realmente agirmos. A privacidade foi o principal desafio na era dos pequenos dados.


Na era dos dados em massa, o desafio será salvaguardar o livre arbítrio, a escolha moral, a vontade humana e a ação humana. Há outro problema: dados massivos tirarão nossos empregos. Dados e algoritmos maciços desafiarão o conhecimento em gerenciamento profissional no século 21 da mesma maneira que o As linhas de automação e montagem da fábrica desafiaram o trabalho dos trabalhadores no século XX. Pense em um técnico de laboratório que olha no microscópio uma biópsia do câncer para determinar se é câncer ou não. A pessoa que foi para a faculdade. Em que ele compra propriedades. Ele ou ela vota. Ele ou ela é um constituinte da sociedade. E o trabalho dessa pessoa, assim como toda uma frota de profissionais como essa pessoa, descobrirá que seus empregos mudaram radicalmente ou, de fato, foram completamente eliminados.


Agora, gostamos de pensar que a tecnologia cria empregos após um curto período de deslocamento temporário, e isso é verdade para o quadro de referência da Revolução Industrial em que vivemos, porque foi exatamente isso que aconteceu. Mas esquecemos algo na análise: existem algumas categorias de empregos que são simplesmente eliminadas e nunca mais criadas. A Revolução Industrial não foi muito boa se você fosse um cavalo. Portanto, teremos que ter cuidado, coletar dados massivos e ajustá-los às nossas necessidades, às nossas necessidades humanas. Temos que ser os donos dessa tecnologia, não seus servidores.


Estamos no começo da era dos dados em massa e, honestamente, não somos muito bons em lidar com todos os dados que podemos coletar agora. Não é apenas um problema para a Agência de Segurança Nacional. As empresas coletam muitos dados e também os utilizam indevidamente, e temos que melhorar isso, e isso levará tempo. É um pouco como o desafio enfrentado pelo homem primitivo e pelo fogo. É uma ferramenta, mas que, a menos que tenhamos cuidado, nos queimará. Dados massivos transformarão a maneira como vivemos, como trabalhamos e como pensamos. Eles nos ajudarão com nossas carreiras e levarão uma vida de satisfação, esperança, felicidade e saúde, mas no passado, freqüentemente, vimos que a tecnologia e nossos olhos só viam a tecnologia T, o hardware, porque isso é físico. Agora temos que reformular nosso olhar para o eu, a informação, que é menos tangível, mas de certa forma muito mais importante. A humanidade pode finalmente aprender com as informações que pode coletar, como parte de nossa eterna busca por entender o mundo e nosso lugar nele, e é por isso que os dados em massa são um grande problema.


Uma tarte da América favorita é …? Audiência: Maçã! Kenneth Cukier: Maçã. Claro que ele. Como sabemos? Por causa de dois dados! Vemos dois supermercados vendidos. Vemos supermercados com bandagens de tortas de 30 cm congeladas e maçã ganha, sem discussão. To maioria das bandadas são as de maçã. Mas você pode comecaram supermercados para vender tortas pequenas, 11 cm. De repente, a maçã caiu para o quarto ou quinto lugar. Porque Ou o que aconteceu? Pensem bem. Quando você compra um bolo de 30 cm, toda a família precisa ser oleada, mais como a maçã é uma segunda escolta de todas. Mas quando você compra um bolo individual de 11 cm, pode comprar o que deseja. Podem obter a primeira escolha. Vocês têm mais dados. Pude ver uma coisa que nunca veio, quando era apenas uma pequena quantidade.


Como está aqui, que mais dados não são apenas autorizados a nos ver mais, mas é isso que vamos esquecer, mas que também nos permitirá ver coisas novas. Vamos ver melhor. Vamos ver de forma diferente. Nesse caso, vamos ver qual das tarte preferidas da América: não é a de maçã.


Provavelmente, já todos ouviram falar sobre os “megadados”. Provavelmente já estamos felizes em ouvir ou garrafa térmica Megadados. É verdade que houve uma publicidade em torno da garrafa térmica e isso é lamentável, porque você foi extremamente importante para mim, enquanto sociedade, para avançar. Não passou, vamos esquecer os conjuntos reduzidos de dados e pensar ou o que significa tentar entender ou mundo. Agora temos muito mais fazer mais do que nunca Descobrimos que, quando temos um grande conjunto de dados, podemos dizer que não fomos capazes de fazê-lo, mesmo quando temos pequenas quantidades. Eu implorei que você fosse importante e você é uma noiva. Eu pensei. A única maneira como este planeta será capaz de enfrentar os desafios globais – alimentar pessoas, fornecer assistência médica, fornecer energia, electricidade e garantir que eles não sejam afectados por causas globais – e através do uso Dados eficazes Como ou o que de novo quanto megadados anos? Ou o que tem de tão importante? Para responder a essa pergunta, vamos pensar em como era a informação, o que era ou seu aspecto físico, não passou. Em 1908, na Ilha de Creta, os arqueólogos descobriram um disco de argila. Dataram-no de 2000 a. C., portanto, com 4000 anos. Há inscrições nesse disco, mas não sabemos o que isso significa. É um mistério total, mas o que foi ou foi o que aconteceu há 4000 anos atrás. Foi assim que a sociedade armada e transmitida como informação.


A sociedade não avançou tão muito. Continuamos a reunir informações sobre registros, mas depois podemos manter muito mais informações, muito mais do que eu amarrei aqui. É muito fácil pesquisar. É muito fácil copiar. É muito fácil compartilhar. É muito fácil de processar. Podemos reutilizar essas informações para usos que nunca secam, imagine quando lhe damos as primeiras. A esse respeito, eu lhe passo de “estoque” para fluxo, passou duma coisa que é fixa e estática para uma coisa que é fluida e dinâmica. Há, quer-se, uma liquidez na informação. Ou um disco que descobri em Creta que tinha 4000 anos e é pesado, não guarda muita informação e essa informação é imutável. Por outro lado, todos os argumentos que Edward Snowden levou da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos dão aos Estados Unidos também podem ser membros do Tamanho duma unha e também podem fazer parte da velocidade da luz. Mais dados. Mais.


Uma das razões pelas quais temos de folhear tantos dados não-mundiais e por que estamos coletando coisas sobre como sempre coletamos informações. Mas outra razão é porque vamos pegar coisas que são sempre fóruns informativos, mas nunca foram transformados em um formato de dados e vamos transformar os dados. Por exemplo, pense na localização. Por exemplo, Martinho Luther. Gostaríamos de conhecer cerca de 1500 anos de Martinho Luther, devemos sempre andar atrás dele – talvez com uma pena de pato e um tinteiro – e registrar isso. Agora pensou em não passar. Sabemos que alguns deles, provavelmente baseados na base de dados da empresa de telecomunicações, foram usados para calcular ou, menos cabelos, uma nova entrada com base nos dados que registram informações sobre onde vivemos em todas as ocasiões, se temos um telemovel e essa telemovel GPS Mas, enquanto não houvesse GPS, eu poderia registrar tanta informação. Nesse caso, um local foi transformado em dados.


Eu poderia registrar como nós informações. Nesse caso, um local foi transformado em dados.


Pensei, por exemplo, nesta posição, na maneira como você está sentado neste momento, na maneira como se senta, na maneira como se senta, na maneira como se senta. São diferentes, em função do tamanho das vossas pernas, dois contornos da costa dos vossas. Vamos nos tornar censores – talvez cem censores – em todos os casos, neste momento, eu poderia criar um índice único para cada um de vocês, uma espécie de impressão digital, mas não dois dedos.


Mas o que poderíamos fazer com isso? Existem pesquisadores em Tóquio que vão usar isso como um possível aparelho antirroubo em automóveis. Acredita-se que ele se sentou ao volante, tentou dar partida, mas o carro reconhece que, ao volante, existe um motorista autorizado que não dá partida no motor, a menos que seja digitada uma senha no painel de comandos, que diz: “Olha lá, eu tenho autorização para orientar”. Fantástico.

A C – Interação humana

Eu conheço todos vocês na Europa tivessem essa tecnologia? Ou o que poderíamos fazer? Se adicionarmos a você, talvez possamos identificar sinais reveladores que previam o melhor que acontecerá em um acidente de viação cinco segundos depois. E mais, ou que teremos registrado no dado fadiga do condutor. Ou o objetivo seria que, quando um carro está presente nessa pessoa, ele automaticamente sabe que é necessário vincular um alarme interno que vibre a um volante, e não um alarme interno, para dizer: “Ei, concorde! Preste mais atenção!” São essas coisas que podemos fazer quando transformamos em dados a maioria dos aspectos de nossa vida. Então, qual é o valor de dois megabytes? Eu pensei apenas. Temos mais informações. Podemos fazer coisas que não podíamos fazer antes. Uma das áreas mais impressionantes em que esse conselho ocorrerá na área de aprendizado de máquina. Um aprendiz de máquina é um ramo da inteligência artificial, que, por enquanto, é um ramo da tecnologia da informação. Uma idéia geral é que, em vez de dar instruções a um computador sobre o que fazer, simplesmente jogaremos dados por um problema e usaremos o computador para iniciar uma solução por precaução. Você entende melhor condenando como suas origens.


US 50, engenheiro de computação da IBM, chamado Arthur Samuel, Gostava de Jogar Xadrez. Por isso escreveu um programa de computador para brincar com um computador Jogou. Ganhou Jogou. Ganhou Jogou. Ganhou Porque qualquer computador era sábio ou era um movimento legal. Arthur Samuel sabia mais qualquer coisa. Arthur Samuel sabia de estratégia. Assim, escrevi um pequeno subprograma que era executado por trás, que mal calculava as probabilidades de uma determinada configuração do tabuleiro levar um tabuleiro vencedor ou um tabuleiro perdedor, depois de cada movimento. Joga com ou computador. Ganha Joga com ou computador. Ganha Joga com ou computador. Ganha Então, Arthur Samuel deixa ou joga sozinho no computador. Ele joga sozinho. Colete mais dados. Colete mais dados. Aumento ou rigor de suas previsões. Arthur Samuel se vira para o computador. Joga e perde, joga e perde, joga e perde. Arthur Samuel levantará uma máquina que vai além de sua capacidade como uma tarefa que ele ensinará.


Mas também existem dois lados sombrios. Vai melhorar nossas vidas, mas tem problemas que tememos que consciência. Ou, primeiro, acho que podemos ser punidos por motivos antecipados, que a polícia pode usar megadados para seus objetivos, um pouco como não “Minority Report”. É um termo chamado policiamento previsível ou criminologia algorítmica. Uma ideia é que, nós já demos muitos, por exemplo, sites onde ocorreram crimes que não passaram, sabemos para onde enviar como patrulhas. Isso faz sentido, mais claro que ou o problema é que ele não vai nos parar em um determinado local, ele vai descer para o nível do indivíduo. Por que não usamos dados ou a história universitária de pessoas? Poderíamos usar ou, de fato, este empregado ou não, ou grau de confiança, ou comportamento de navegação na Internet, era muito tarde. Ou, de acordo com Fitbit, quando é possível identificar bioquímicos, isso mostra que são pensamentos agressivos. Podemos ter algoritmos que podemos prever ou nos quais pensaremos, e podemos ser responsabilizados antes de sermos agitados. Uma privacidade era ou desafio central numa era de pequenos dados. Na era de dois megabytes, ou o desafio será salvaguardar nossa vontade, escolta moral, volição humana, atividade humana.


Essa ideia de aprendizado de máquina está por trás de todos os lados. Como é que temos carros autoguiados? Nossa sociedade é melhor para colocar tudo como Essa ideia de aprendizado de máquina está por trás de todos os lados. Como é que temos carros autoguiados? Para nós a sociedade é melhor colocar todas as regras de trânsito em “software”? Não. É uma memória barata? Não. Você é um algoritmo mais rápido? Não. Vocês são melodores? Não. Todas essas coisas são importantes, mas por todos os motivos. É porque alteramos a natureza do problema. Vamos alterar a natureza do problema. Em vez de tentar o bolo e explicar explicitamente como guiar o computador, dizemos: “Ele é entregue aqui em um veículo”. Descubra como ele é. “Descubra que este é um semáforo”, que à luz do semáforo é verde e verde “, é isso que significa parar” em vez de seguir em frente “.

Vantagens e desvantagens: funcional Algoritmos

Um aprendiz de máquina é baseado em muitas das coisas que favorecemos “online”. Por exemplo, mecanismos de pesquisa, algoritmo de personalização da Amazon, tradução por computador, sistemas de reconhecimento de voz. Recentemente, existem pesquisadores que analisam biópsias, dão biópsias relacionadas a câncer. Pediremos um computador para identificar, esquecendo você e os taxa de sobrevivência, para determinar se as células cancerígenas eram cancerígenas ou não. Certamente, quando você os fornece, através de um algoritmo de aprendizado de máquina, você é capaz de identificar os 12 sinais reveladores que melhor impedirão a biópsia do câncer de causar câncer de mama como células cancerígenas de fato. Um problema: uma literatura médica tem apenas nove de sinais. Três sinais eram mais sinais do que o necessário, mas sim por máquina.


Há um outro problema: Megadados vão roubar-nos trabalho. Os algoritmos vão colocar em causa ou trabalho intelectual de colarinho branco, dois profissionais no século XXI, como automação de fábricas e linhas de montagem puseram em causa ou trabalho duas operações no círculo XX. Eu acho que um técnico de laboratório que olha um microscópio para uma biópsia de um câncer e determina o quão canceroso é. Essa pessoa frequentou uma universidade. Essa pessoa compra bens. Votar A parte interessada da sociedade. Essa pessoa, assim como qualquer outro grupo de profissionais, é igual a ela, será separada ou radicalmente alterada ou totalmente eliminada. Temos medo de pensar que a tecnologia está gerando empregos depois de um período temporário de transição. Isso é verdade, dentro do quadro de referência em que todos vivemos na Revolução Industrial, porque foi exatamente ou o que aconteceu. Mas esboçamos uma análise dessa coisa. Existem algumas categorias de trabalhos que são eliminados e nunca mais voltar. A Revolução Industrial não foi muito boa para você cavá-los. Portanto, devemos ter cuidado, agarrar um ao outro e ajustá-los às nossas necessidades, às nossas necessidades humanas. Temos que ser doados à tecnologia e não aos seus escravos. Nós apenas não estamos começando, eram dois megabytes. Honestamente, não somos muito bons em lidar com todos os dados que conseguimos reunir regularmente. Não há nenhum problema com a NSA. Uma indústria reúne muitos dados e também o utiliza indevidamente. Precisamos melhorar isso, mas isso vai levar tempo. Um pouco ou desafio que os homens primitivos enfrentarão com fogo. Ele é uma ferramenta, mas é uma ferramenta que, tenha cuidado, podemos queimar.


Você implorou para transformar ou como vivemos, como trabalhamos e como pensamos. Você nos ajudará a criar nossas carreiras e a viver com satisfação e esperança, com felicidade e felicidade. Não passamos, esquecemos muitas vezes de uma tecnologia da informação e nos olhos só vi ou “T”, a Tecnologia, ou equipamento, porque era ou era físico. Agora precisamos focar ou não olhar no “I”, para Informação que é menos aparente, mas em certos aspectos, muito importante. Uma humanidade pode finalmente aprender a coletar informações, uma parte de nós procurando inquietação para entender ou o mundo em nosso lugar. Por isso implorei é uma coisa muito importante.


Estamos no início da era dos dados em massa, e honestamente, não somos muito bons em lidar lcom todos os dados que podemos coletar agora. Não é só um problema para a Agência de Segurança Nacional. As empresas coletam muitos dados, e também, eles os usam indevidamente, e nós temos que melhorar isso, e isso vai levar tempo. É um pouco como o desafio enfrentado pelo homem primitivo e fogo. É uma ferramenta, mas a menos que tenhamos cuidado, vai nos queimar. Dados maciços transformarão a maneira como vivemos, como trabalhamos e como pensamos. Eles nos ajudarão com nossas carreiras e levarão uma vida de satisfação, esperança e felicidade e saúde, mas no passado, muitas vezes vimos que a tecnologia e nossos olhos só viram a tecnologia T, o hardware, porque isso é físico. Agora temos que reformular nosso olhar para o I, a informação, que é menos tangível, mas em alguns aspectos muito mais importante. A humanidade pode finalmente aprender com as informações que pode coletar, como parte de nossa eterna busca para entender o mundo e nosso lugar nele, e é por isso que os dados em massa são um grande problema.


Fonte:
https://www.ted.com/talks/kenneth_cukier_big_data_is_better_data


BIG DATE – PARA MOTORS [ARM, PROC, SISTEMAS DE CONSULTA, ANALÍTICA, COORDENAÇÕES]
CARACTERES BÁSICOS TÉCNICOS


Motors diversos: Tutorial (Hide) consulta
Trânsito e diretórios
Em nuvem
W W W
Unidades internas diretórios, Base externas
Warehouse – Diretórios


FORMATOS E UNIDADES CENTRAIS – CORPORAÇÕES/DIRETÓRIOS


Programas grandes, médios, independentes e instituições organizacionais
Softawre – Organização de desenvolvedores
Integradas para avanços de estudos institucionais de pesquisas
Interfaces por tipos: Amazon; Family Microsoft; EAFIP; Montoya

ARQUITETURAS BIG DATE


a) Distribuídas (Provedores; Servidors; Analisar e exibir dados em elevação; Crescimento constructos de valores unidos com analíticas geradas);
b) Multidistribuídas;
c) Hadoop dusterv 1(Servidors) e variados, e com velocidade ágeis e rápida.

Visto e abordado por métodos inovador em avanços TICs em fronteiras do aprendizado do conhecimento para:
a) Coletar;
b) Manipular específicas, a partir de estudos [Tratamento, análise de contextos, eixos, e utilizar mecanismos, integrações, conexões, etc.];
c) Ferramentas informacionais e conjuntos de mais e sistemas informacionais para dados grandes [Hiper para obter informações e com TICs];
d) Interfaces com volumes em diversos em dados e para serem analisadas por sistemas tradicionais.

CONCEITUAÇÃO

Área do conhecimento que investiga, com experimentos práticos tecnológicos, e informacionais em inteligência artificiais, metodológicas, métodos em um 4º paradigma na cronologia por evidencias em evolução das comunidades e sociedades Contemporâneas em transformação e mudanças.

MAPEAMENTO – Redutores – Vs Spark (Mémoria)
[H – Grava, acessa, armazena (Mémoria);
SQL Distribuidores diversos diferentes superior de processamentos;
HIVE SI – Consulta


DISTRIBUIDOS BD – TUTORIAS APACHE
 Distribuídos servidores
 Serviços analítica

Fonte: Wikipedia. org.br

BIG Date and music in manipulacion marketing e comunicação ídolos pop.

Its a mira de a thriller?
Música empresarial estratégica de mercado e comércio: Ao empresariado comercial e outros em lançamentos de recursos e ferramentas com dimensões publicitárias e comunicação de marketing da música pop e ídolos da juventude de dimensões de inserção nas comunidades e clientelas jovens.


Marketing e comunicação – Trilhas sonoras musicais


Uma massificação de marketing e mercado em tônica de fãs entornos de personalidades jovens e a exploração da ótica de produtos de comercialização, como estratégica de mercado e idolatria pop e acompanhar moldes e modas em estilos de influência e consumos.

Fonte: ENANCIB, Anadrey Um plate,(2019). Conferência UFSC, SC.

Conclusão

A defesa e investigação acadêmica apresentada considera diversos ídolos pop americanos de influência e consumos no mundo e comunicação juvenil e adolescentes. A massificação de exploração em cima da trilha sonora musical e grande poder de influência aos consumos e explorações comerciais. A informação BIG Date em dados digitais sumamente cantantes em dimensões dados.

Analítica histórico – Fundamentos epistemológicas Big Date

Uma linha de pensamento introduz informações coletados e compostos por banco de dados, com aproximações integradas conjunto de investigações e estudos minuciosos e detalhados de relíquias arqueológicas de coisas(objetos) com entornos informativas, diversas vertentes, que permeiam em avanços em formatos de disco, que anteriormente pedido armazenamento ao seu tempo 4.000 anos luz, hj informações dignificaram novos dispositivos digitais. Para agregar diversidades de banco de dados por inúmeros contextos de organizações e empresas, atreladas e as entradas a raízes de ensejo de informações a unir e formar conjunto todo, uma se desejo, de juntar outras informações de outros eixos informacionais decorridas, formam um banco de dados, e pasta – termo e uma terminologia mais detalhadas, dentro destas patinhas, pasta – denominada “pessoa” ou código batizado ao sujeito e ou ator. Hoje rede ao ligar integrar e avançar na linha e segmentos tecnologias em informação e comunicação. Mais, centradas segmentos: Centro de estudos, organizações, Empresas e outros buscam integra se para auxílios e interconexões rede de redes conectadas. Em circuito de comunicação Satélites de satélites entorno da Terra para aproximar conglomerados de eixos telecomunicativos tecnológicos. Proporcionam recorrer subconectar e interligar e unir informações em dados especificamente, detalhadamente e minúcias em periféricos codificados em linha no tempo, instantâneo e simultâneo, de forma cada vez mais rápido e ágeis por compostos dispositivos átomos nucleares e outros compostos possíveis físicos periódicos funcionais em eixos de unir aos núcleos presentes [Cobalto e silício] ao dispositivos tecnológicos protótipos de formatos aparelhos eletroeletrônicos, móveis e etc. De forma mais, aproximadas de recorrer tecnologicamente, as bases de dados e redes, em diversos lugares, localizações e organismos diferentes e segmentos, além de contextos tipos de bases ou centros funcionais de conexões instituídas de comunicação super danificadas e objetivos diferentes, atividades e rotinas cada vez mais diversas e específicas denominou – Big Date, ou sem atender a todos as solicitações e recorrências, ocorrências as informações ao conjunto X ou Y aos a banco de dados de ou Y, foram codificados Dados digitais – Big Date, por ficam transpirando, códigos específicos digitais em ondas, dispositivos tecnológicos para atendimento a todos, consideradas Distribuídos[ Provedoras, servidores, sistemas de informação, Analítica, Consulta, etc. Multiversos distribuidores funcionais essas centrais multifacetado recursos podem transitar codificação de memória – Hadoop dustersv – Servidores variados com capacidades em velocidades ágeis e hiper rápidas. Ainda, ampliadas para circuitos em “Nuvem”- bases abertas e descentralizadas em suas memórias de banco de dados internos externos, armazenagem imediata tão próximas e distantes.


Desenho teórico – Analítica


Aos distribuidores [Provedores, servidores, sistemas de informação – Analíticas, consultas de dados funcionais, por mapeamentos com redundâncias tipos de redutores e integrados. Aos dispositivos funcionais por radares e sensores codificados e codificantes conectados e integrados. A nível de Spark (memória com armazenagem, gravação e acessos).


Distribuidores integradas SQL distribuidas (Superior processamentos). A nível de Hive – Sistemas de consulta em informação, distribuída para tutoriais diversos no mundo de dados digitais, termo – informações X ou Y, gerada e contribuindo, avançado para mais conjuntos e agregados diversos e típicos distribuidores, para segmentos X ou Y em geração de espécies de informação e unindo os bancos de dados e suas específicas atribuições e objetivos capacitores de armazenamento de memória disponível em X ou Y presente a servindo e distribuindo para outros conectores variados, requeridos e atendidos. Segmentos em otimização de Tecnologias de informações e comunicação, novas produzidas gerando significados de dados, aprendizado e conhecimento, atualmente codificada em linguagens. Uma conceituação epistemológica para inovação Big Date Apache, nova terminologia de disciplina em Inteligência artificial.


Para Nuvem, esses recursos para unidades EAFIP distribuídos Boa Date, em tutoriais, sistemas de buscas, em: Hide formato [Ware house – Grande armazenamento gigantes de bancos de dados – Diretórios – Funcionais corporações]. Em Motors – recursos dispositivos com características de servidores: Armazenagens, processamentos, consulta, Analítica, coordenação, gerencias, etc.] Com redundâncias funcionais de servidor distribuindo em suas conexões.


Entre outra versão, aos multidistribuídos funcionais, por mapeamentos com redundâncias com redutores e integrações. Aos dispositivos funcionais por radares e sensores codificantes e codificados conectados integrais. A nível de Spark (Memória com armazenagem gravação e acessos de informações – Dados. Dispositivos integrados SQL distribuídos (Superior processamentos). Hive -Sistema de informação de consulta em espécie distribuídos para tutoriais diversos no mundo de Dados digitais, termo – Informações X ou Y, gerada e contribuindo, sendo por avanços para mais conjunto de dados, segmento desde por tutoriais, sendo gerados por informações em seus fluxos desenvolvidos e alimentados em dados.

BIG Date Tutorial
Hide( Motor) – Sistema de consulta

Abordagem apresentada enfoca o desenho de metodologia e diretrizes do curso disciplinar em graduação acadêmica BIG Date – Tutoria em estima de 04 anos de grade de conteúdo de formação regular.
1.1.Em nuben – Unidade EAFIP
1.1.1. Teste [Hide]:

  • inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]

  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]
  • Inversão 06 informações de dados – Armazenamento e sistemas de buscas – Base?
  • Formato – Hide
    1.1.2. Ware house [diretórios
    1.1.2.1. Tipos por corporação/diretório- exemplo:c
    a) Amazon – É uma base de memória mais fácil.
    b) Family Microsoft Azure
    1.1.3. Unidade – EAFIP
    1.1.4. Coordenação monitória [Edwin Montoya e Montoya@ue]

3– Big Date Tutorial Apache
3.1. MOTORS BIG DATE
3.1.1. . MOTORS- Recursos;
3.1.2. ““- Armazenamento;
3.1.3. ““- Processamento;
3.1.4. ““– Consulta;
3.1.5. ““– Analítica;
3.1.6. ““– Coordenação gerência.

3.2. ARQUITETURA BIG DATE

– Distribuídos Hadoop- MapReduce1 Multidistribuidos
3.2.1. Multidistribuídos

3.2.2. Hadoop dusterv1
Servidor
• Armazena – Processa AP AP AP AP P

3.2.3. MapReduce1 Vs Spark – Memória SQL Distribuidos MapRedu
• Handareana
Grava e
Acessa a

Memória

Superior de processamento

3.2.4. HIVE – Sistema de informação de consulta
 BIG Date – Distribuídos Tutorial Apache

Fonte: Montoya, E. (2019). BIG Date: Tutorial. CLEI 2019, Panamá.

Eixos de Ligação – Conectores, Ferramentas, Formatos, mídias e dispositivos

A concepção de estudos origem textual proporcionaram releitura com tradução de língua, nos apresenta uma realidade Big date na verificação global WWW – Wide Word Wind, desde histórico de fundamentos originárias de relíquias arqueológicas de coisas e objetos contendo códigos ou e inscrições informativas, que dão referenciais que são identificados na história da evolução da humanidade, e tecnologia e ciências nas áreas do conhecimentos, que identificam cada informação, e liga com outros dados em temáticas – Termo e dentro de terminologias de agregação a informação digital – Dados, atribui-se avanços e desenvolvimento de estudos e investigação em cada área disciplinar de inovação – Inteligência Artificial, e interdisciplinares e disciplinares: Informática; Ciências da computação; Ciência da Informação; Análise de sistemas; Engenharias de Software; Tecnologia da Informação e comunicação e etc. Análise textual e histórico de origens de fundamentos, vemos que, a analítica proporcionou -se : Instâncias de pontos essenciais: informações anotadas e observados na investigações locais in loco e avançados desencadeou -se que : a) Venda; Supermercado; Produto; Tamanho cm; Saída mais – grandes e pequenos; Nivelamento % de preferência; Sabores; Opção saída; Mais dados; Preferência familiar; Opção de 1ª compra(Mais Dados);

Produto individual e familiar(Desejo e desejos); Produto para individual (Mais Dados); Mais Dados – Mais informações recolhidas); Mais Dados – Mais coisas novas(Detalhes – Por menores – Diferentes perfis); Produto favorito; Produto regional e cultural? Aceito ou não; b) Instância Dados em Massa, desencadeou -se por: Termo DM – FE que passa vínculos; Dados minuciosos de detalhes mais quantitativos e por que é importante para o mundo muito avanços hoje +++++++ que antes; c) Descoberta apelos por[G Q D – Grande Quantidade de dados]; Coisas que poderiam apenas Q -: DM ++ Importantes e novo. Observadores, verificarão que muitos aspectos de informações que produziram dados diversos e globais: Alimentar pessoais; Prestação de assistência médica; Fornecimento de energias; Garantias por pontos energéticos e dados globais, e insustentáveis de clima; Manutenção de dados mesmos com impedimentos – Dados mantidos; d) Análise e informações – Dados fisicamente no passado – Pontos; e) Descoberta que informações coletadas de raízes arqueológicas, e : Disco de argila 4.000 anos atrás, apresentaram subsídios para: Informações com interrogações; Armazenagem e transmissão de informações – sociedade; Se hoje não avançou? Hoje salvação em discos; Armazenagem mais capacidade; Facilidade de investigação/pesquisa; copiar facilmente; Compartilhar + otimizados; Processamentos + promissor; reutilizar para usos que antes quando foram coletados; Evolução de armazém para um fluxo; estacionação, estático para fluido e dinâmico; f) Características do disco descoberta – Alta: Pesado; Não armazena mais informação; Não modifica; Disposito – arguivo, de memória revogável do tamanho; Pode ser compartilhado a velocidade da luz; Mais dados manuais. g) Motivação em observação na realidade de hoje: Mais dados; Coletamos; Coisas que sobre as quais sem coletamos informações; h) Nunca foram convertidas para o formato de dados; i) Estamos transformado em dados por exemplo[Localização – Termo; Antes – seguir com coleta de anotações (Caderno, tinta e tinteiro); j) Hoje – Termo localização [Lugar – Pasta]; BD – Empresa de telecomunicação [Entrada do BD – onde suas informações são registradas onde vc esteve o tempo todo]; Celular/Telefone/GPS]; l) Suas informações serem gravadas – Localização tem sido um campo d dados; m) Outros termos – Postura; sensores; Disposito anti – roubo não ser roubado quando o dono não sentir que os dados do cliente não foi o dono e sim ladrão.

CONCLUSÃO

Linha de pensamento, em proposta seguintes em reflexão de uma releitura para soluções e questões de vantagens e desvantagens numa problemática social e sócio econômicas cultural e ética em C&T. Temática Big Date melhor, em referência aos avanços integrados e desenvolvimento TIC – Tecnologia de informação e comunicação- Inteligência artificial, de estudos do autor, e neste enfatizando destaques e alertas, em quatro eixos de reflexão e propostas, neste concluso: A primeira instância contextos de destaques – Pontos de avanços, consideráveis avançados tempos Contemporâneos – Redes aberta “ Big Date e tutoriais híbridas e experimentamos sustentáveis “ Apaches”; Fusão integrantes tecnológicos de máquinas, a exemplo(Tablets e notebook), sem déficits comerciais se cliente, sem regulações bilaterais entre cliente e fabricantes, com saldo positivos para C&T; Distribuídos para atores e segmentos, máquinas diversidades e equipamentos eletrônicos domésticos digitais controles, mais aberta energias e eólicas; Amplitude de localização – 5G e Big Date – Distribuídas e atores, máquinas e Tecnologias comunicação para leitura de dados em trânsito, mínimos de segundos, ao mesmo tempo, diante sistema extra – Terra [Satélites de Satélites em conexão, e etc]. Em segunda instância, em circunstâncias de problemas e soluções – Mais velocidade, e mecanismos por e dispositivos, [ Ágeis e rápidos];Por Terceira considerações – Áreas
Disciplinares e interdisciplinares, curriculares – Interação humana e máquinas, e ensino híbrido, para sustentáveis entornantes; A instância quarta, tendência de matéria prima, protótipos de fabricação de indústria e segmentos de serviços de Informática , produtos com entornos sustentáveis; Linguagens e dados de segurança , privacidade; Políticas públicas de regulações – Lei de Dados digitais; Robotização e eixos sustentáveis C e T; Extração ou mudanças com avanços dispositivos, de presença de componentes núcleos de átomos em compostos de Silício mínimos por Cobalto, mais seguros e menos impactantes. Pesquisadores e cientistas, em estudos e investigações, para todos móveis; Linguagens de modificações mais simples e segurança para privacidade, trânsito aberto e fechado; para toda fragmentação de rede aberta www – Wind World Wilde, opção, sem conflito mediante longo trânsito legais e ilegais por opção, abrindo portas de insegurança. Para a quinta, desafios prospectivos por desafios para: TICs e eixos primos sustentáveis e seus atores circuitos, e dados digitais; Novos formatos de memória externos mais seguros, sugestivos de alcances- Acessos à armazenagem – Mercado e comércio; Investimentos em projetos “ Q Q” – Comunidades doméstica, situando para Educação, ensino com tecnologias e máquinas em dados móveis consideradas ultrapassadas e interligados para avanços, mais sinais de recuperação e inclusão por acessos mínimos, e PP – doação inclusivas de povos distantes, fora os índices de conexão Internet. A educação e ferramentas auxiliantes assistimos e multifuncionais diversos: Segmentos em investimentos TICs- Comunicação e informação Satélites para acessos inclusivos de melhores em qualidades em sistemas de conexão aberta. Em pilares ultima(Sexta), a futurologia por abertura inclusiva, sendo exclusiva por destaque gritante, que surgem em responder, objetivos de transformação e sociedade era digital – A ética e valores culturais entornos C&T, no mundo global para seus atores: Áreas públicas e conexões privadas; profissionais, pesquisadores, cientistas, círculos e trânsitos cidadão domésticos. E sugestivos entonação, propormos valores culturais e princípios fundamentais para Cristãos Católicos Romanos e outros, centradas na valorização de Era digital – Sociedade em comunidade, seja a humanidade que utiliza, usuflui e participa para harmonia com C&T, numa introjeção de avanços integrados para solução destaques de entraves e impedimentos de inclusão de todos, às sociedades e comunidades incluídas nunca perderá e seus investidores públicos, concessivos privados em linha e alinhamentos com cultura e valores de uma sociedade sempre por vantagem, servindo e auxiliando aos humanos e seres vivos em cadeia. Responder aos objetivos – Rede Internet, por abrir caminho, trilhas e trânsitos On Line virtual buscando à distância, aproximar pessoas distantes de forma interativas por máquinas computadores, e seus sucessivos inovativas tecnológicas, sincronizados e assincronizados por acessos para consultas e recuperação se dados por tecnologia vias informação e comunicação, onde as ferramentas e dados digitais, mídias e linguagens, de forma que incluir sempre a todos cunho global e Povos equidistantes – E percepção de que à Antítese – Big Date sempre inclusivo mais e mais a todos, será bem melhor. Neste P- PP por inclusivas para aproximar melhor e aproximando globalmente, em eixos ágeis e rápidos – TICs. Índices IDH – Desenvolvimento Humano e Educação por déficit vencidos globalmente e Povos distantes e ausentes cidadãos da Era digital e sociedade, é que culturais subjaz- As era inclusiva mundo global, e não fechamento de Nações e competições por desvantagens, e domínio exclusão. É missão essencial TICs, e para cidadãos e Povos de culturas, Nações, ainda por próximos, e aproximar, e equidistante por objetivos e acessos, por opção e decisão. Se C&T, não atingem a todos, não cumpre sua fica missão- Acessos e disseminação de informação destinos com inclusão – Melhor 76% inclusivo “ QQ” global. Destinos coeficientes inclusivas aplicados em TICs, encontra se seus entornos P – PP reais, perímetros .Educação – PIB – Produto Interno Bruto, retornados para sociedades, seus impostos – Mais melhor.

Referência bibliográficas

  1. Andrey Up Plante, (2019). Big Date In music. ENACIB 2019, Florianópolis, 2019. Conferência.
  2. Montoya, E. , (2019). BIG Date: Tutorial. CLEI 2019, de 30 de set. a 4 de out. 2019, Panamá. Conferência.
  3. Kenneth Cukier TED, (1980). Big data é melhor. https://www.ted.com/talks/kenneth_cukier_big_data_is_better_data [ Org. Tradução de contexto). Jusenildes dos Santos, SC, 2019.
  4. Wikipedia. org.br

[Artigo: Santos, J.(2020). Big Date é melhor by K. Cukier TED – ” Uma reeleitura – Arte do aprendizado Big Date – Fundamentos no pensamento K.Cukuer TED – Informação e comunicação e seus suportes.” (Trad.). University Europeia Atlantic . Iberoamericana. TiC – Projetos. Docência Prática. Teoligia e política – FCP. Aju, 2020]

Apostos e opostos dispositivos – Lei 2630/2020 e Fake News: ajustes e rigores científicos C e T

“Normativos normais x contextos de supressão de valores Inteligência artificial”

Introdução

A solução de problemas de armazenagem e organização de dispersão de dados, acrescidas da ciência e tecnologia por disciplina do conhecimento por Inteligência artificial, e um constructo filosófico e paradigma – Era digital e sociedade: Organização de dados, e por veredas de construção resposta apostas e por opostos, os ingressos em erros sem solução urgentes, os pontos negros de ilegais comportamentos de questões sociais e ocupações emergentes de pseudos ocupantes de programadores e aprendizes domésticos e esperteza da anti ética política – Viés por instâncias da sobrevivência em violações das ordens de dados digitais – A desordem de dados de informações de personalidades institucionais e públicas controversos da verdade disseminadas por TIC – Tecnologia e em informação e comunicação em redes sociais e mídias – A prática de Fake News, de apoteose Norte Americana da comunicação de marketing de candidatos partidários e raízes anti democrática e republicana da década de 1981. A versátil desconstrução em oposições comportamentos de políticas por desenho filosófico por temática e conceitual popular da politicagem. De forma precisa objetivamente o trajeto disseminadas e origens por desconstrução de perfil de comportamento público de pessoas, e personalidades, perante comunidades e sociedades desenhando o comportamento e movimento de trânsito em sua localização remota via tecnologia de informação e comunicação em circuitos à distância individual detalhadamente, neste implementado controvérsias ao reunir e transmitir dados minuciosamente para contextos w base instituídas e expectativas existentes (população)de forma mentirosas e inverdades com constructos de pseudos criatividades de publicidade “empresas de comunicação” com papel desconexos e opostas no segmento de serviços sem conceituação responsável de atos de violações de informação de forma oculta.

Paradigma – Era digital e sociedade

A era digital como paradigma com linguagem epistemológica disciplinar em áreas terminologias de suas nomenclaturas, as específicas ramificações da ciência e tecnologias. Os paradoxos construídos e herança ao processo de desconstrução de suas minúcias imprecisas aos contextos de erros e involuções de problemas em suas rotinas e atividades, (Kuhn, T. Pp.235, 1962), na interpretação de investigações “…violações de expectativas…”, na implementações de introdutórios de mudanças e transformações oriundas, de erros, novos trajetos incompletos, redesenhados com anormalidades com entornos diferentes se contrapondo ao paradigma existente, que insensata ou por sensatez científica desenho de inovações das origens do anterior. E segundo crítica do cientista traduzida, “ …é de que os paradigmas são ruins e dão às pessoas uma visão tacanha, quando deveriam sempre estar questionando o paradigma que subjaz sua disciplina.” Aos desconexos da natureza dessa ciência e frente a construção inversa de valores científicos disponibilizados em soluções de questões e minúcias problemáticos da sociedade em transformações traduzidas na raízes natureza de paradigma epistemológico disciplinar adentrantes as comunidades e ambiente laborais. A comunidade busca construir valorização as suas bases reconstruídas, aperfeiçoadas e específicas em seus co criativos engenharias e protótipos experimentais inovadores significantes engenhosos compostos e produtos tecnológicos ou e doutrinas em suas normas, leis e regras de contextos para curso de normalidades e harmonias de seus utilitários e utilizadores. A comunidade e sociedade agrega costumes, hábitos e acoplada a realidades comunitárias impacta cultura transformando ou modificando de melhores serviços e formatos, neste objetiva as investigações científicas e pesquisadores, criar uma cultura presente e futura de comportamento com valores acentuantes ou reluzir e firmes a cultura e realidade inseridas. Nunca afastar a natureza da ciência e humanidade em sua evolução e seus meios por cadeia com seres vivos. Pairando perante controvérsias e afastamento da natureza, os valores erguidos pela sustentabilidade, valores supre erguidos, às teorias imprecisas da era digital, e humanidades em bases de produção do trabalho substituídos roboticamente e não adaptados a serviço e utilização humana. Em contextos contraditórios precisamente lógica em síntese atuantes situações de erros, adentrando, rápidos e ágeis processos desenvolvidos e modificações transformando comportamentos e valores construídos e erguidos otimizadas para sociedade. Muitos formatos, e serviços auxiliante as comunidades em seus acessos incluídos por consequências políticas socioeducativas e econômicas imprecisas e inseguras. Consequentemente, culturas a frente em suas ciências e tecnológicas aceitas e caminhos de valores e conceitos morais e éticos regulares presentes de suas ordens normativas e leis composta natural paralelas, ou impostas destruidora, buscando eliminar os a postos do encontro de gênios científicos co criativos humanos. As bases errôneas pragmáticos ergues comportamentos sociais antropológicas, psicológicas e situadas de contraditórios de uma cultura sócio – econômicas da disparidades diferenças de acessos, conceituadamente concêntricos riquezas de conhecimento e informações, em teores financeiros acentuantes por comunidades determinadas e centradas. Esses comportamentos econômicos em comércio e negócios de seus mercados por seguidores e segmentos em políticas de desenvolvimento antes regulares seguros, outrossim paralelos entre ilegais ocultos e pontos controversos poluindo e destruindo a cultura e valores econômicos e eixos de ligamento, por muito menos, de muito mais, por interpretações e questionantes “excluídos” não legais, oriundas de políticas C&T, promissores para oportunidades e inovações de origens de suas bases a serem integradas sem anti valores culturais ao comum, aceita pela comunidade científica alusiva e utilitária “desenhada socialmente por verdades.

Valores éticos e culturais: ideológicos e utópicos

Em mundo questionantes e opositores são paralelos e idênticos? Valem tudo? Esses valores descontruídos fazem parte do paradigma, em instâncias de ciência natural, de interpretação para corrigir deformações e muito mais acentuar presente paradigma, essas bases de hipóteses concentração disciplinares de investigações . A sociedade e acessos da informação paradigmática faz a leitura teóricas filosóficas para suas aplicabilidade possíveis. A aprendizagem e conhecimento, empreende se por metodologias e métodos de melhores compreensões e acender interpretações a realidades. Em instituições educacionais presentes orientam e encaminham acentuantes para desenvolvimento conjunto. Esses valores, descontruídos por políticas ausentes ativas, quebra rumos de começos e veredas de saída de erroneamente em politicagem em negros opostos contrapondo realidade, a comunidade paralisada e atenta estudando, e investigando a tempo, no tempo para responder e sociedade, alimentanda em perdas e afastamento diante das disseminações não cientificamente reconhecidas. A tendência objetiva enraizar laços de integrações de acessos, nunca impostos de ocultos aderentes e informantes opcionais distraídos agregados.


O que é ideológico? O quê é utópico? Questionar paradigmas, e valores éticos…A sociedade e cultura presente de inserção, instigam de formato, por erros. Mais firme Sistema de governo e suas plataformas em politicas físicas constituídas que fazem parte.


A construção de ideias e ideários, e bases opositores que conceitos doutrinários residem? Apenas opõem, ou existem suas atenuantes consistentes solúveis e práticas científicas naturais para adensar aos viés de laços culturais da verdade e respostas a sucederem paradigma presente enriquecedora por então. Ao seus desenvolvedores práticos e suas categorias, seus combates empíricos contrapostos, a linguagem, e instrumentos fragmentados de pretensas animações e ensaios em C & T. As doutrinas conceituais de normativos e protocolos de segurança por políticas constitui se instituídas por ordem e harmonia. Dificilmente ao romper ao comum, e paralelos erguidos, a sociedades e comunidades, as culturas e sociedade herdará teorias e constructos periféricos sem rigores científicos necessários e desvalorizados, não tonicamente positivos.


Que valores éticos e tecnológicos Fake News constrói – se, a exemplos, agregam ocupações de interações humanas, por características de ociosidades existências e comportamentos psicológicos maníacas desordenadas em trilhas ocultas de redes sociais. Em situações desconceituais de profissionais programadores excluídos e atuantes ensaios domésticos sem habilidades de competências reconhecidas. Essas raízes ativas ocultas, pois escondem se, e ações destrutivas marcam comportamentos, e originam outros, com mentiras, e desalinhos presentes.

Lei 2630/2020 – Normativos por conceitos atenuantes

Os dispositivos de combate através de regulações de identificadores codificados por armazenagem e de dados digitais em TICs – Tecnologias de informação e comunicação. Esses dados disseminados, visará atender e criar normativos doutrinários ativos de seus atores individuais cidativa e organizativos, consistentes de cadastros atualizados e trânsito otimizadas de dados digitais: Mensagens e documentos diversos de suas espécies, em sistemas de informações de: Sincronizantes e compartilhados disseminados. Armazém e memorizar de seus integrais dados e laços extenso comunitários desenvolvidos, por emissores e receptores de comunicação.

Fundamentos principais: Dados digitais

Atores e identidades – Pontos

a) Identidade cidativa; Celulares móveis; Redes sociais; Provedores e Chips.
b) Características pontuais individuais:

1. Armazenagem e memória de identidades cadastrais atualizados(nacionalidade e estrangeiras;

2. Codificações identificadoras de memória de celulares – Cadastro vinculantes do cidadão (Nacionalidade e estrangeiras);

3. Redes sociais e sistemas de informações: Softwares e programas integrados e laços de capacitores de Armazenagem e memórias por tempo x ou y a serem identificadas, mesmo que excluídas de suas origens;

4. Provedores e identificadores em memórias e Armazenagem de dados;

5. Chips e identificadores digitais e dados armazenados e memória.

Fonte: www. TV senado.gov.br

Ciência práxis e a teórica filosófica ética: A serviço da humanidade e princípios cristãos

“O amor é a prática de valores feito carne e sangue “


Perdão vida de compreensão e nem todos têm esse poder e sabedoria, e alcance na ausência de atos injustos. O que leva as pessoas a cometerem erros, na busca de controvérsias de valores morais, pois a formação e deformação não são iguais.
Esse paradoxo apresenta se em questão social, polêmicas e veredas. Em instâncias institucionais profundos.


A construção de valores, ao ensino e exortação de Jesus, não devemos construímos na areia, mais na rocha, e deixando firme. Essa percepção ressurgem por dispositivos de reflexão. Que valores temos construídos e herdados, e quais passamos para família e filhos, além de nossos ambientes de vida?
Acreditamos que esses signos de reflexão guia – nos, e serão, poderão por instrumentos de buscas infinitas em nossos.

A conceituação paradigmática – Rigores científicos

A percepção filosóficas em referências em origens do pensamento pós – moderno” Estruturas da revoluções científicas, Kuhn, Thomas em 1962. A leitura de (Bowdon – B, Tom 2019), 50 clássicos da filosofia. Abordagens de investigações de ideias antiguidades à era moderna. A interpretação na compreensão origens, definia que paradigmas não existem só na ciência, mas que são a maneira natural de os humanos compreenderem o mundo, (Kuhn, T.Pp.229, 1962).


Mesmo que a contextual e compreensão crítica veja adentrando por incompletas e sem entornos otimistas para a sociedade leiga traduzida na epistemológica disciplinar3s de áreas, uma espécie linguagem científica identidade acadêmica situadas em seus tempos, sujeitos e atores do pensamento e conhecimento . O desenho de linguagem, por antítese: “ O que eram patos no mundo do cientista, antes da revolução são coelhos depois.” Os entornos de tecnologias e atento alonga perceptíveis de que, Raio X, o por surpreso pela substituição ao senti – se surpreso, ao novo, visionária e percebia mais sem definição dos fatos explícitos sem encaixe de sua s práticas existenciais descobertas científicas. Em detalhes suas orientações perceptíveis reflete que: “ Quando um paradigma é substituído por outro, o próprio mundo parece mudar.” Neste, perímetro definido aqui, encontramos em comportamentos implícitos e explícitos em paradoxos, mediante as características vividas e compartilhadas em comunidades de verdades e controvérsias, e disseminados, e em ordem dados digitais sincronizados por rede, uma repercussão de compostos atômicos mínimos do mínimo e pequena partícula de um átomo em dispositivos móveis em conexão, por comunicação Satélite de Satélite em rede ao redor da Terra. Residem práticas tecnológicas que passamos: Presidir, preceptor e presenciar em mídias sociais, e manipulações diretas ou indiretas de seus administradores assinantes e cadastros de carnais On line em www – Wide Word Wundi.


Instâncias da era digitais, os errôneas entornos Fake News e sua inverdades controvertidas usuais, por ferramentas da insatisfações de desejo, e afastamento do paradigma favorável à humanidade, e conexões vantagens em seus dinâmicos vínculos diferenciados, com cadeia de seres vivos, presença na interação humanas, por máquinas. Essa robotização, sem periféricos controversos da robótica positiva e ciência da natureza e sua sustentável convivência harmônica.


O conceito terminológica batizada de comunicação científica tecnológica e sociedades Contemporâneas desmoronou – se, ou ruiu os castelos dominantes da TICs? Surpreso, e contínua em combatem, pelos constructos normativos, aqui reflexões de Kuhn, onde vemos por termos e contextos apostos otimizados e opostos em dados e linguagens digitais. Que caracteriza inseguranças por alastra se para outros protótipos, a exemplo em combatem também os Haskell’s. A capacidade de convívios das TICs, desses ilegais, a compreensão do autor, criticava por “quebra- cabeça” para comunidade científica, na alusão em resolver as instâncias redirecionar o paradigma, que nos presidir, e eixos estabelecidos a Cultura e seus valores anti éticos e novos conceitos descritivos de representação e para aceitação e adesões ou combater, para si e extensivos polêmicos e questões despolitização consequente em guerra cibernética digital e mídias. As afirmativas desenhada da estrutura de revoluções científicas e interpretação: “ Entornos em modo de crise, aí surgem os avanços para o novo paradigma são possíveis. “


Analítica (Bowdon, Pp.234, 2019), considerações de que suas interrogações respondidas questionantes de Kuhn, criticamente por ruins, e visão tacanha, no texto e contextos, que o mesmo deveriam sempre estar questionando o paradigma . Características para o novo subjaz sua disciplina. Adiante defini por perceber por não: “Amadurecimento para real; composto de regras. Todas nem positiva e negativas; espécie de lentes para enxergar o mundo”. A síntese, teceu: “ O verdadeiro valor está em ver os paradigmas objetivamente e admitir a possibilidade de que as nossas verdades podem ser meras suposições. “

CONCLUSÃO

Nas bases da disciplina inteligência artificial e suas fragmentados de informática, ciência da computação e engenharias de Softwares, situando em disciplinares em Tecnologias de aprendizagem, de contornos originárias da interação humana. As básicas regras de convivência, compartilhadas, trabalhadas, colaborativas, ensinada, extensivas em metodologias e métodos disciplinares, e com utilitários instrumentais, ferramentas e empíricos em práticas num processo de aprendizado, e inserção de informações epistemológicas de ciências e técnicas, mergulha – se o exercício de práticas de ensino, instrução e treinamentos laborais, Leasings sistemáticas com auxílios de TICs, e compreendemos que o formato laços disciplinares e interdisciplinares, ergues o envolvimento da empírica práxis terminológica “Aprendizagem e conhecimento”, a acesso, inclusão e informações e paridades de domínio com ferramentas e interações, as expectativas práticas e afirmações otimizadas em estudos, investigações e criatividades em TI e conteúdos e planejamento dinâmicos para ensino, e direções de bibliografia e referenciais de construção de domínio disciplinar e definições de construção e desafios das práticas, em exercícios da criação intelectual, as bases produção de d3senho em leitura filosófica, melhora epistemológicas e conceituais inovativas disciplinar e alarga posteriores e outros novos conhecimentos. Em instâncias enquanto aprendizado, e aberturas das buscas, questionantes, ante barreiras e impedimentos, seus convívios de vencer e conquistar aprendizado e adentrar e produzir conhecimento. Definimos, que o processo, essa dinamização das Tecnologias de informação e comunicação nesta amplitude livre acessos possíveis sem limites, para suas práticas de domínio de ferramentas, o indivíduo desenvolver dinâmicas próprias criativas, de aprendizado recorrido, recursos disponíveis e suas práticas e informações abertas. A busca por formação disciplinar em temáticas de informações e práticas são capacitores pedagógicos e conteúdos enriquecedoras apresentados e abordados por instrução e ensino, traz progressos e dinamiza rapidamente esse processo de aprendizagem e produção inovadores de conhecimentos. Os desígnios controvérsias deste paradigmas assinalam dois comportamentos digitais: a) Apostos e; b) Opostos. Construído e descontruídos dados e perfis. Essa embate, simpatizam em guerra de pseuda e ideais digitais que chocam, agridem e criam crimes digitais em polêmicas, valores éticos destroçados e distorcidos em erros os pilares do paradigma e entornos otimizadas digitais orgânicas eletrônicas. Esse perfil de espécies de politicagem mitigam volumes de rebeldia cibernética robotizada e oculta, a característica da prática. A lei de combate das práticas disseminativos, suas instituições de regulações e fiscais de monitoramentos, terão normativas e detalhadamente de legislações a serviço e alcances. Em paralelos, caminha a Lei de Direitos digitais – IA, em curso, principalmente colocam no centro a politizada e crimes de Haskell’s e dispositivos para robótica. Essas violações tendem por determinantes sinalizados informar e formar outros comportamentos. A leitura retrógradas de destinos e P – PP Projetos de políticas públicas veredas o Sistema de Governo e plataformas Constitucionais civis – Depois de 1988, os rumos do PIB – Produto Interno Bruto, em seus índices aplicados e investimentos de 12% em retornos em educação no Brasil, e nestes os resultados e nivelamentos de IDH – Índices de Desenvolvimento Humano, descrevem déficits cada vez menores, nivelado médias 4,6 sem mudanças mais significantes por mais de 30 anos (trinta anos) e destinos desmontáveis de processos de transformações da sociedade e desenvolvimento socioeconômicas. Mais cada, Governo civil, instala se, as instituições de seus poderes: Executivo, Legislativos e Jurídicos veredas por considerações manter e instituir suas aplicações por: Estruturas apoteótica de polícias e Estruturas Jurídicas específicas. A diminuição viáveis determinantes das cadeias pilares sustentação e eixos de educação por desenho cientifico de uma nova sociedade, alinhando conjuntamente desalinhos das normativas regulares descaminhos de conjecturas de corrupção. E de outro lado, a distâncias de controvérsias da pirâmides sócio econômicas da sociedade e acessos excluídos por minorias de 56% da população, em trajeto a ciência e natureza introduzindo – Tecnologias e aprendizagem, por eixos globais, mediante produção de conhecimento, e TICs dando sustentáveis ambientação e analítica e estudos, na interação humana da humanidade, e suas espécies seres vivos e máquinas. A humanidade co participe e seus valores éticos construídos buscam aplicabilidade sustentáveis e questionancias: “ Que valores éticos queremos? E quais estamos herdando? E quais estamos inseridos? As famílias e comportamentos refletidos? Podemos exemplificar, que a sabedoria de governantes pesam e somam. “ A instrução e ensino para bases educacionais, de uma Nação chefe de governança sinalizou aula inaugural em introdução de PP- Políticas públicas em carnais de redes de mídias, conteúdos de cuidados de combatem: Corvit 19 e conteúdos das 10 informações de enfrentamento de higiene. “ Essas bases indicam que valores éticos e morais, as instituições caminham e presidem – Educação .

Referência bibliográfica

Buther – Bowdon,T.(2019). A estruturas das revoluções científicas. Org. Thomas Kuhn.(Trad. Pete Rissatli, Pp.228, 235. São Paulo: Benvira.

Lei 2630.2020 – Senado Federal.( 2020) Prerrogativas e dispositivos: Lei 2630/ 2020 Combate disseminação de Facks News. Senado Federal, Brasília.

http://www.Tvsenado.gov.br

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[Santos, Jusenildes.,(2020) . Apostos e opostos dispositivos – Lei 2630/ 2020 Fake News: Ajustes rigores científicos em C&T. [Ensaio de pesquisa] . Normativas normais x contextos de supressão de valores em Inteligência Artificial. University Europeia Atlantic – Ibero americana. TIC – Projetos. Docência prática. Teologia e política- FCP. Aju, 2020.]

Contribuições étnicas para código regular de dispositivos legais – Ciência e tecnologia: conexões e contextos compostos the ethics of artificial intelligence.     “Nuances litigantes Contemporâneos  para entornos e tópicos de eixos com C e T”

By – United Nations – Educational Scientific and Cultural Organization.( 2019). Charter of Ethics of Science and Techonology in the Region .UNESCO – RB/Science in The Arab States. São Paulo/Paris. Documental original.

Introdução

Contextos básicos de políticas e discurso em dispositivos PP – Códigos e regulações com coeficientes sinalizantes para realidades do circuitos de construção, desenvolvimentos e processamentos e manuseios diversificados de área disciplinar de informação e conhecimento – Tecnologias e ciências basicamente em inteligência artificiais. De modo que corpos de academias mundiais reafirmam a necessidades de reconhecimentos de políticas reguladoras e lei legislativas nacionais e internacionais em áreas do conhecimento de conexão sistemática de visão para construção de referências e mostras singulares indicativas, perante cadeias e segmentos para propriedades intelectual de criação, invenção e outras ordens em ciências e tecnologia, a exemplo de: Engenharias de softwares; Ciências da computação; Informática ; Analise de sistemas e avanços em TICs, e etc. A ONU – Nações unidas e parcerias com governantes de países construtores de Pp – Políticas públicas e outros segmentos, congregam de discussões dentro da UNESCO – Nações unidas para educação cientifica e cultura organizacional em âmbitos de uma língua inicial para vertentes aberta cientifica – Ciência e tecnologia: Com textos de discursos e defesas fundamentais e princípios para: A Ética de ciência e tecnologia em diversos Continentes, em especial o documento – Charter of Ethics of Sciense and technology in the Arab Region – Composition of the AD HOC EXPERT GROUP (AHEG) FOR THE RECOMMENDATION ON THE ETHICS OF ARTIFICIAL INTELLIGENCE. Neste encontramos contribuição internacional de conexões de membros de profissionais pesquisadores: Cientistas; pesquisadores; profissionais. Ainda instituições; Organizações; Corporações; Centros de pesquisas, em cunho governamental e não, e etc. Neste perfaz reconhecer referência para uma análise breves, alinhados na proposta de defesa contidas no mesmo referencial em caminho, para acentuar fundamentos abordados e coeficientes em avanços e circunferências de regulações e leis em cadeia disciplinar e suas diversidades a serem aplicadas.

Eixos dispositivos – Ciência e Tecnologia: Charter of Ethics in the Arab Region

Princípios underpinning the charter

· Integridade e segurança

· Respeito pela dignidade humana

· Bem – estar animal, preservação e proteção do meio ambiente

· Benefícios e não malefícios

· Justiça e proteção de direitos

· Liberdade

· Abertura e comunicação privada

Membros e composição recomendação: Group (AHEG)

O documento localizado como em – Section of Bioethics and Ethics of Science – UNESCO. Distribui listas compostas de recomendadores acadêmicos por segmentos em áreas disciplinares de pesquisas, estudos, e ensino dentro de ciência e tecnologia. A academia de composição abrangem 24 membros indicadores por recomendação, em países, tais como: Ms – Mme Carolina Inés AGUERRE REGUSCI – Uruguai; MS/Mme – Teki AKUETTEH FALCONER – Ghana; Ms/Mme – Latifa Mohammend AL – ABDULKARIM –Saudi Arabia/Arabie saoudite; Mr/M – Mohamed Alloghani – United Arab Emirates – Émirats Arabes Unis; Mr/M Maxim FEDOBROV – Russia Federation /Fédération de Russie; Ms/Mme – Constanza GOMEZ MONT – México /Mexique; Mr/M – Tim HWANG – United States of America/ États – Unis d´Amérique; Mr/M. Robert KROPLEWSKI – Poland- Pologne; Mr/M. Octavio KULESZ – Argentina/Argentine; Mrs/Mme – Irena NESTEROVA – Latvia /Lettonie; Mr/M. Jean Philbert NSENGIMANA – Rwanda; Mr/M. Luka OMLADIC – Slovenia/Slovénie; Ms/Mme – Julie OWONO ASSEVINI – Cameroom – Cameroun; Mr/M. Edson PRESTES E SILVA JUNIOR – Brazil – Brésil; Ms/Mme – Golestan(Sally) RADWAN – Egypt/Égypte; Ms/Mme – Fátima ROUMATE – Morocco/Maroc; Ms/Mme – Emma RUTTKAMP – BLOEM – South Àfrica – Afrique du Sud; Mr/M. Amandeep SINGH GILL – India/Inde; Mr/M. Osamu SUDOH – Japan – Japon; Ms/Mme – Catherine TESSIER – France; Mr/M. Peter – Paul VERBEEK – The Netherlands /Pays – Bas; Mr/M. Adrian WELLER – United Kingdom – Royaume – Uni; Mr/M. Sang Wook YI – Republic of Korea – République de Corée; Mr/M. YI ZENG – China – Chine.

Ética da produção científica e tecnológica

A produção ciência e tecnologia depende principalmente de pesquisas científicas e existe um número significativo de atores que contribuem com ela, direta ou indiretamente. A proteção, promoção de ciência e tecnologia envolvem responsabilidades éticas, algumas das quais são aplicável a todas as fases da produção científica e tecnológica enquanto outras são aplicáveis a uma determinada fase, como mostrado abaixo:

Responsabilidades éticas aplicáveis a todas as fases da produção científica e tecnológica

Responsabilidades governos

a) Desenvolver e aplicar políticas que promovam a produção de ciência e tecnologia e a cooperação entre produtores de ciência e tecnologia ( universidades e centros de pesquisa e usuários, nas diferentes níveis produtivos e conscientizados da importância da ética em pesquisa científica;

b) Desenvolver e aplicar políticas que incentivam todas as instituições a estabelecer comitês de ética especializados e intra disciplinares para avaliar as questões científicas, sociais, éticas e jurídicas dos projetos de pesquisa, fornecer conselhos sobre as implicações éticas desses projetos e promover uma cultura de diálogo e conscientização da importância ética em pesquisa cientifica;

c) Adotar o ensino da ética como parte de cursos obrigatórios o mais amplamente possível e em várias disciplinas;

d) Proteger as liberdades públicas e individuais que garantam liberdade de pensamento e criatividade, tomar medidas para garantir que os trabalhadores científicos respeitem a responsabilidade pública;

e) Capacitar todas especialmente as mulheres, a participar de disciplinas científicas e outros aspectos da vida econômica e social;

f)Disseminar a cultura as participação pública e desenvolver mecanismos para permitir essa participação em todas etapas dos projetos nacionais;

g) Promover políticas que orientam as atividades científicas em Direção a áreas estratégicas que atendam as pessoas em todos os setores da sociedade e garantam a capacitação em ciência, tecnologia e inovação e suas aplicações;

h) Proporcionar as melhores condições de trabalho possíveis para os trabalhadores científicos em todos os setores em que a pesquisa científica é realizada;

i) Codificar a proteção do conhecimento tradicional e dos recursos genéticos e ter em conta o patrimônio, os costumes e as tradições positivas das comunidades que habilitam a terra de um projeto, nos princípios de conformidade e nas disposições dessa carta;

k) Regular o uso racional de recursos naturais, incluindo Terra, Água e recursos minerais;

l) Desenvolver e fazer cumprir legislações que abranjam experiências humanas e a proteção da vida e dignidade dos seres humanos;

m) Aplicar leis que protejam a propriedade intelectual e os tratados internacionais retificadas e relacionados e desenvolver mecanismos necessários para sua operacionalização;

n) Garantir e fazer cumprir legislações que protejam o bem estar dos animais utilizados na pesquisa científica.

Responsabilidades das instituições engajadas em toda produção de ciência e tecnologia

A principal responsabilidade das instituições é proporcionar um ambiente ético propicio a através ciência e tecnologia e a pesquisa científica responsável, através da seguinte:

· Adote as disposições desta carta e inclua no regulamento interno da instituição um código de ética que identifique claramente as regras que regem a conduta científica responsável e realize uma revisão periódica de tais regras, orientadas por documentos éticos globais. O código institucional de ética deve identificar práticas irresponsáveis na produção de ciência e tecnologia e mecanismos para lidar com essas práticas;

· Promover à conscientização sobre cartas, regras de procedimento e documentos de ética nacionais e globais que identifique comportamentos, políticas e procedimentos responsáveis e irresponsáveis a produção de ciência e tecnologia, pesquisa científica; disponibilize esses documentos e explique – os claramente a todos os trabalhadores das áreas de ciência, tecnologia e conhecimento;

· Forneça treinamento e explicação contínuos dessas regras de procedimentos por meio de trabalhos especializados que desenvolvam as capacidades necessárias para uma conduta ética responsável;

· Fornecer supervisão e aconselhamento contínuos sobre comportamento ético responsável;

· Estabelecer comitês de ética em todas as disciplinas para supervisionar a implementação e avaliação desta carta e o compromisso dos trabalhadores científicos com ela;

· Fornecer espaços especiais para o cuidado de animais experimentados que atendam as suas necessidades comportamentais e biológicas.

Responsabilidades dos trabalhadores científicos (pesquisadores, científicos, treinadores, assistentes, técnicos e estudantes).

· Estar ciente da carta e dos regulamentos, leis e políticas relevantes adotadas pelo Estado e acompanhar as emendas e atualizações, especialmente aquelas que promovem e regulam vários aspectos do trabalho na produção científica e na pesquisa científica;

· Liga as disposições dos estatutos e as políticas éticas internas relevantes e regras de procedimentos aplicadas em suas instituições;

· Respeitar as especificidades éticas, e culturais de diferentes sociedades( Religião, costumes e tradições) e sem violados princípios da carta;

· Impedir a interferência de agências de financiamento, nos resultados da pesquisa;

· Limitar a experimentação humana, a pesquisas que não possam atingir seus propósitos, exceto por meio de tal experiência;

· Garantir o bom tratamento do ser humano, evitar danos a ele e sua dignidade e que a pesquisa científica seja direcionada principalmente para seu benefício;

· Obter o consentimento livre e informado do sujeito humano ou de seu representante legal para participação voluntária Antes de realizar a pesquisa;

· Adotar todas as medidas apropriadas para proteger os vulneráveis e as pessoas em risco que participam da pesquisa e adotar os meios adequados para obter seu consentimento informado ou o de seu representante legal;

· Respeitar a independência, privacidade confidencialidade das informações pessoais de sujeito humano; as informações pessoais não devem ser exploradas de maneira prejudicial, difamação, chantagem ou lucro; dados pessoais que revelam a identidade do sujeito não devem ser usados sem a obtenção de seu consentimento prévio, livre e esclarecido. Esse consentimento não deve incluir garantir condições que violem os direitos humanos do sujeito ou o impeça de recorrer à lei no caso em que ele /ela sofra algum dano devido á participação como sujeito da pesquisa;

· Esteja ciente da responsabilidade pelo bem estar animal e evite realizar pesquisas com animais sem um objetivo justificado;

· Limitar o uso de animais em experimentos a pesquisas que só possam atingir seus objetivos através desses experimentos;

· Reduzir o número de animais utilizados na pesquisa o máximo possível e substitui- Los por outros modos de pesquisa apropriados;

· Animais de reposição – o máximo possível- da infiltração injustificada de dor antes, durante e após a experimentação;

· Estabelecer condições apropriadas para os animais que atendem , as suas necessidades comportamentais e biológicas;

· Abster- se de contribuir para qualquer projeto de pesquisar que prejudique a sustentabilidade de meio ambiente e seus recursos naturais e diversidade biológica que conflitos com a objetividade da pesquisa.

Responsabilidades de fundamentos agências de ciência e tecnologia

a) Contribuir para a conquista d desenvolvimento humano sustentável através do desenvolvimento humano sustentável através do financiamento de pesquisas científicas direcionada a prioridade em benefício das pessoas e que respeitem a dignidade humana e que não causam danos aos animais ou ao meio ambiente. Dando prioridade à pesquisas abordando os desafios sociais mais prementes;

b) Comprometer se a fornecer aos sujeitos de pesquisa acessos aos resultados da pesquisa, quando esses resultados tiverem de se mostrado eficazes e sempre que os indivíduos precisarem, sendo uma responsabilidade ética conjunta de agências e pesquisadoras financiadoras;

c) Comprometer se a não impedir a impedir as publicação de resultados de pesquisas financiadas e evitar interferir em seus resultados;

d) Abster de exercer qualquer tipo de pressão sobre o pesquisa em qualquer fase da pesquisa financiada para alcançar um interesse que conflita com a objetividade da pesquisa.

Treinamento, orientação e supervisão

A pesquisa não pode praticar atividade científica com a eficiência e qualidade esperadas sem treinamento, orientação e supervisão. Portanto, o desenvolvimento contínuo de uma e de outras, científica e profissionalmente, tornou se um imperativo ético.

Responsabilidades dos governos

· Adotar medidas e políticas para garantir igualdade de acessos a treinamento e oportunidades de trabalho em pesquisa científica para todos- sem discriminação baseada em cor, religião, gênero, raça ou outra;

· Incentivar iniciativas educacionais que promovem o ensino de todas as ciências e tecnologias em diferentes escolas ou instituições de ensino e incorporar tópicos interdisciplinares nos cursos curriculares de ciências; usar métodos de ensino que fortaleçam as habilidades pessoais dos alunos e habilidades mentais especiais como o uso da abordagem científica; a capacidade de ensinar um problema no todo ou em parte e as habilidades para descobrir e isolar as implicações éticas de um problema para resolver – lo;

· Treinar adequadamente o pessoal envolvido no fornecimento de treinamento.

Responsabilidades das instituições envolvidas na produção de ciência e tecnologia.

a) Garantir que todos os trabalhadores científicos, sem discriminação, recebam treinamento contínuo em todas as fases da produção científica, desde a seleção do problema de pesquisa, passado pela metodologia e estrutura da pesquisa ate a publicação dos resultados da pesquisa;

b) Incorporar ao treinamento as medidas de proteção ambiental, as condições individuais de segurança e a ética da pesquisa científica;

c) Disponibilizar a carta de outros documentos necessários no comportamento responsável da pesquisa e o código de ética da instituição, incluindo procedimentos para a proteção de seres humanos e animais utilizados na pesquisa científica.

Responsabilidades de trabalhos científicos

a) Trabalhadores científicos mais experientes, ou chefes de equipes de pesquisa, devem supervisionar os mais jovens desenvolver suas habilidades treina- Los e orienta- Los para que possam desenvolver adequadamente suas atividades de pesquisa e criar em ambiente de pesquisa saudável;

b) Consolidar padrões éticos básicos entre jovens cientistas; o mentor ( o cientista mais experiente e qualificado) deve fornecer um modelo para os menos experimentes na aplicação dos princípios éticos;

c) O cientista deve respeitar seus alunos e os cientistas mais jovens e incentivar seu pensamento crítico e, independente;

d) O científico não deve dificultar ou impedir que seus alunos se comuniquem com outros instituições científicas.

A ética da transferência e localização da ciência e da pedagogia

A transferência e a localização da ciência e da tecnologia geralmente envolvem a produção das ciências. Consequentemente, a maioria , suas responsabilidades contidas na seção 2.2. se aplicam também a transferência e localização. A ética da transferência e localização de ciência e tecnologia implica as seguintes responsabilidade adicionais.

Responsabilidades dos governos

a) Desmarcar uma política que, identifique as áreas estratégicas da ciência e tecnologia nas quais a transferência e A localização devem ser promovidas, do ponto vista de alcançar o interesse público e com base em uma avaliação das necessidades científicas tecnológicas ;

b) Promover políticas e práticas de abertura e comunicação frutífera consigo mesmo e com os outros;

c) Desenvolver políticas nacionais que apoiem a capacitação de indivíduos através da expansão de oportunidades de participação em todos os campos das atividades econômicas e de serviços para todos os cidadãos, sem exclusão ou marginalização;

d) Promover a cultura do pensamento científico para ele se incorpore ao tecido cultural da sociedade. Isso pode ser alcançado através do desenvolvimento de políticas, educação e mídia específicas e da adoção de padrões referência para avaliar as atitudes do público em relação a ciência;

e) Promover a conscientização e a cultura de respeitar os direitos de propriedade intelectual;

f) Fazer cumprir o estado de direito, especialmente na área de proteção à propriedade intelectual, para garantir a transferência de ciência e tecnologia e ajudar a localização;

g) Estabelecer uma alocação financeira mínima no orçamento geral para a transferência e localização de ciência e tecnologia e instar as instituições que operam em todos os setores produtivos a alocar recursos em seus orçamentos para esse fim;

h) Fornecer treinamento e qualificação adequados relacionados ás aplicações da ciência e da gestão do conhecimento nas diferentes instituições;

i) Incentivar o investimento estrangeiro, considerando um dos mecanismo mais eficazes e rápidos para aquisição, transferência e disseminação de ciência, tecnologia e conhecimento transfronteiriços;

j) Fornecer acesso público gratuito ás tecnologias da informação e comunicação, e treinamento sobre seu uso, para promover seu papel vital no acesso e na transferência de conhecimento e na rápida disseminação da ciência;

k) Incentivar os imigrantes árabes que trabalham na ciência para beneficiar seus países com seu capital científico e do conhecimento, e contribuir para o desenvolvimento de seus países.

Responsabilidades das instituições

a) Conscientizar sobre a importância da transferência de ciência e tecnologia como um passo essencial para localização e produção na região árabe;

b)Desenvolver o gerenciamento de ciência e tecnologia – como uma competência incorporada na estrutura, liderança e cultura da instituição inclusive – para maximizar o retorno do capital da ciência /conhecimento;

c)Desenvolver as capacidades e habilidades de seus membros na transparência e localização de ciência, tecnologia e novos conhecimentos incluindo a capacidade de negociar o acesso a tecnologia;

d) Comprometer se a estabelecer e usar intensivamente sistemas de informação de alta eficiência;

e) Expandir parcerias regionais e globais de cooperação científica para promover o crescimento e desenvolver ações conjuntas com todas os países;

f) As instituições financiadoras de ciência e tecnologia devem oferecer oportunidades de financiamento para pesquisas conjuntas que um ambiente propício á transferência de ciência e tecnologia.

Autoria

Responsabilidades das instituições

· Desenvolvimento de um padrão para escolher o conceito de autor, a fim de evitar qualquer disputa sobre a elegibilidade de uma pessoa ou pessoas a insultar…Esse padrão é frequentemente incluídos na política institucional de propriedade intelectual…;

· Incorporar ao treinamento as medidas de proteção ambiental, as condições individuais de segurança Eva ética da pesquisa científica;

· Disponibilizar a carta e outros documentos necessários em um comportamento de pesquisa responsável e o código de ética das instituições, incluindo procedimentos para a proteção de seres humanos e animais utilizados na pesquisa científica;

Responsabilidades de trabalho/Autor científico

a) Ser cientificamente proficiente no campo da pesquisa;

b) Ter um conhecimento profundo de referências, artigos científicos publicados e dos últimos desenvolvidos em seu campo de especialização antes de escolher a ideia de pesquisa;

c) Abster se de se apropriar das ideias de pesquisa inovadoras de outras pessoas;

d) Seja preciso e verdadeiro ao apresentar trechos ou citações de outros pessoas e indique claramente a fonte da citação ou trecho;

e) Ser objetivo na coleta de material científico;

f) Evite usar atividade de pesquisa para anunciar qualquer proposta pessoal ou qualquer afiliação tribal, étnica ou demagógica;

g) Lidar com dados de pesquisa com toda integridade e objetividade e abater se de modificar os dados para apoiar uma hipótese específica ou em resposta a pressão do organismo financiador ou qualquer outra entidade;

h) No caso da autoria conjunta, os novos de todos que participaram da pesquisa ou da autoria – e apenas esses nomes – devem ser incluídos, para que nenhum dos contribuidores reais, sejam adicionados sem justificativa científica.

Publicação de resultados científicos e de pesquisa

A pesquisa e produção científicas não são consideradas completas sem a publicação científica responsável, que visa promover a pesquisa científica em apoio ao benefício público.

Responsabilidades das instituições

· Garantia que todos as partes de pesquisa científica conheçam a natureza e os limites;

· Garantir uma política clara para proteger os direitos de propriedade intelectual;

· Incentivar a publicação especialidades, classificadas internacionalmente;

· Promoção de publicação científica em toda Arábia.

Responsabilidades científica de trabalhos/pesquisas

a) Procurar publicar resultados de suas pesquisas em benefício do publico, contribuir com seu campi de especialização e obter propriedade intelectual;

b) Abster se de fragmentação injustificada dos resultados da pesquisa para publica – Los em mais de um campo científico ;

c) Abster se de republicar material publicado anteriormente e enviar pesquisas para publicação para mais de uma editora;

d) Abster se de declarar como “ alcançado” os resultados que não foram totalmente completos; Abster se também alegar que um trabalho e uma publicação em andamento” quando não foi aceito pelo editor para publicação ou ainda não foi avaliada;

e) Reconhecer ia esforços de todos aqueles que contribuíram para a pesquisa científica, por mais humilde que seja a contribuição, mencionando claramente os nomes dos autores e o papel de cada colaborador na pesquisa, incluindo patrocinadores e financiadores;

f) Publicar pesquisas em árabe, além de línguas estrangeiras, se e conforme necessário, para garantir a ampla divulgação dos resultados da ciência e da pesquisa.

Responsabilidades de toda publicação

a) Siga as políticas e procedimentos necessários para garantir a qualidade e a integridade do trabalho publicado;

b) Decidir se aceita ou rejeita a publicação de uma pesquisa baseada apenas em seu valor científico e sem qualquer interferência;

c)Selecione árbitros com competência reconhecida e evite todos os conflitos de interesse;

d) Tome o máximo cuidado para impedir a divulgação sobre a pesquisa submetida a qualquer pessoa que não seja o autor potenciais árbitros e editor;

e) Relate quaisquer dúvidas sobre a maneira pela qual a pesquisa foi conduzida e preparada, sua consistência com a ética da pesquisa científica, bem como dúvidas sobre plágio, fabricação, contribuição republicação .

Princípios e fundamentos éticos: C&T

Segundo carta e política de fretamento, princípios e fundamentos essenciais e responsáveis com seus atores em C&T na região árabe, reconhecida contextos e eixos agregadores de avanços em experiências e cooperações internacionais e internas, neste a UNESCO destaca a reconhecer por documento de mostra unindo a outras políticas prioritárias e básicas como teor importantíssimo para porvir a um mundo ético em Ciência e tecnologia para pesquisa e experimentos de pesquisadores em PP. A publicação oficial objetiva assistir por direção estratégica e instrumento composto por membros acadêmicos científicos e pesquisadores e cooperações e outros, e percebe que:

a) Análise e confronta a partir 2010 a realidade em inteligência artificial em área disciplinar;

b) Análise composto em recomendação do mesmo, primor acadêmico ético em tecnologia da informação em inteligência artificial político – UNESCO.

Ética de aproveitar e usar ciência e a tecnologia

Responsabilidades dos governos

a) Monitorar mercados, agências e instituições para garantir que os padrões de segurança e segurança e apliquem a todos os produtos de tecnologia em uso e proteger os membros da sociedade de todas as formas de dano que possam resultar da não observação desses padrões;

b) Avaliar os efeitos que muitas resultam do não cumprimento desses padrões. Entre os membros da sociedade para garantir seu uso seguro, levando em consideração as dimensões social, econômica, ambiental e legal;

c) Emitir legislações que garantam o uso de produtos de tecnologia de maneira segura é sólida, que não entra em conflito com os direitos de terceiros ou é prejudicial a terceiros;

d) Emitir legislações que impeçam o mau uso das tecnologias da informação e comunicação, garanta a proteção de dados privados e respeite a privacidade de terceiros;

e) Fornecer acesso a todas as formas de tecnologia para que todos membros da sociedade desenvolvam sua capacidade humana e permitam que eles assumam o papel esperado no avanço do Desenvolvimento sustentável;

f) Fornecer acesso aos resultados de projetos científicos para benefício de todos, a fim de garantir o desenvolvimento humano sustentável;

g) Fornecer acesso à Internet e os meios e ferramentas das tecnologias da informação e comunicação para reduzir o fosso digital entre os membros da sociedade e apoiar o princípio da democracia, transparência e responsabilidade;

h) Proteger a liberdade dos indivíduos de usar e desenvolver criativamente todas as formas de tecnologia, respeitando os direitos dos outros.

Responsabilidades de pesquisa e produção instituições (Público ou privado)

a) Proporcionar um ambiente saudável, caracterizada pela integridade, precisão e responsabilidade na publicação, publicidade e valorização dos resultados da pesquisa;

b) Disponibilizar os resultados de projetos científicos e tecnológicos a todos, no interesse as justiça e da igualdade de oportunidades;

c) Dentro da estrutura de proteção à propriedade intelectual, garantir que a entidade que financia a pesquisa não impeça a divulgação dos resultados da pesquisa para benefícios pessoais;

d) Cada instituição participante iy de apoio por escrito para todas as partes envolvidas no projeto científico ( teórico ou aplicado) que esclareça a distribuição da propriedade intelectual, especialmente em termos das recompensas materiais da pesquisa;

e) Aprimorar as capacidades de todos os seus membros para garantir o uso de vários tipos de tecnologia e impedir usos errados e prejudiciais.

Responsabilidades de indivíduos

a) Use produtos de ciência e tecnologia de maneira racional que não entre em conflito com os direitos dos outros e que, preserve a dignidade e a privacidade dos outros.

Responsabilidades da mídia

a) Fornecer uma interpretação precisa e correta das práticas e produtos científicos e tecnológicos;

b) Verificar a previsão, fontes e elaboração cuidadosa de informação científicas antes da divulgação;

c) Evite a discriminação baseada em gênero, raça, religião ou qualquer outra forma de discriminação;

d) Abster se de copiar o trabalho de outras pessoas;

e) Evite todos os conflitos de interesse e relate imediatamente qualquer conflito de interesse inevitável;

f) Declarar todos os erros imediata e publicamente e corrigi – los imediatamente.

Responsabilidades da sociedade

a) Estabelecer e ativar métodos e mecanismos se a supervisão pública for sobre as práticas do estado, setores produtivos (Públicos e privados) e instituições, com base nos padrões e fundamentos éticos da ciência e da tecnologia. Associações profissionais – incluindo sindicatos de engenheiros, médicos e mídia – podem desempenhar um papel fundamental nessa área.

A região árabe – Cooperação regional Unesco e reconhece que, ao documento de fretamento influencia para:

Ø O centro nacional e evolução de C&T de pesquisa e tecnologicamente e desenvolvimento(Argélia);

Ø Academia em pesquisa C&T(Egito);

Ø Universidade de tecnologia (Iraque);

Ø Sociedade científica Royal (Jordânia);

Ø Universidade Ismael Monlay (Motocoo – Marrocos);

Ø Academia ciência palestina e tecnologia (Palestina);

Ø Prime Molammad Bin Fe Universidade (Kingdom da Arabia Saudista);

Ø Universidade Khartoum (Sudão);

Ø Instituto Pasteur Tunis (Tunisia).

· E outras contribuições coordenadas na carta (Grupos, Centros, Cooperações, organizações, empresas e pessoas instituídas.

E outras contribuições conceituais coordenadas em fretamentos (Grupos, Centros e pessoas).

Composição AD HOC especialistas – Grupo AHEG (Para recomendar em ética da inteligência artificial)

Compreende membros 24 pesquisadores cientistas compreendendo organismos, instituições e universidades, cooperações e entidades com suas Cátedras acadêmicas, e áreas com sua reconhecidas avançadas de estudos e pesquisa no mundo acadêmico.

Compreende por determinantes e entornos regionais:

Uruguai; Ghana; Árabia Saudista; Emiraldes árabes; Federação russa; México; EUA; Polônia; Argentina; Letoania; Ruanda; Slovênia; República dos camarões; Brasil; Egito; Marrocos; África do Sul; India; Japão; França; Nova Zelândia; United Kinjdon; República da Coreia e China.

Produção científica conjunta entre várias instituições

A produção conjunta de ciências entre várias instituições científicas e de pesquisa tornou se uma tradição e prática ditada pela natureza das pesquisas multidisciplinares, uma questão que criou responsabilidades éticas para as instituições envolvidas na produção de ciência e tecnologia e seus funcionamento.

Responsabilidades das instituições

a) Cada instituição participante de uma produção científica conjunta deve ter um contrato por escrito com as partes envolvidas no projeto conjunto de ciência/ pesquisa, indicando como gerenciar esse trabalho científico conjunto, o método de distribuição dos resultados da propriedade intelectual e como gerenciar os principais materiais e dados de pesquisa;

b) Cada instituição deve ter uma política clara para gerenciar conflitos de interesse;

c) A pesquisa inclui experimentação em seres humanos, e devem ser obtidas a aprovações dos comitês de éticas de todas partes participantes.

Responsabilidades dos trabalhos científico

a) Concordar desde o início sobre os objetivos e mecanismos da pesquisa, direitos de propriedade intelectual dos participantes, procedimentos para resolver qualquer disputa que possa surgir entre os participantes da pesquisa e procedimentos para lidar com qualquer violação que possa surgir;

b)Relate imediatamente qualquer conflito de interesse potencial ou real em qualquer aspecto de trabalho/ pesquisa científico;

c) O pesquisador principal não deve explorar sua influência para obter benefícios pessoais ou abusar dos direitos que lhes são concedidos para prestar serviços oportunidades ou instalações a alguns pesquisadores em detrimento de outros.

Evolução e revisão por pares

A evolução e a revisão por pares são um passo importante na avaliação científica e incluem a revisão de pesquisas não publicadas, proposto de bolsas de pesquisa e trabalhos completos enviados para promoção ou prêmio.

Responsabilidades das instituições

a) Incentivar seus funcionários e pesquisadores participar de processos de revisão e avaliação por pares;

b)Treinar todo pesquisador ou o processo de avaliação para garantir que ele seja concluído profissionalmente;

c)Desenvolver critérios científicos precisos para avaliar e revisar o trabalho entre pares;

Responsabilidades de trabalho científico e revisão

a) Realizar avaliação e revisão por pares com total objetividade, integridade e imparcialidade;

b)Preservar a confiabilidade dos dados de pesquisa que estão sendo revisados, bem como as propostas enviadas para uma bolsa de pesquisa;

c) Quando solicitado a avaliar ou opinar sobre o trabalho de um colega ou parte relacionada a ele/ela, a pesquisa/ revisor deve divulgar de forma transparente a possibilidade de conflito de interesse( material ou moral) e a possibilidade de existência de um relacionamento entre o avaliador e a parte a ser avaliada o que pose influenciar sua opinião e portanto, sujeita – lo risco de ser acusado de viés. Nesse caso o pesquisador/ revisor deve recusar o trabalho;

d) Abster se de revisar qualquer trabalho científico ou de pesquisar fora de sua especialização, pois isso contradiz o princípio da competência, segundo o qual a pesquisa deve ser cientificamente proficiente e executar apenas que pertencem a sua área de competência.

Tópicos de fretamento ético

a) A caracterização e perfil da carta C&T árabe com estruturas e eixos dimensionados;

b) Fretamentos éticos C&T em toda região árabe (Princípios e responsáveis de seus atores;

c) Referência e anexos.

A terminologia definidas e menções – Documento

Animal; Autor; Fretamento; Meio ambiente; Dignidade humana; Sujeitos humano; Propriedade intelectual Tornar(algo) disponível; Publicação.

Conclusão final

Considerações da abordagem e documento em conjunto com suas recomendações de membros acadêmicos internacional em suas bases regionais de estudos de avanços solidificam consistentes subsídios e avanços entorno da tonicidade terminológica das bases epistemológicas conceituais em avanços para consensos e interligações e experimentos de investigações e estudos científicos contribuídos – Centros institucionais, universitários, pesquisadores, cientistas e outras coordenadas presentes catalogadas regionais internacionais por Nação e Países contribuíram e reconhecimentos da recomendação de pesquisadores, além da reunião e participação da UNESCO – Educational Scientific and Cultural Organization – Charter of Ethics; compressões para apreciações de aspectos e segmentos para aplicabilidade e investigações para suas epistemologias disciplinares e vertentes para normalização e regulações promissoras para o cunho ético e adequações, suas contribuições em infinitudes terminológicas existentes e seus avanços sustentáveis, em contextos presentes solícitos da Era Digital e ciências – C&T descompensadas de ajustes nobres da regulações e relação das sociedades e comunidades com a relação de acessos e consumo em seus bens produzidos e desempenhos: criativo e intelectual, desenvolvidos e fabricados constructos . O desafio das ciências e tecnologias colocam a humanidade no centro, para administrar harmonicamente e equilibradamente as faces da natureza e riquezas materiais e usualidades, sua sustentabilidade: Usando; criando; reduzindo; reciclando; reusando e fabricando. Na linha de desenvolvimento social e econômico, para transformações das sociedades evolutivas, sem perdas de preservação, conservação e instancias de regeneração naturais, e a ciência e tecnologia com sua cooperação criativas coo participantes. Princípios éticos regulares imprescindíveis serão essenciais para C&T e a humanidade futurando de suas resultantes e atuantes éticas.

Referência bibliográfica

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[Santos, Jusenildes. , (2020).Contribuições Étnicas para Código Regular de dispositivos legais – Ciência e tecnologia: Conexões e contextos compostos The ethics of Artificial intelligence. “Nuances litigantes Contemporâneos para entornos e tópicos de eixos com C&T” . University Europeia Atlantic . Ibero americana. TIC – Projetos . Docência prática . Teologia e política – FCP. Org. Tradução e estudos, 2020] .