De muitos recebemos, em muitos seremos cobrados: Semear e plantar – Sal e luz

Sempre que nos voltamos, únicos  em nosso ser maior, o Senhor, prostamos – nos, para  reverenciar, levar, louvar, ouvir, em  oração  e partilhar a vida. Nossa  prontidão  de sermos  verdadeiros . Neste momento único  – Deus é o simples humano sendo Divino, na humanidade de Cristãos. Abrir nosso coração  imerso  em gratuidade,  na humanidade  de Cristãos.  E assim podemos abrir espaços  em vida cotidiana  e encantos , de crê  e fé.  Este momento  gracioso, pois muito mudar e renova se, de velho a novo. Na presença  – Somos  pertencente a divina , na imagem e semelhança,  é diante daquele é.  Eu que vos faz. Reduzimos nossas incapacidades  e limitações  de esperas que se faz, se podemos auxiliar  em reformulações  de renovações  e atrações  com inclinações  de luzes. Recapacitamos de misericórdia, perdão,  compreensão,  entendimento .assim podemos abrir espaços em vida cotidiana e encantos, de crê e fé. Este momento gracioso, pois muito mudar e renova se, de velho a novo. Na pertensa – Somos pertencente na Divina, na imagem é semelhança, é diante daquele que é . Eu que vós faz. Reduzimos nossas incapacidades e limitações de esferas que se faz, e podemos  auxiliar  em reformulações  de renovações  e atrações com inclinações de luzes. Recapacitamos de misericórdia,  perdão,  compreensão,  entendimento. O brilho transfigurante em libertação . Libertados de amarras, correntes, incompreensões, que por vezes nos faz, presos e não livres. É tempo de nos recolhermos, nossas pequenas ou grandes imperfeições, para perfeições do Senhor, se pouco características multiplicando de muito, em caso de muito, consistente. Acumulamos doenças e males por não  sabemos administrar o pouco ou muito a que nos impele  responsabilidades. As  vezes presas de pecado (negação de verdades nossas, com inclinações e tentações de desejos e vontades, que já  sejam momentos de realiza – Los e prove) . Estejamos atentos, para nós e para outros.


Buscamos, como Sto. Agostinho, no simples, em estilo de reflexão de nosso ser, em Deus que nos convida, de pureza de coração ao abrirmos: “Fazer o que podes e a pedir o que não podes e a pedir que não podes”. Nem tudo podemos. Mais em ensino de luz e sabedoria, socialmente de simples no munimos de discernimentos, para: “ “Dai -nos o que me ordenados e ordenar me o que vós perdes.” “Repousemos no colo e seio de Maria, é no Espírito, é antes e depois de intimidade com o Senhor” . A campanha da fraternidade: Políticas públicas – Libertados pelo direito. Um tempo de revermos, que podemos mudar ou renovados de muitas consequências de atos e atitudes de convívio em comentários injustos, in compreendidos e perdões de nossa parte e aos outros ausentes, que podemos conciliações litigantes: Processos, causas comunitários, trabalhistas, leis, decretos, sentenças e etc. Que abrangem as instâncias de poderes públicas e seus poderes: Justiça, Executiva, e Legislativo em vieses de justiça. Passivo nunca ajudamos, mais ativos, auxiliamos discernir, caminhos. Pois, assim a vida nos ensina naturalmente, aos olhos de entendimento, recaimos em nós, e responsabilidades disponibilizadas enquanto somos públicos a serviço: ” De muito recebemos, em muito vos serão cobrados.”

“A simples conversa,
Diálogos corações partilhados,
Ensejos e inclinações a paz. Elos que liga – nos Encantos de si.”


[Reflexão: “De muitos recebemos, em muitos seremos cobrados: Semear e plantar”. Jusenildes Dos Santos. UEA -Teologia e política- FCP. Docência.18.03.2019].